Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Hayden Allen viveu na pele este infortúnio. Por causa de um acidente de moto há alguns anos, Allen ficou paralisado do peito para baixo, sem a menor capacidade de andar, já completamente desenganado pelos médicos. No entanto, os inventores Richard Little e Robert Irving decidiram que não podia ser simplesmente assim, pois eles tinham a tecnologia capaz de fazer Allen voltar a andar. Talvez não mais forte ou mais rápido; simplesmente, andar novamente. E fizeram!
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Essa será para as Alfacinhas do Senhor, seguidores da religião talibã do Brócolis Sagrado, enfiar o dedo no chuchu e rasgar. Os sádicos, perversos, torturadores, maníacos, assassinos, psicopatas e que profanam os bichinhos miguxos com sua ânsia de entender melhor o mundo, descobriram que ao se desativar um gene, os níveis de estrogênio a que o cérebro é exposto fez com fêmeas de ratos rejeitassem os avanços de seus companheiros do sexo masculino, com a tola ideia de se acasalarem. Em outras palavras, as fêmeas estavam se comportando como se fossem do sexo masculino, ou seja, as ratinhas de Minnie viraram Mickey. Só não se sabe se elas também estavam cuspindo no chão e coçando o saco.
Somos muito dependentes de nossa visão. Achamos que é o principal sentido do corpo (não é), pois estamos acostumados a procurar com os olhos e esquadrinhar o ambiente em que vivemos com uma varredura de olhar. Só que nada é perfeito nos organismos vivos, apesar do que querem que você acredite; e nossa percepção prega truques em nosso olhos, fazendo surgir as chamadas “ilusões de óptica” (não me esqueçam do P). É por causa disso que sempre nos assombramos com o que vemos, que na verdade não vemos. Apenas somos enganados quando o cérebro preenche lacunas com as poucas informações que recebe.
Vida de cientista não é fácil. Temos que lidar com as coisas mais obscuras, onde pessoas ditas “normais” torcem a cara (e o nariz) para nosso ramo de atividade e gaha-pão. Um perfeito exemplo disso são os cientistas da Universidade de Liverpool, que estão estudando as emanações de metano por vacas, a fim de deterinar o quanto elas contribuem para o aquecimento global, antes de viorar o nosso amado hambúrguer cm alface, queijo e molho especial (não, hambúrgueres não são feitos com carne de minhoca).
Antes que você pense bobagens, não se trata do seu presidente em atos indecorosos. Trata-se de tão somente uma perversão de cientistas torturadores, que não respeitam o reino animal e colocam (ops) a descoberto algumas peculiares de moluscos desavisados. Dessa forma, eles pegaram a pobre coitada e arregaçaram suas intimidades. Bando de cientista sem coração, que ficam fuçando a vida sexual das pobres lulas; taí o que arrumaram: uma lula com priapismo. Não se tem mais respeito pela natureza e não se pode espalhar seus genes por aí que algum maluco vem logo cortar o seu barato.
Hoje é edição especial, já que é comente de uma única “pessoa” (se bem que eu acho que ele não passaria no Teste de Turing). O amiguinho Max Machado, que nasceu em 1983 e usa o hotmail (mas eu juro que não divulgarei o endereço de e-mail), resolveu que a semana estava sem graça e resolveu usar seus poderes mágicos e mostrar a relevância de sua irrelevância, decidindo brindar-nos com a sua incrível dialética. Solta ao verbo, Max.
Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza,
Você ainda tem alguma ilusão como o mundo antigamente era tranquilo de se viver e o bicho-homem é o único a colocar medo em todo mundo, recentemente? Com certeza você não viveu no tempo de Leviatã, que longe de ser um ser mitológico, era bem real. E malvado. E ruim, e perverso e comedor de baleias! Leviatã era uma cachalote tão bad ass que faria Moby Dick sair correndo ao berros (sim, eu sei que baleia não berra. Sim, eu sei que baleia não corre). Mas, imagino que o maluco do Ahab seria doido suficiente para ir atrás dela, que arrancaria dele algo mais do que apenas uma perna sem graça.
Muito prvavelmente, você faz uso vez por outra do Google translator. Até eu uso, mas, óbvio, não é a 8ª maravilha do mundo, mas quebra um galhão às vezes. Este tipo de algoritmo é complicado, dada as nuances de cada idioma e, claro, a perfeição é uma meta ainda longe, mas as melhoras são sensíveis, principalmente para quem conheceu o Babelfish em seu início.