Não, este artigo não tem nada a ver com sacanagem. Robert Boyle, um dos mais célebres cientistas da Inglaterra (e estupidamente chamado de Pai da Química pela agência EFE, sendo repetida pelo Terra) deixou um legado de trabalhos meticulosos. A partir desta segunda-feira, a Royal Society comemora seus 350 anos com uma exposição de vários documentos, como os primeiros trabalhos de Charles Darwin e o manuscrito original do Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), de Isaac Newton, o livro de maior peso científico e considerado uma peça-chave para o desenvolvimento científico. Procurei alguma obra publicada pelo Behe lá, e o sistema caiun na gargalhada, sem eu nem saber o porquê.
No tocante a Robert Boyle, a Royal Society publica uma lista de “desejos” que o autor de The Sceptical Chymist (O Químico Cético) teria pensado para o futuro.

Os Camelinhos de Alá aprontam mais uma. Claro, estão às voltas com sua tosca insanidade, doideira e sanha de dominar o mundo e causar cárie em todas as pessoas. Agora, estão vivendo tempos modernos, já que os clérigos da escola islâmica de Deoband, na Índia, resolveram radicalizar e partiram para o besteirol via Cyberespaço. E eu não estou falando de distribuir spams prometendo aumentar o seu “maomé”.
Que a humanidade é idiota, isso eu estou cansado de mostrar. A estupidez humana sempre nos deixa surpresos, dia após dia, mas sempre parece ser algo novo, incrível, fantástico e absurdamente louco. Que o diga um bando de espanhóis surtados, os quais estão se borrando de medo por causa da Maldição de 2012, onde o mundo se tornará chamas e toda a humanidade perecerá em fogo e fumaça, BUAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
Eu sempre fiquei meio com um pé atrás com relação ao Cristóvam Buarque, mas agora ele provou definitivamente que pirou na batatinha, surfou no iogurte e deslizou no purê. Segundo seu projeto de lei, alunos da rede pública de ensino serão OBRIGADAS a assistir a filmes brasileiros, no prazo de um mês, no mínimo 2h!
Entra semana, sai semana. Começamos mais uma sessão, onde o reino de Mordor abre seus portões maléficos e uma turba de orcs acéfalos conseguem escapar, cavalgando em trolls sem-noção. Wargs desistiram de passar por aqui e, por isso, os elfos estão entediados. Entretanto, ainda aparece uma ou outra sandice que merece ser postada, e hoje, nós temos duas pelo preço de uma. Enjoy yourselves!
A presença da ciência em nossos dias é o que se chama de truísmo – uma verdade tão clara que enunciá-la se torna uma redundância das mais desnecessárias. Ninguém negaria que vivemos em um mundo em que os frutos da ciência cada vez mais se tornam presentes em nossa vida cotidiana. E esses frutos não se limitam a essa gama de ferramentas da vida prática e material que o desenvolvimento da tecnologia possibilitou. Mais do que isso, adentram o mundo do pensamento e das visões de mundo.
Dale McAlpine é um daqueles crentes retardados que acham que não fazem nada de mais se tratarem seus semelhantes de forma imbecil, usando pretextos bíblicos para vociferar sua homofobia idiota, só por não ter tido o direito de usar um vestido na festa de formatura. Ok, a parte do vestido é uma especulação, mas não deve ser muito diferente da verdade.
Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray, autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele, Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era demais (ou não).