Então, você resolve passear e conhecer melhor a Natureza. O mundo natural é tão lindinho e ordeiro, prova cabal de um Criador Supremo, onde campos verdejantes e de temperatura amena estão repletos de coelhinhos se eu fosse como tu pulando pra lá e pra cá. Você, plenamente confiante que tudo aquilo foi feito para lhe servir, sai saltitante pela floresta da Indonésia, usando vestidinho azul e cantando a música do Mágico de Oz, quando de repente, não mais que de repente, a marvada cai bem na sua cabeça. Você olha e… UMA COBRA!
Peraí! Cobra voa?

Então, você, meu amigo/minha amiga, está triste e cabisbaixo, seu time não se classificou no Brasileirão, você não emplacou trend topic no Twitter e a gostosa do 302 mal te dá bola, não fique assim. Isso é devido a você ser um Zé Ninguém e não ter uma profissão, ou sequer um emprego. Agora, seus problemas acabaram! Basta você ingressar num curso superior e metade dos seus problemas estarão resolvidos (criando outros problemas, como PAGAR pelo curso).
Ok, eu sei que você queria um. Quem não quer um exoesqueleto pronto para aniquilar qualquer coisa que apareça na frente? Provavelmente, quem não é psicopata… Enquanto isso, cientistas estudam técnicas que possam ajudar deficientes físicos ou com alguma lesão na medula espinhal (se definitiva ou não, não importa) para que possam andar novamente. É nisso que um grupo de pesquisadores suíços está trabalhando, e se você só conhece a Suíça por causa de queijo, chocolate e contas numeradas, tá na hora de rever seus conceitos…
Uma das maiores dissipações de energia da Natureza, e muitas vezes de forma violenta, são os vulcões. Se você estudou uma quinta série (6º ano) decente, você sabe que vulcões agem como verdadeiras válvulas de pressão, recobrando o equilíbrio isostático do manto. Essas "válvulas", muitas vezes, explodem de maneira fantasticamente destrutiva, levando consigo tudo oque tiver no seu raio de ação, lançando rochas derretidas a altíssimas temperaturas, fluxos piroclásticos, cinzas e toneladas de dor, morte e destruição.
É galo na cabeça. Nem que seja na cabeça do monte de retardados que escrevem besteira aqui. Eu já nem fico pensando que a insânia deixou de existir, pois sempre tem um animalzinho pronto para alegrar a vida de vocês, meus súditos! entre malucos espíritas, idiotas rosacruzes e faxineiros de univerçidádis que insistem em escrever besteira, mas saem correndo com o rabisteco entre as pernas quando eu pergunto coisas simples, o mundo continua o mesmo e vocês podem se deliciar com mais uma edição da sua, sempre sua, para sempre sua: VOZ DOS ALIENADOS!
O que mais engana as pessoas no processo de evolução por seleção natural é achar que ele é o que pensam que seria. Não é. Evolução é ardilosa e não pretende atender seus pensamentos pré-concebidos. A Evolução é o que é. Não tem nada a ver com melhoria, não está relacionada com poderes mágicos e nem com os antigos espíritos do mal.
Indo direto ao assunto, Jack Andraka é um burguesinho que, ao invés de estudar a moderna conjuntura sociológica e discutir o papel dos trabalhadores no processo produtivo e xingar a elite neo-liberal, fez algo um tantinho diferente: criou um método de detecção de tumores no pâncreas, melhor do que se tem atualmente. Ah, sim. Ia me esquecendo! O jovem cientista tem apenas 15 anos.
Se você não é desinformado, sabe do eclipse que ocorreu no último domingo. Infelizmente, a Veja, a Rede Globo e o seu Juca da padaria fecharam um acordo com o Universo e não transmitiram o evento no Brasil. Você está espumando de raiva e quer xingar muito no twitter, nem que seja a minha mãezinha, que teve a graça de não me matricular em nenhum colégio vagabundo que usa o método do Paulo Freire. Entretanto, ver um eclipse daqui do chão é coisa chinfrim. Maneiro mesmo é ver de cadeira cativa.
Pergunta corrente. Quanto de água temos no planeta água? Sabemos que 3/4 da superfície terrestre é coberta de água, e isso impressiona com a imensidão volumétrica que deve ser toda a reserva hídrica do planeta. Mas as coisas podem não ser assim, e a primeira impressão pode enganar às vezes.
A série Grandes Nomes da Ciência traz relatos de cientistas esquecidos, ou de "cientistas" que trazem conhecimento mediante seus próprios meios. Desde meninas curiosas até múmias, desde escritores a macacos, desde meninos pobres, mas curiosos, até programas televisivos, pessoas trazendo o saber e desenvolvendo o mundo, fazendo-o ter um pouco mais de sentido sempre foram importantes na humanidade, apesar dessa mesma humanidade sequer saber disso. Aqui temos a relação de cada um dos grandes nomes da ciência que fizeram a diferença no mundo… ou nem tanto assim.