
Diógenes Laércio é meu filósofo favorito. Ele caminhava pelas ruas procurando um homem honesto com uma lanterna. Acharam-no louco, mas ele sabia, como todo filósofo cínico, ele sabia o que iria encontrar; era a busca a verdadeira questão. Agora, imaginem Diógenes percorrendo o Vale do Silício com sua lanterna em pleno meio-dia. Não está procurando um homem honesto dessa vez. Está procurando concorrência. A lanterna continua acesa; o resultado é parecido. Continuar lendo “A concorrência digital morreu no meio do almoço”









