Você deve conhecer algo sobre os cananeus, aquele povo que Jeová mandou que os israelitas aniquilassem, já que o deusão achou uma boa ideia dar a terra dos caras pra hebreuzada, com quilômetros e quilômetros de terras vazias. Obviamente, isso e mito, historinha pra boi dormir. Mas o que realmente se sabe do povo que viveu lá pelas bandas da Palestina até a Jordânia?
Agora, Arqueologia e Genética procuram responder a perguntas como “quem diabos, eram aqueles caras?”. Nem me preocupo em responder a coisas tipo “eles foram mesmo massacrados pelos israelitas?”, pois a resposta é óbvia.

FUD é acrônimo para Fear, Uncertainty and Doubt (Medo, Incerteza e Dúvida). É algo que é usado desde séculos atrás, como veículo de propaganda, que não foi inventada no século XX. Ramsés II já usava propaganda para dizer o quanto ele foi um general fodástico na Batalha de Kadesh. Tudo bem que os Hititas fizeram a mesma coisa, e como naquela época não tinha Google, ficava difícil dizer o que acontecia fora do vilarejo.
Me perguntaram o que significava ser cientista. Não só isso! Perguntaram como ser cientista. O que é preciso. Muitas vezes os pais nem são muito ligados em ciência, mas veem o interesse dos filhos. Assim, pais até querem saber mais, até para orientar melhor suas crias. Isso é muito legal!
Eclipses são legais. São misteriosos, incríveis… algumas vezes assustadores, ainda mais se você não entende muito como eles funcionam. Este ano o hemisfério norte poderá ver um eclipse total do Sol. Que tal algumas dicas para observar o fenômeno e… afinal, como acontece um eclipse, mesmo?
Eu me lembro de um antigo livro chamado O Corpo Fala: A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal, de Pierre Weil. Neste livro ele aborda situações e como reagimos instintivamente, de forma que pudesse ser interpretado como mensagens. Sacam o seriado Lie To Me? Pois, é. Daí fica o pensamento. E se nós montássemos um banco de dados com situações e gestos, analisando o significado e montando uma espécie de tradutor de linguagem corporal?
Sim, pessoal, estamos de volta. Faz muito tempo, e as coisas têm andado muito devagar. Os trolls da Internet estão mais preocupados com o arranca-rabo presidencial, com Lula sendo preso amanhã, Rodrigo Maia fazendo cosplay de Grande Líder da Melhor Coreia, Gretchen voltando a ser símbolo sexual (benzo-me) e – imagino eu – Collor fazendo dancinha e dando gargalhadas em casa.
O Observatório Nacional teve uma ideia que eu realmente acho muito boa: um Curso à Distância sobre Astronomia. Infelizmente, não sei quem teve a insânia de produzir e, pior ainda, de liberar um lixo de apostila cheia de erros conceituais, diagramação e tinha até mesmo indicação que tinha animação em Flash. E isso num PDF!
O mundo antigo, bem antigo, já não era lá essas coisas lindas que filmes de monstros fazem crer. Nada de dinossauros cuspindo fogo, nem gorilas gigantescos e nem nada remotamente parecido com um Kaju. Ou seja, era algo chato, ainda mais no período Jurássico, que não tinha dinossaurões. Ainda assim tinha muita coisa para se preocupar. Era um mundo perigoso e, hoje, vemos que sempre estivemos frente a frente com vários perigos.
Diferente do que pensa gente culta e inteligente, com formação especifica, como Zezinho, o moleque de 13 anos que vê vídeo conspiracionista no YouTube e foi reprovado em Ciências (de novo), a elevação da temperatura global é um fato, que pode ser observado por qualquer entidade de pesquisas que não se baseie em vídeo de perfil falso no YouTube. Uma pena que registros via satélites e in loco fornecem bastante dados a respeito, a não ser que você seja tão especializado como o Aldo Rebelo.
Asteroides são um perigo real, só não se sabe se é imediato. Aqueles pedregulhões do mal lá no Espaço podem muito bem entrar em rota de colisão. Para tanto, nós temos vigias. Gente perscrutando o firmamento, prontos para entrar em ação no caso do pior acontecer, avisando com antecedência.