Kamadhenu não é pouca merda, não. Ela pertence ao deus Indra, o deus das tempestades da religião hindu. Uma espécie de Iansã que passeia de elefante. Kamadhenu tem o poder de enfurecer os seres e transformá-los em monstros incontroláveis dar ao seu dono tudo o que ele quiser. Indra, portanto, apesar de ter sido chutado do comando sobre todos os demais deuses, ainda é muito rico e poderoso. O detalhe é que Kamadhenu é uma vaca (no sentido zoológico e não por ter dado uns rolés na rua Augusta nas perdidas da madrugada) e, por causa disso, vacas são consideradas sagradas, ninguém pode passar a mão na bunda delas, digo, ninguém pode sequer mexer com elas e muito menos matar. Matar deuses dá um azar danado.
Como nada supera a engenhosidade humana na hora de fazer merda, e levando em conta que o Capitalismo dá aos seus clientes o que eles querem, apareceu uma espécie de mercado-negro de vacas na Índia, tendo em vista uma única coisa: churrasco!
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Vi
Uma coisa bem chata é quando o comentarista escreve um testamento daqueles. Tem uns que chega a dar sono! Mas o pior é quando o idiota escreve bagarai, não coloca NADA em relação ao que você escreveu e surta de maneira tão épica que deveria estar em algum compêndio de psiquiatria. Obviamente, este tipo de comentário não é aprovado e normalmente eu deleto direto. Mas quando sai algumas pérolas como as que se seguirão, não tenho como não compartilhar com vocês.
Por Leonardo Veloso
Muitas pessoas sonham em ter seus nomes imortalizados. Almejam alguma forma de fama ou reconhecimento, de maneira que não sejam esquecidos. Bem, nem sempre isso acontece do modo esperado, como foi o caso de um certo fazendeiro de nome Wilfred Batty, morador da Tasmânia, um lugarzinho que vc amaria de paixão ficar bem longe. Batty não ficou famoso por pescar um imenso dourado ou ter descoberto petróleo em sua fazenda. Batty ostenta a ignominiosa ventura de ter mantido em cativeiro, e depois matado o último dos tigres da Tasmânia, mais conhecido como tilacino e não tão conhecido como Thylacinus cynocephalus. Agora, eles estão totalmente extintos, mas a arrogância humana pretende mudar isso, não só para o tilacino como para outras espécies. É certo isso?
Uma das coisas mais chatas em se debater sobre Educação é que sempre tem algum mané que diz como as coisas estão melhorando “apesar de faltar muito a fazer blábláblá cocoricó”. Não, não sou negativista, eu falo o óbvio, o que está mais do que na cara: o Ensino no Brasil está uma verdadeira MERDA e ninguém parece se incomodar com isso, pois “já foi pior”. Pior? Creio que não, como é apontado pelo relatório De Olho nas Metas 2012, produzido pelo movimento Todos Pela Educação. A coisa está feia, a ponto de só pouco mais de 10% dos alunos terem aprendizado adequado à sua série em Matemática ao final do Ensino Médio.
Paywall é a arte e a técnica que alguns sites de informação utilizam para tirar dinheiro de você, dando-lhe informação em troca. É o que muitos sites de jornais fazem, como a Folha, o Globo, o The New York times etc. A saber, segundo os moldes destes, você leria um certo número de artigos gratuitamente, mas depois teria que comprar uma assinatura (seja online ou do jornal de papel, mesmo). No caso de artigos científicos, seria certo cobrar pelos artigos científicos? Afinal, a Ciência não é de propriedade da própria Humanidade?
Tudo tem que ser verde, hoje em dia. Combustível tem que ser verde, casas têm que ser verdes, só podemos andar no verde, meu papagaio é verde e meu gerente recomenda o mesmo para a minha conta bancária (mas desejando ardentemente que não). Só que os atuais combustíveis verdes podem não ser tão verdes assim, como mostra um relatório que avalia a produção de combustíveis produzidos por algas e seu custo relativo.
A multidão ensandecida quer justiça! Ela se cansou dos desmandos dos poderosos e resolveu fazer algo contra isso. Os anônimos iniciaram um clamor popular e o homem do alto de seu palácio sente que dias negros se aproximam. O homem do palácio resolveu que algo tinha que ser mudado e o Presidente lhe dera carta branca; mas ele não contava com o Poder do Povo, e este estava decidido… Decidido a continuar na imundície, pouco importando quantas pessoas estavam morrendo.