Lembram quando Jim Carey falou sobre vacinação? As pessoas têm a tendência de dar ouvidos a leigos. Bastou ser famosinho, todo mundo dá ouvidos. Afinal, para que ouvir os especialistas e demais profissionais da área? Semelhante a isso foi o caso das bobagens cavalares que o Fernando Meirelles disse num encontro de abraçadores de árvores. Ele agora se julga ambientalista. Aham, tá. Segundo Meirelles, cientistas precisam falar mais a linguagem do povão e não vir com gráficos, dados, estatísticas e tudo o que forma a ciência. Ele quer coisinhas lindinhas que tocam o coração. Isso explica porque canais de Ciência como o Discovery passou a veicular aqueles programas para retardados mentais. Mais novela, menos comprovações, foi o que entendi da retórica burra do Meirelles.
Divulgando a imbecilidade alheia junto com muita Ciência, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Pesquisas recentes indicam um aumento da prevalência de intolerância à lactose. Mas se formos bem honestos, tolerância à lactose é algo bem recente. Até a cerca de 9000 anos, o único leite que tomávamos era o de nossas mães. Daí, apareceu mutações genéticas que nos deram os poderes X-Men de podermos ingerir leite de outros mamíferos. O poder nutricional do leite ajudou no assentamento de pessoas, já que bastava ter uma dona Mumu ali no estábulo (na verdade, nós praticamente “inventamos” as vacas, já que elas não existiam naturalmente) e tínhamos comida, diminuindo a necessidade de sair pra caçar, e virar caça, como efeito colateral. Povos que ser alimentavam muito de leite, por seleção natural, esta danada, têm menor tendência a ter intolerância à lactose. O Brasil, país marcado pela alta taxa de miscigenação, chega a 40% de intolerantes à lactose e países do extremo oriente, como Japão, chegam a ter 90% de intolerantes à lactose.
A Alemanha prima pela eficiência. E isso inclui a vergonha alheia. Na sexta-feira da semana passada, 4 de setembro, uma conferência de medicina alternativa acabou mais animada do que deveria. Na conferência, delegados de vários lugares foram discutir as últimas tendências da Homeopatia, só não iam apresentar artigos científicos comprovando sua eficácia because things…
Não é um vídeo falando com detalhes do Método Científico. É apens uma reflexão sobre os mesmos e o quanto são importantes. Nada muito detalhado, mas que eu queria gravar assim mesmo. Chamem de vaiade, se quiserem, pois tudo é vaidade.
Meus vassalos me trouxeram uma notícia incrível e fabulosa. Fiquei com lágrimas nos olhos, meu coração se encheu de felicidade, meus pulmões respiraram aliviados e meu pâncreas dançou polca. O Brasil descobriu a cura do câncer! ÓMAIFUQUINGÓDE! Saiu até uma entrevista com o autor da pesquisa, salientando a má vontade do Governo em minimizar o sofrimento da população.
Hoje é início de fim-de-semana. O fim do meu salário já veio e o fim-de-mês ainda está a uns 40 dias daqui.
Você aí que espera pelo T-Vírus, um meteoro ou a ascensão do Skynet. Quantas vezes eu terei que dizer que o mundo acabará no apocalipse bacteriano? Uma teoria ainda não escrita diz que bactérias têm origem na Austrália; e se ninguém a escrever, eu escrevo e ganho um prêmio Nobel, nem que seja entregue comigo estando numa camisa-de-força.
Uma das desculpas (idiotas) dos vegans para pelamordedeus não comer carne, é que vacas têm flatulência. Sim, isso mesmo, vacas peidam. E essa quantidade de vaca peidando enche a atmosfera de metano, que é um gás de efeito estufa, o que intensifica o aquecimento global. 7 bilhões de seres humanos peidando, não. Peido humano não tem problemas, pelo que vegans dizem.
Soldados! Aqui, 4000 anos de história vos contemplam. Aqui, tesouros vos aguardam! Não o tolo ouro, cujo valor varia de sociedade para sociedade. O principal tesouro é a cultura, a Ciência, os segredos escondidos aqui, mas conservados nelas, nas múmias.
Um dos problemas da Seleção Natural é que ela não existe. Se existisse, não teríamos como ter seres vivos estáticos. O problema é que ninguém avisou a esses seres vivos, porque eles insistem em continuar se reproduzindo, sofrendo mutações e sendo selecionados pelo ambiente. São seres vivos ateístas, que parecem não ter fé em Nosso Senhor.