A BÍBLIA é um livro importante na História humana. Assim como muitos eventos e personalidade, a BÍBLIA realmente mudou o mundo, assim como Alexandre da Macedônia, Gengis Khan, Napoleão, Stalin, Hitler, Pol Pot, Pinochet, Hugo Chaves, Noriega, Muamar Gadaffi, Osama Bin Laden, Slobodan Milosevic entre outros. Não somente isso, outros livros ajudaram a mudar o mundo, como a Torah, ou a BÍBLIA hebraica e o Alcorão, a BÍBLIA muçulmana. Tendo esta importância histórica, a BÍBLIA acabou virando uma referência de tudo que é livro com conteúdo extenso, ainda mais que BÍBLIA, em grego, significa “livros”, em que esses livros não passavam de um compêndio de textos que acabavam guardados juntos. Assim, temos A BÍBLIA do C, a BÍBLIA do HTML etc. Só que um deputado achou que um termo genérico iria ofender a BÍBLIA dele; então, decidiu que assim não pode, assim não dá. Não pode ter BÍBLIA em publicação nenhuma, seja impressa ou online.
Biblificando a loucura do mundo, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Uma das propostas do atual governo democraticamente eleito (para meu eterno divertimento, já que um sujeito que tinha 8 segundos de TV conseguiu ser eleito graças a um monte de imbecis que o divulgaram de graça) é alterar o estatuto do desarmamento (Lei 10.826/03) para flexibilizar possuir e portar uma arma (ou seja, manda o estatuto do desarmamento pra vala). Eu acho que brasileiro é psicopata por natureza e se por causa de um sujeito com a camisa do time errada já dá muito ruim, imagina pessoal podendo andar armado, seja com um fuzil, um liquidificador ou mesmo um guarda-chuvas. entretanto, eu moro no Rio de Janeiro e… bem, é isso, eu moro no Rio de Janeiro. Isso já deve ser sinal de algo. Eu acho que pelo menos, as pessoas poderiam possuir armas não-letais, como spray de pimenta, taser (aquela maquinha que faz BZZZZZZZT e te dá um chocão) e aquele bastão retrátil que aparece em filme.
Pecadores, pecadores por todos os lados. Uma ignomínia ambulante, apostatas que não se tocam do quão nocivos são. É preciso tomar uma atitude! E um taxista assim pensou e este taxista assim procedeu. Ao levar mãe e filho para visitar o santuário do profeta Maomé em Medina, o taxista perguntou se eles eram xiitas. Eles eram. Como um servo de Allah, o Exaltado, o taxista quebrou uma garrafa e rasgou a garganta da criança. Ninguém o impediu. Um policial se deu conta tarde demais. O servo de Allah foi detido e preso, mas ele está consciencioso que fez o que sua convicção religiosa decidiu que tinha que ser feito: acabar com essa praga de gente que não é muçulmana de verdade.
Eu já postei várias vezes sobre a Fundação Cacique
Ethan Hauschultz era um bom menino. Ele tinha 7 anos e tinha a feição de ser uma criança boa, amiga e gentil. Infelizmente, Ethan era uma criança apenas e isso foi o que lhe sentenciou à morte. Foi amarrado, surrado, espancado e enterrado vivo num caixão na neve. Ethan morreu de hipotermia.
Tá todo mundo tendo ataque porque a guria que foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do MEC é formada em Direito, com um TCC tosco sobre homeschooling, e é exatamente sobre ser defensora de dar aula para as crianças em casa que ela ganhou este cargo. Eu sinceramente não vi nenhum problema quanto a isso, quando até agora colocavam pedagogas, que entendem tanto de Educação quanto astrólogo entende de nebulosas espirais.
Existe uma expressão em voga chamada “preconceito do bem”. É aquela discriminação marota que não é discriminação se for favorável a determinada etnia, gênero ou orientação sexual. É como dizer que todo homem é um estuprador em potencial, mas se você diz que mulheres são interesseiras é crime capital. É o pessoal que anuncia direto vaga de emprego para determinada etnia e quando você aponta que é preconceito, lhe xingam.
2000 anos de Medicina nos preveniu várias doenças e aumentou nossa expectativa de vida para cerca de 70 anos (no início do século XX era de 40. Há 1000 anos era de uns 15 anos, e aos 12 você já estava pedindo pra morrer). Erradicamos várias doenças, fazemos microcirurgias, muitas vezes só com uma pequena incisão, não deixando nem cicatrizes. Mas aí chega o século XXI e temos o que? Um bando de millenials que cismaram que o bão mesmo é ter filho com parteira. Péra, parteira não. Parteira é coisa de pobre. Eles chamam “doulas” (é uma parteira hipster).
Todo mundo está comemorando