Teve época que se acreditou que as pessoas nasciam com determinada quantidade de neurônios, eles se reproduziam até certa idade e ba-bau. Já era. Eles só aumentavam de tamanho e só. Se você perdesse, problema seu. Sim, se acreditou nisso, mas Ciência não se baseia em crenças. Ciência se baseia em análise e revisão contínua do que se sabe. Ciência não é uma religião. Se alguém não prova algo em contrário, não é problema do conhecimento vigente.
O que se sabe agora é que, pelo menos, duas regiões do cérebro (os centros que processam o olfato e o hipocampo, responsável pela aprendizagem e memória) desenvolvem novos neurônios ao longo da vida.
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Pessoal tá caindo de pau porque a coordenadora da nova secretaria que cuida de alfabetização do MEC,
Todo mundo adora cavernas. Aqueles ambientes sombrios, misteriosos, claustrofóbicos, com paredes de rochas e possivelmente pedras preciosas. Claro, todo mundo adoro mesmo pelo monitor, pois aqui ó que eu vou me enfiar num buracão no chão, com risco de ficar enterrado vivo. Para geólogos (aquele pessoal que tem pedras na cabeça), é o paraíso, principalmente quando se pode ter muitas informações nas rochas. Informações que fala como a Terra surgiu, como o relevo se formou e – olha que maneiro! – saber das mudanças climáticas que têm acontecido no imenso diário gravado em pedra pelos fenômenos naturais.
No Brasil da pseudociência, conforme já demonstrei, universidades sustentadas com dinheiro público são um imenso repositório de bobagens pseudocientíficas da Nova Era ou espiritualistas ou alguma merda neste sentido. Isso refletiu até no SUS oferecendo bobagens à guisa de tratamento de saúde, já que sai mais barato colocar estes inúteis do que equipar hospitais com equipamentos, profissionais, medicamentos e leitos. Coloca uma tia rezadeira e tá sussa. Próximo!
Sim, a série que vocês tanto gostaram está de volta. Péra. Não é a que vocês tanto gostam? Bem, agora já era. ;)
Depois do Lie to Me, várias pessoas resolveram se tornar experts em gente mentirosa, tentando ver microexpressões. A série acabou, mas tem o
Você já participou de aula de Física no colégio, em que o professor te deu um cano de PVC e um punhado de fio de lã para você ficar atritando. Você ficou com vergonha, todo mundo soltou um “esfrega aqui também”, você foi reclamar de bullying e aí mesmo que todo mundo ficou te zuando. Este fenômeno é chamado “triboeletricidade”, o processo pelo qual materiais se eletrizam em consequência de atrito. Daí você pensa: pô, seria maneiro se usasse isso para gerar eletricidade, né? Bem, seria, mas o problema é que é ineficiente para grandes cargas, tipo o seu celular. Mas e se fossem nanodispositivos?
Eu sei que vocês gostam da série Mitos. Mostram o quanto achamos que sabemos, e muito disso está errado. Ideias e “informações” que passam de pai pra filho, pra neto, bisneto etc.Ler no escuro faz mal? Mulheres engravidam no período menstrual? Pelos ficam mais grossos se os raspamos? E quer dizer do alto índice de suicídios em épocas festivas? Tudo isso é verdade? É mito? Historinha pra boi dormir?
Lembram do artigo sobre a bandagem elétrica que acaba com biofilmes de bactérias? Aí você ficou: MUAHAHAHAHA, mete eletricidade nessas disgramadas e mandem-nas pro Inferno das Bactérias. MUA-HA-HA! Agora, imagine que você está dando um rolé num parque e vê uns caras colocando eletrodos numa piscina natural para dar uns choques no que tiver á e descobre que as bactérias lá não só estavam vivinhas da silva como adorando a eletricidade a ponto de se alimentarem dela. Bizarro, não?
Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.