Nada é mais ridículo que religioso metido a inteligente querendo decidir pelos demais. Isso acaba acarretando em uma coisa estranha no país. Se antes o Brasil era o país do futebol e do carnaval, agora é o país do aborto, pois nunca antes na história desse país falou-se tanta bobagem sobre o tema.
A bola da vez é a coleta de, pelo menos, 300 mil assinaturas, para enviar um projeto de iniciativa popular para votação na Assembleia Legislativa, visando alterar a Constituição Estadual de São Paulo. Maiores penas para traficantes? Melhoria na Educação? Penas severas para pedófilos? NÃO! A emenda à Constituição Paulista é para proibir DE VEZ o aborto, já que os retardados do Império do Mal Vaticaniano não conseguem, não conseguirão e ficarão chupando o… dedo eternamente e não mudarão a Constituição Federal.
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Nada como o amor cristão. É a ele que devemos boa parte dos inquietantes acontecimentos históricos nos últimos 20 séculos (como as Cruzadas, a Noite de São Bartolomeu, a Inquisição, a Guerra dos 30 anos, o Cisma do Oriente etc.). Eu realmente rio MUITO quando as Ovelhinhas do Senhor soltam perfeitos exemplos do seu profundo sentimento cristão em amar, respeitar e tornar-se amigo do próximo. Foi para isso que eu criei esta série, que é uma das mais famosas do site. Bem, para felicidade de todos e escárnio geral da nação, declaro aberta mais uma VOZ DOS ALIENADOS!
O mundo religioso é estronho e esquésito. As reações das pessoas beiram a insanidade e as ações subsequentes demonstram que muitos não desenvolveram córtex cerebral, ficando apenas com a parte reptiliana. Foi mais ou menos que aconteceu na prova do vestibular da UFPR, no último dia 14/11. Uma das candidatas estava rezando antes de entrar no local da prova, perdeu-se nos pensamentos do senhor Jesus e os portões foram fechados, deixando a pobre coitada do lado de fora.
No doce e amoroso mundo religioso, ciosos das palavras cândidas do Sermão da Montanha, vemos como o lindo amor cristão na paz do Senhor Jesus Jóquei de Jegue esquece do que está escrito no Evangelho de Mateus. Quando Uruk-Hais se encontram com os Haradrim o resultado é catastrófico. Elefantes-guerreiros e antas atoleimadas saem na porrada; e foi isso que aconteceu ontem, em Sapucaia do Sul, no Rio Grande, tchê. Um bando de Ovelhinhas do Senhor viram os bodinhos de Oxalá* arriando um despachinho básico, na santa paz de Iansã e resolveram partir pra porrada. Resultado: um deles foi morto a facada.
Abriram os portões da insanidade nesta semana. O mundo surta e fica mais biruta do que já é. Que nerds esquizofrênicos piram na batatinha e esquecem do mundo quando estão jogando, é público e notório; mas parece que isso não é louco o suficiente. Uma moradora do norte do estado norte-americano da Flórida, pôde demonstrar ser totalmente idiota ao matar seu próprio bebê. Não por um acesso de ciúme ou ataque de pelanca. Simplesmente, o bebê estava chorando no exato momento em que ela jogava Farmville
Estamos de volta ao ridículo mundo da pseudoeducação, onde vagabundos fazem o que querem, pessoas inocentes acabam agredidas e os psicopedarretardados acham tudo lindo e maravilhoso, que nem no filme da Mary Poppins. A camarilha do politicamente correto não consegue ver o mundo verdadeiro, ficando numa ideia idílica que as pobres criancinhas são delicadas e boazinhas, como se estivessem morando na Suíça. Daí, sobra que me mandam notícias sobre como a camarilha está errada e o mundo continua sendo o que sempre foi… infelizmente, e sem esperança de mudar. Se bem que pode mudar para pior, e é o que temos quando diretores de colégios são agredidos a pedrada (coisa que eu já tive vontade de fazer com o diretor de onde trabalhei, mas eu ainda sou civilizado) e universiotários decidem fazer Rodeios de Gordas.
Medo é uma excelente ferramenta. Ele nos protege de ter ideias idiotas, como chegar perto de um PM e xingá-lo. Melhor fazer pelo twitter. Também faz as pessoas agirem feito imbecis, se a notocorda entrar em surto. Foi mais ou menos isso que aconteceu em Versailles… o subúrbio e não o palácio. Quando um bando de toscos viram o que se achou ser o Diabo, Rabudão, Capeta, Tinhoso, Pé-de-Bode, Bicho-Feio, Satã ou algo parecido com a minha sogra, 11 “brilhantes” parisienses resolveram morrer a perder a alma e saltaram pela janela de um apartamento no 2º andar.
Como todas as doenças, o autismo é algo que as pessoas esperam encontrar nos filhos dos outros. Nunca nos próprios. É uma desordem neurológica, quando os neurônios-espelho surtam e o resultado nunca é o mesmo. Sim, há diversos níveis de autistas e nem sempre é como o Rain Man. Nos EUA, a prevalência do autismo se dá em