Me lembro bem de uma frase do filme Jurassic Park: “A vida sempre encontra um jeito”. A sobrevivência de alguns seres vivos é estupenda, ainda mais quando são seres vivos simples, pois a menor especialização faz com que suas necessidades de sobrevivência sejam poucas também. Um perfeito exemplo disso são os micróbios descobertos pelo microbiólogo Brian Schubert, da Universidade do Havaí. Algumas pessoas acham que micróbios são apenas micróbios e pronto. Normalmente, eu não teria como censurá-los, mas deve-se levar em consideração uma coisa muito importante: os queridíssimos micróbios estavam encerrados em um cristal de sal e conseguiram a façanha de sobreviver por 30 mil anos, alimentando-se apenas de restos de algas que estavam presos junto a eles. Este é o exemplo mais convincente até então para estipular a sobrevivência a longo prazo. Vai continuar dizendo que micróbios são todos iguais?
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Essa notícia agradará às mulheres de uma maneira fenomenal. Que o diga John Schmitt, um engenheiro mecânico da Universidade Estadual do Oregon, que está se baseando em modelos de insetos para projetar robôs que possam se locomover com desenvoltura em terrenos acidentados. Os atuais modelos, segundo o pesquisador, possuem problemas pois não são tão estáveis e o consumo de energia é, comparativamente, maior que o projeto do robô baseado em baratas que “podem correr rapidamente, ocupar o volume de um centavo, movem-se facilmente sobre terreno acidentado, e reagem a perturbações mais rápido do que um impulso nervoso pode viajar”, segundo Schmitt.
Então, chegamos a mais um fim-de-ano. Aquela época maravilhosa, com show do Roberto Carlos, retrospectivas sobre coisas que acontecem todo ano, falsidades, shows pirotécnicos e um monte de doces criaturas do sexo feminino ligeiramente embriagadas, a ponto de toparem qualquer enlace mais íntimo, mesmo que seja com você, meu caro loser.
Atenção povo carioca! Por um acaso vocês ficam em dúvida para onde vai o dinheiro dos seus impostos? Ficam encafifados por não verem melhoria na cidade, com ruas esburacadas, uma quantidade de mendigo que compete com a quantidade de ladrões e sujeira espalhada por todo lado? Por um acaso vocês se perguntam o que diabos o prefeito está fazendo que não resolve isso, ainda mais quando chove e a cidade alaga toda, como no caso da Praça da Bandeira, onde basta jogar um caneco d’água para tudo ficar parado? Não fiquem mais em dúvida, já sabemos a resposta! Os retardados do poder público, eleitos por uma massa mais retardada ainda, temem pelo Reveillon ser debaixo de chuva e, por isso, chamaram quem? Quem? Quem?
Jasão é um herói grego que, com a ajuda dos tripulantes do navio Argos – os Argonautas – envolve-se em muitas aventuras em busca do velocino de ouro.
Há 3000 anos, havia um grande império no Crescente Fértil: o Império Assírio; e foi lá por aquela região que inventou-se a escrita, tornando-se um marco divisor entre a pré-história e a História. Mas isso vocês já estão carecas de saber, bem como eles tentaram mandar na região com mão de ferro, mas o Egito ergueu o dedo médio e disse: Aqui, ó! Haviam também uns ridículos pastores de cabras que cortaram um pedaço do pinto, só para imitarem os egípcios. A Assíria resolveu tomar o proto-reino que estava se formando na mão grande e os refugiados correram com o rabo entre as pernas de sua região fértil, no reino de Israel, para o tosco reino de Judá, que não cheirava, nem fedia. O reino de Judá, só de sacanagem, resolveu ser baba-ovo dos egípcios. Mas, como a história desses ridículos camponeses, baby sitters de cabras, não nos interessa no presente momento, vamos dar atenção ao que um império de verdade fez, além de dominar parte do Mar Mediterrâneo até o Golfo Pérsico.
Segundo Daniel García-Castellanos, membro do grupo de pesquisa do Instituto de Ciências da Terra Jaume Almera, de Barcelona, o Mar Mediterrâneo se encheu em menos de dois anos com as águas do Oceano Atlântico que atravessaram o estreito de Gibraltar com um volume mais de mil vezes superior ao atual do Amazonas. Isso, com toda a certeza, fará com que um bando de idiotas criaBURRIcionistas aleguem que está definitivamente provada a ocorrência do Dilúvio.
Foram necessários milhares de anos para que nós, seres humanos, explorássemos nosso próprio planeta e séculos para que aprendêssemos algo a respeito dos planetas vizinhos, mas hoje novos mundos estão sendo descobertos toda semana. Até agora os astrônomos já identificaram mais de 370 “exoplanetas”, ou seja, corpos celestes girando em torno de outras estrelas além do Sol. Alguns são tão estranhos que confirmam um famoso comentário do biólogo J.B.S. Haldane, segundo o qual “o universo não é só mais bizarro do que imaginamos mas também mais bizarro do que conseguimos imaginar”.
Pesquisadores andam preocupados com o aquecimento global, apesar que outros cientistas não acham nada de tão alarmante. Como não pode deixar de ser, cria-se muito oba-oba sobre isso, mas também existem dados que mostram uma subida na temperatura de todo o planeta. Não se sabe até onde é por causa do próprio sistema climático da Terra, ou se a ação do homem tem uma parcela de culpa nisso.
Os sinais geológicos de extinções em massa são muito distintos: a foto ao lado mostra a marcação geológica que ilustra o período onde ocorreu a famosa extinção Cretáceo-Terciária, também chamada Extinção KT, onde a letra “K” é a inicial da palavra alemã “Kreide” que significa “giz”, e descreve a camada sedimentária de calcário proveniente daquela época, enquanto que a letra “T” representa “terciário”, o período geológico seguinte.