Para larga maioria das pessoas, computadores se resumem em acessar a Internet e postar besteiras nos Orkuts da vida, servindo de modelo para a imbecilidade humana, virando vedete dos sites que mostram as tosqueiras que andam naquele ninho de aborrecentes acéfalos.
Este não foi o caso de Ray Solomonoff, o homem que desenvolveu uma paixão pelos teoremas matemáticos que duraria toda a vida. O homem que estudou como transformar um tema da Ficção Científica em realidade, pois ele fez parte de um certo projeto do Dartmouth College que seria amplamente conhecido com o nome de Inteligência Artificial. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Ray Solomonoff”

Atacama, no Chile, é um lugar desolado. É considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, onde em algumas partes não chove há centenas de anos e a baixíssima umidade torna-o não só um lugar completamente inóspito, como o paraíso dos astrônomos. Um dos maiores pesadelos para alguém que vasculha o firmamento, em busca de corpos celestes é a umidade, que causa distorções ópticas nas imagens trazidas pelos caríssimos telescópios. Dessa forma, cientistas preferem um lugar onde haja pouca umidade atmosférica e o Atacama é um verdadeiro Nirvana para isso.
Essa notícia agradará às mulheres de uma maneira fenomenal. Que o diga John Schmitt, um engenheiro mecânico da Universidade Estadual do Oregon, que está se baseando em modelos de insetos para projetar robôs que possam se locomover com desenvoltura em terrenos acidentados. Os atuais modelos, segundo o pesquisador, possuem problemas pois não são tão estáveis e o consumo de energia é, comparativamente, maior que o projeto do robô baseado em baratas que “podem correr rapidamente, ocupar o volume de um centavo, movem-se facilmente sobre terreno acidentado, e reagem a perturbações mais rápido do que um impulso nervoso pode viajar”, segundo Schmitt.
Eu sei que vai parecer estranho o que eu vou dizer, mas algum tempo atrás, as TVs tinham antenas telescópicas. Varetas de metal que esticavam e encolhiam, parecendo um besouro de metal. E isso eram as antenas internas, pois havia as antenas externas, onde nossos pais ficavam no telhado mexendo para lá e pra cá, enquanto nossas mães ficavam “orientando” para obter uma imagem melhor (não, não havia Sky, Net e nem o Skynet). Me lembro que um dia minha mãe fez meu pai subir no telhado e ficou dando ordens a ele pra ele colocar a antena numa posição adequada. Ele sentou-se e ficou dizendo “tá melhor agora? E então?”. O detalhe é que ele não fazia nada, sequer tocou na antena. Quando minha mãe deu-se por satisfeita, ele desceu e pronto! Problema resolvido.
O NORAD é um importantíssimo centro de defesa estratégica aero-espacial mantido pelos EUA e o Canadá. Sua sigla significa North American Aerospace Defense Command. Ele foi criado com a sigla CONAD (Continental Air Defense Command) e sua missão era estar a postos para impedir um ataque aéreo por parte da extinta União Soviética; hoje, eles cuidam para que nenhum ataque hostil à América do Norte (o México não conta, como sempre). Sua base, na montanha Cheyenne, fica de guarda 24 horas por dia, 7 dias por semana e qualquer ameaça vinda do céu ou do Espaço diz respeito a eles (mas só à América do Norte, os “favelados” que se virem).
Uma das coisas que eu sempre admirei nos Papas é aquela roupinha estilosa deles. Isso e mais a montoeira de ouro, diamantes, pedras preciosas e semi-preciosas, o infinito acervo das mais famosas – e absurdamente caras – obras de arte, bem como a vastidão de livros e documentos encerrados nos Arquivos Secretos do Vaticano. Obras que nenhum mortal viu ou verá, só porque alguns daqueles textos são embaraçosos demais para a Santa madre Igreja Chatólica Romana.
Jasão é um herói grego que, com a ajuda dos tripulantes do navio Argos – os Argonautas – envolve-se em muitas aventuras em busca do velocino de ouro.
Estou perdendo a fé nos seres humanos. Quer dizer, eu perderia se eu tivesse algum tipo de fé, é claro. Eu já vi muita coisa doida por aí, mas sempre me surpreendo; ainda mais quando é algo relacionado com sentimentos.
O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.
Imaginem a cena: Um cara chega em seu escritório e diz “Luzes”. As lâmpadas se acendem. Depois, ele chega perto do computador e diz “Liga, pô”. E o micro se inicia. Em seguida, ele começa a redigir um texto, bastando somente pensar nele. Um belo exemplo de ficção científica, certo? Bem, não exatamente, pois pesquisadores estão desenvolvendo um software que permite que os utilizadores possam escrever letras e números em uma tela, apenas pensando sobre elas.