Fort Knox é o sonho de qualquer ladrão. Isso porque ele é a reserva de ouro dos Estados Unidos. O que os filmes esquecem de dizer é que nele há unidades de treinamento e comando de recrutamento do exército, bem como o Museu George S. Patton, cujo nome já é suficiente para expulsar qualquer maldito kraut de lá. Em 1937, o Departamento do Tesouro construiu e sediou o seu US Bulling Depository, A Reserva de Ouro dos EUA, o que atiça as mãos pecaminosas de qualquer um que quer ganhar dinheiro fácil (e mais facilmente desencorajado ao saber que há unidades do exército por lá).
Já, na Inglaterra, embaixo do Bank of England, há um lugar que mexe com as más intenções de muita gente e nem Ronald Biggs deve ter deixado de pensar nele. São vários bullions de ouro maciço que lá repousam adormecidos, prontos para serem atacados por algum supervilão.
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Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.
O chato de escrever certos artigos é que as piadinhas estão prontas antes de se começar a deitar as letras na tea. Piada pronta não tem graça e as piadinhas sobre o Skynet.jás nascerão velhas.
A noite é escura.
O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Desde que começamos a nos aventurar pelo Espaço, levamos o melhor e mais abundante que podemos produzir: lixo. Desde uma ferramenta até restos de foguetes e satélites, vários corpos estão orbitando a Terra, além da Lua e a ISS. É o chamado “lixo espacial”. Você pode achar que um parafuso não é nada demais, mas quando ele está sendo acelerado a velocidades de milhares de quilômetros por hora, vemos que ali não é um lugar muito legal para dar mole, nem pros astronautas, nem pros satélites artificiais. Ali é um grande estande de tiro, mas a solução parece estar vindo, pontual e certeira como um relógio.
Tanta coisa acontecendo no mundo e parece que jornalistas são as pessoas mais desinformadas. Assim, acabam requentando notícias velhas. Parece algo coo o editor chegando na redação e gritando "Vambora, Ambrósio, tu ainda não entregou a matéria". Então, o jornaleiro, digo, jornalista acaba redigindo qualquer besteira ou, então, tasca qualquer notícia velha para preencher o espaço e sai pra tomar café", como foi o caso da notícia em que o Observatório Vaticano disse que não descarta a possibilidade da existência de extraterrestres-telefone-minha-casa.
Nossos olhos são mal feitos. Eles insistem em brigar com nosso cérebro, outra gambiarra que mal funciona direito – e sim, eu sei que ele já é maravilhoso, mas mesmo assim é uma gambiarra mal acabada. Quando os dois se juntam, eles acabam saindo na porrada, pois um capta uma coisa, e o outro interpreta de outro jeito. Quando é mostrado que o outro jeito é errado, há quase um curto circuito cerebral, e isso podemos mostrar com um Cubo de Rubik, o famoso Cubo Mágico.
Deixe-me correr para corrigir o erro do título. Eu estava vendo a listagem de cabeça pra baixo. Mal aí, gente! Mais uma vez, nós mostramos a que viemos: sermos chacota no cenário mundial, mas parece que ninguém se importa. Por que alguém se importaria? Tal aconteceria se Educação fosse algo mais prioritário que verificar se acabou a lata de leite condensado.
O mundo é doido, sabemos disso. Hades tem hora que deixa as pessoas de rédea curta e Samhain esqueceu de pegar sus filhotes no dia 1º. O último exemplo de coisas doidas que acontecem por aí é o caso da sueca que está indo a julgamento. Sua relação com corpos não é bem no mesmo nível que os filmes do James Cagney fazem supor (pronto entreguei a idade). No caso, ela tem um caso com as ossadas e o pessoal quer a cabeça dela ("dela/dela" e não "dela/do esqueleto") por "perturbação dos mortos".