O câncer de intestino é um câncer bem sério (para padrão câncer, já que todos os casos de câncer são sérios). Ele abrange tumores no intestino grosso, nas regiões do cólon, reto e ânus; e, por isso, também é conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. É um matador severo, sendo a estimativa de novos casos de 36.360 (17.380 homens e 18.980 mulheres), ficando o número de mortes na casa de 16.697; sendo 8.163 homens e 8.533 mulheres (Fonte). É uma doença muito séria, principalmente (mas não exclusivamente) por ser difícil de se diagnosticar com antecedência, os tratamentos atuais são pouco eficazes e quase metade dos pacientes que passam por cirrugia (mesmo mais de uma) não sobrevivem devido à propensão do câncer para a recorrência.
Enquanto ficou um bando de idiots enchendo o saco com fosfoetanolamina, cujas pesquisas apresentaram eficácia pouco inferior a beber água, pesquisadores de veradde estão com os resultados iniciais da primeira fase de testes em humanos para uma vacina única contra o câncer colorretal; e eles estão bem animadores!
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Fósseis são muito legais. E quanto mais conservados, mais legais são. Tão legais que alguns candidatos a Frankenstein correm logo para tentar reviver os bichos mortos de antigamente, mas isso seria total estupidez, como o dr. Ian Malcolm pode atestar. Mas quem liga pro que o pessoal de Exatas fala? Mas hoje não estamos falando de Jurassic Park e sim da descoberta feita por pesquisadores na região de Yakutsk, na Sibéria. O que eles conseguiram demais? Nada, não. Só extrair amostras de sangue líquido de um potro de 42 mil anos que foi encontrado num permafrost em 2018.
O plástico é uma maravilha: durável, barato e imune à quase totalidade de agentes biológicos. Os principais problemas do plástico é que ele não se decompõe fácil, seu preço faz com que se usem em larguíssima escala e, por fim, o fato de ele não ser atacado por agentes biológicos o faz ser um produto que não é biodegradável e, por isso, sua poluição aumenta a cada dia. Esqueça o canudinho plástico. Aquilo não é nada em comparação às milhares de toneladas de plástico que países asiáticos mandam pro ambiente. E nada ali é canudinho, que tem menos plástico que o seu tão amado sachê de catchup e o plástico que embrulha o seu copinho de papelão.
Infecções não são brincadeira, mas do jeito que andam as coisas, é pior ainda quando pessoal usa antibiótico como, bem, como brincadeira. Já falamos várias vezes como o uso indiscriminado de antibióticos acarreta em superbactérias, aquelas bactérias hiper-resistentes do mal que não são mortas facilmente com algo mais fraco que uma GAU-8 Avenger. O problema então é saber: QUANTO dar de antibiótico e QUANDO é hora de parar?
Há muitas crendices sobre o que acontece acima da Terra, fora da atmosfera. Os mitos do Espaço falam sobre como achamos que sabemos coisas sobre quanto a NASA efetivamente gastou com o Projeto Apolo, se dá para ver a Muralha da China do Espaço entre outras coisas.
A polícia foi chamada. Os Homens de Azul receberam um alerta e foram investigar um caso de roubo. Ao chegarem perto do automóvel, foram instados em tom de alarme para não chegarem perto. Ao abrirem o porta-mala, o que viram os deixou estupefatos. Não era um corpo, ou mesmo um alien. Era um… reator nuclear! E com níveis alarmantes de radioatividade; e foi aí que se soube da história de um escoteiro com ideias avançadas demais, e noção de menos.
O Clostridium difficile já traz no nome que não é brincadeira. Este bacilo (uma bactéria mais sacana que as outras) é que nem o seu cunhado. Assim como aquele inútil está se servindo do conteúdo da sua geladeira, a C. difficile é um comensal do trato gastrointestinal. Assim como o seu cunhado, que só lhe traz dor de cabeça, o Clostridium é responsável por doenças gastrointestinais, que variam desde uma diarreia até uma colite pseudomembranosa. Você não quer contrair uma colite polimembranosa, a infecção mais comumente adquirida em hospitais.