Quando a pessoa chega ao ponto que precisa de um transplante (seja do que for) é sinal que ela está bem ferrada. Essa é a parte da queda, e como sabemos que além de queda, coice, tem a parte inconveniente que você ganha um órgão novinho (ou não tão novinho assim) e seu corpo tosco acha que aquilo é um brutal invasor e faz de tudo para impedir que aquele órgão que o ajudará a sobreviver por mais alguns anos lhe ajude a sobreviver por mais alguns anos, mandando tudo que é tipo de agente imunológico para combater aquele Boulos biológico.
Como sempre é legal ter formas de prever quando seu corpo bancará o latifundiário a ponto de mandar os jagunços expulsarem aqueles sem-terra, pesquisadores estudam um novo exame de sangue detecta lesões de enxerto de tecido nos primeiros três meses após uma cirurgia de transplante (no caso, transplante de pulmão).

O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?
Se vocês me acompanham há muito tempo, devem ter lido vários artigos sobre epilepsia. Alguns tratamentos com medicamentos, outros usando optogenética. Entretanto, para os casos bem graves, a ciência não descobriu um medicamento ou tratamento realmente efetivo. Ainda estamos tateando no escuro, mas parece que agora estamos perto do interruptor; ou, pelo menos, estamos indo até ele.
Dizem que Einstein falou que a imaginação vale mais que o conhecimento. É tão-somente mais uma fanfic para justificar gente ignorante. De qualquer forma, a imaginação pode não valer mais que o conhecimento (e não vale), mas em determinadas situações ela acarreta numa mesma resposta orgânica, isto é, se você tem fobia a algo (boletos vencidos, por exemplo), só de imaginar o disparador dessa fobia seu corpo começa a agir da mesma forma se este disparador estivesse na sua mão. Ou seja, imaginar boletos vencidos e ter alguns na sua mão acaba lhe levando ao pânico.
Você deve se lembrar da celeuma com a Miss Espanha que concorreu ao Miss Universo, sendo que ela é ele, mas não é ele, é ela. Bem, a Miss Espanha é transgênero, que segundo informações é operada e talz. Você vai fazer cara de nojinho, mas pegou coisa muito pior na sua vida que eu sei, e todo mundo queria pegar a Roberta Close antes de ser operada. Uma das principais alegações é que a Miss Espanha não tinha cromossomo XX e sim XY. Bem, vocês devem saber que Biologia não é ciência exata, né? Pois é, filhotes, uma nova pesquisa apontou por que os cromossomos X e Y não determinam o sexo do bebê.
Você pensa que todos são iguais, mas isso não é verdade. E sim, etnias são diferentes, sendo que algumas têm maior ou menor tendência a certas doenças. Não, a Natureza não é racista, ela apenas é o que é. Por exemplo, pesquisas mostram que negros podem ser duas vezes mais propensos a desenvolver Alzheimer do que brancos. Qual o motivo? Ninguém sabe, já que não havia mistura de diferentes etnias nas pesquisas. Ou se pesquisava brancos ou negros; dificilmente tendo um número expressivo de ambos dentro do mesmo grupo de pesquisa.
Esta é a terceira (e última) parte dos melhores artigos de 2018. Não, não terá mais nenhuma relembrança, ´prometo. O que teremos são artigos mesmo, mas calma lá, né? Eu gosto de relembrar estes artigos. Alguns eu até tinha esquecido, e se eu mesmo esqueci dos temas, que dirá os leitores. Isso sem falar que muitas vezes perdem a oportunidade de lê-los assim que sai, como eu falei na primeira parte. Nada demais nisso. Mas vá lá. Já tomei muito o tempo de vocês, vamos aos artigos
Artrite é uma das doenças que mais acomete as pessoas no mundo todo. No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas têm artrite, o que está de acordo com a média de 1% em todo mundo. Esta doença é muito debilitante, e as pessoas vão perdendo os movimentos das mãos, em que pode-se chegar num estágio de nem poder segurar um copo direito. Qualquer ajuda seria bem-vinda, certo? Bom, nos mesmos moldes que Bluetooth, tudo fica melhor com impressoras 3D.