Pesquisas recentes indicam um aumento da prevalência de intolerância à lactose. Mas se formos bem honestos, tolerância à lactose é algo bem recente. Até a cerca de 9000 anos, o único leite que tomávamos era o de nossas mães. Daí, apareceu mutações genéticas que nos deram os poderes X-Men de podermos ingerir leite de outros mamíferos. O poder nutricional do leite ajudou no assentamento de pessoas, já que bastava ter uma dona Mumu ali no estábulo (na verdade, nós praticamente “inventamos” as vacas, já que elas não existiam naturalmente) e tínhamos comida, diminuindo a necessidade de sair pra caçar, e virar caça, como efeito colateral. Povos que ser alimentavam muito de leite, por seleção natural, esta danada, têm menor tendência a ter intolerância à lactose. O Brasil, país marcado pela alta taxa de miscigenação, chega a 40% de intolerantes à lactose e países do extremo oriente, como Japão, chegam a ter 90% de intolerantes à lactose.
A Ciência nos deu a capacidade de extrairmos a lactose dos laticínios, mas será que temos a capacidade de fazer com que intolerantes à lactose possam mudar esta condição? Sim, podemos. Chupa, Mãe Natureza!
Continuar lendo “Bactérias (e não ONG) combatem a intolerância”

O mundo desabou na cabeça do capitão Trevor Greene, do Regimento de Infantaria
Tão chatos quanto os crentes mais fanáticos, os ateus de fim-de-semana são as criatrinhas mais irritantes que existem, criando caso com qualquer bobagem quemencione as religiões, inventando até de puxar briga em sites religiosos, pois, a visão deles é a correta. Não raro, chegam até a me mandar e-mails implorando ajuda para debater. Bem, se querem debater, preparem-se, estudem e não me encham o saco.
Nós não temos noção do tamanho das coisas. Somos um bando de sem-noção, mesmo. Qualquer coisa que seja muito grande ou muito pequeno foge à nossa capacidade de racionalização, e temos que apelar para o pensamento abstrato, e isso nos leva a cometer erros.
Estamos prestes a chegar no fim-de-semana, normalmente, quando mais trolls estao à solta. Ainda assim, muitos aparecem ao longo dos dias. Claro, vou armazenando os melhores para compartilhar com vocês, porque certas coisas têm que ficar para a posteridade. Vai que meus netos achem que eu inventei tudo? Isso também serve para analisarmos o quanto as pessoas podem agir feito completos imbecis, ou nem que seja para diversão, mesmo.
No lar dos bravos e terra dos livres, você tem a oportunidade de ser o que quiser, fazer o que quiser, construir seu brilhante futuro, rumo a um horizonte de oportunidades… mas só se você for da cor certa. Ter o sobrenome adequado também pode, ou ajudar bastante, ou ferrar sua vida de vez. Que o diga Ahmed Mohammed.
Olha o absurdo do dia! O ministro da Educação Hakuban Shimomura mandou recadinho para as 86 universidades nacionais do Japão para que elas tomem medidas ativas para abolir cursos de Ciências Sociais e Humanidades (o que nós chamamos carinhosamente de Humans of Humanas), organizações semelhantes e convertê-los para o lado Exatas da Força, de forma que possam servir áreas que melhor tem uso na sociedade. Ou seja, Foudault fuqueu-se!
O ar está à nossa volta, mas não o vemos, só sentimos falta quando ele não está presente, assim como acontece com meu saldo bancário. São muitas as propriedades do ar, mas eu escolhi algumas para fazer o vídeo a seguir.
Vamos ser honestos, ninguém quer entrar na faca. Toda cirurgia tem seus riscos, e quando falamos de alguma forma de transplante, piorou! É um processo longo, com risco maior, necessitando maior perícia. Sorte nossa que, diferente dos professores, cirurgiões não têm suas salas de operações invadidas por teóricos medicinais (eu espero!). Aliado a isso, tem o problema da falta de doadores.
Pelo menos, foi assim que eu interpretei ao ler sobre um daqueles debates de gente de Humanas™. Basicamente, envolvendo uma Pollyana, um observador de favelas (não sou eu quem diz) e o Fernando Gabeira, mundialmente conhecido por sequestrar o Embaixador dos EUA e… bem, foi a única coisa que ele fez de notável, mesmo, mediados por um apresentador de BBB. Adivinhe qual deles leciona? Bem, o observador de favela dá aula na UFF, ou seja, entendem tanto de colégio como eu entendo de neurocirurgia.