Beth Din não é nome de artista de Hoollywood. Também chamada de Beit Din (ou "Casa do Julgamento"), trata-se de um tribunal rabínico da ala ortodoxa do judaísmo. Eles são responsáveis pela aplicação da Halachá, as leis judaicas que se baseiam não só na Torah (o Livro da Lei) como nos costumes judaicos provindos daí em diante. Só para ser implicante, eu posso comparar isso com a Sharia, o código de leis dos muçulmanos. Na melhor das comparações, são leis idiotas escritas na Idade Antiga/Média e se baseiam em crendices, costumes tribais e em uma absurda ignorância provinda de uma estupidez galopante.
Leis evoluem (ou deveriam) junto com a evolução da sociedade na qual ela é aplicada. É como matar mulheres estupradas, sob a acusação de adultério. A Igreja Católica até que evoluiu nesse ponto. Ela não manda mais matar as crianças abusadas sexualmente; prefere condená-las ao inferno, enquanto entra com um processo contra a mãe por assassinato (no caso, do feto que uma menina de 9 anos estava esperando, fruto de violência sexual). Coimo prova que a religião evoluiu de forma bem lentamente, um tribunal judaico de Jerusalém (Israel) condenou um cão vira-latas à morte por apedrejamento. Acusação? Ele era a reencarnação de um advogado!

Diferente de gente que chinga muinto nu tuíter, eu sou um homem ocupado. Não tenho tipo tempo de postar mais coisas coisas interessantes, apesar de meus leitores se preocuparem em trazer notícia que não tem nada a ver com o artigo proposto. Uma questão de manter o foco (de repente, TDAH). Eu tenho visto os idiotas postando suas besteiras mas resolvi deixá-los para se esparramarem, ao contrário das batatinhas recém-nascidas. Eu já nem espero mais que os retardadinhos tenham um mínimo vislumbre de sanidade; mesmo porque, caso eles tomem jeito, não teremos mais uma edição da sua VOZ DOS ALIENADOS!
É, eu sei. Você pensou que tinha visto de tudo na sua vidinha insossa. Se você é daqueles(as) que sai pulando por campos floridos lendo Pollyana e cantando o tema da Noviça Rebelde, saiba que muitos não estão nem aí pra sua infância, pois um livro lançado na França fará com que você tenha um ataque de piti. Nesse livro é dito que os smurfs, aquelas criaturinhas azuis que você nunca conseguiu entender direito o que eram não passam de facínoras safados, sexistas, racistas, antissemitas, feios, chatos e têm cara de Na’vi.
Parece uma ironia do destino, mas se tivermos em mente que o destino de todo ser vivo é morrer um dia, o título do artigo não adquire mais um tom estranho. O doutor Jack Kevorkian ficou conhecido por defender o suicídio de pessoas com doenças terminais e admitiu ter ajudado pelo menos 130 doentes terminais a cometerem suicídio. Ele morreu esta noite, aos 83 anos, de modo tranquilo e sem dor, o que talvez tenha algum significado (ou não).
Desista! Você nunca chegará ao cabo de ver todas as insanidades desse mundo governado por Hades. Entre malucos rasgadores de alcorão, cristãos quebradores de imagens, macumbeiros que trazem seu porteiro amado em 3 horas (ou alguma merda nesse sentido) entre outras mazelas religiosas que aparecem por aí, africanos mostram que o retardo mental não é exclusivo do brasileiro (apesar deste último ter mais competência neste quesito). Vervet sentiu isso na carne. Ele meio que teve um destino como alguns apóstolos bíblicos e acabou sendo apedrejado pela acusação de bruxaria.
Não é de hoje que o mundo está degenerando. Por muitas gerações, o mal caminha entre nós, esconde-se entre pessoas de bem, rasteja furtivo em nossa sociedade e camufla-se até mesmo em nosso círculo familiar. O mal que espreita nossa sociedade, o mal que inverte valores, que quer que aceitemos coisas anormais como sendo algo natural, quando sabemos que não é nada natural. Um mal que querem que aceitemos passivamente, de forma que nossa simples opinião seja ceifada para que nossas crianças não vejam como é perigoso e vil o ato de alguns degenerados. É chegada a hora que lutarmos e mostrar que canhotos não podem ser aceitos numa sociedade civilizada.
Os cazo do livru adotados pelu Méque aimda vai dá muinto panu pra mamga. Ce por un lado umonte di jenti reclamô ke iço acaba com nóço indioma, oltros axam superválido num çer muinto ríjido na língoa cuando naum for nesseçarío. Nóços komemtaristaz estam divididos, como pudemus ver no artigo adonde é dito ke muintos políticos rezouveram comprar a briga e entraram com reprezentassoes contra a distribuissão do livro. Como nada é muinto çimples neste país, agora temos uma Assão Sívil Coletiva (que naum tem nada haver con o çaites de conpra tipo Peiche Urbano). Cenhora Dona Eloíza Ramus deve tá beim aborressida com iço.
Enough is enough! Até mesmo a paciência do Império do Mal Vaticaniano tem limites. O que não tem limites é a safadeza que rola (ops) lá por dentro e por fora (ooooooops). Em 2009, noticiamos
Eu não tenho tido muito o que fazer de noite (mentira!); por isso, tenho dado umas passadas pelo twitter, espalhado minhas verdades divinas e lido #mimimi de todos os tipos. Daí, eu mal conecto e o que vejo? Sinais do fim do mundo! Fico sabendo que existe politico no Brasil que pensa (sem ser besteiras). A
Já não se faz mais profetas como antigamente. Em outros tempos, o cara cultivava uma barba responsa, ia peregrinar numa montanha para sentar no pico e voltava com umas tálbas com uns trecos escritos que ninguém sabia o que era, porque todos eram analfabetos. O cara falava com uma voz grossa que aquele lance era coisa de Deus e todos baixavam a cabeça. Se o cara mandasse a galera dar um rolé no deserto, ninguém achava estranho, posto que tudo o que o profetão falava acontecia (como o Sol aparecer de dia e a Lua de noite, ou coisas tão imprevisíveis quanto).