Nos meus memoráveis anos da infância/adolescência, eu sempre adorei os filmes do James Bond. Carros de luxo, cassinos, tiroteio, violência não muito violenta e 007 pegando tudo que era rabo-de-saia que aparecesse, enquanto tomava uma vodka-martini (batida e não misturada) e fumava um cigarro. Em anos politicamente corretos, o James Bond de Sean Connery não teria lugar. Tempo foi passando e eu preferi filmes mais dramaticamente profundos e com linguagem própria (Rambo, Comando para Matar, Braddock e etc). Outra coisa que eu apreciava muito eram os imensos cenários, rodados nos estúdios da Pinewood, onde o vilão parecia sempre viver num imenso hangar, armazém decoradíssimo ou coisa que o valha.
Uma das aventuras era contra Goldfinger, cujo plano diabólico (sim, vem um tenebroso spoiler) era explodir uma bomba atômica em Fort Knox, deixando toda a reserva em ouro dos EUA radioativo, fazendo o preço do metal ir às alturas (Nixon ainda nem sonhava em ser eleito presidente, se me compreendem). Enquanto vivíamos o pesadelo da 3ª Guerra Mundial ali na esquina, com uma chuva de ICBM caindo em nossas cabeças, James Bond lançou o medo do poder do átomo. Começou com a disseminação do cagaço e das críticas negativas no tocante da energia atômica. Bom, pelo menos é o que a Royal Society of Chemistry acha.
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Nós, seres humanos antiéticos, normalmente somos especistas e pouco nos importamos com outros animais. Agora, muito pior é quando reinos atacam reinos e uma verdadeira guerra começa. Nos recônditos do reino Plantae, há algumas criaturas maléficas que caçam, enganam e devoram animaizinhos indefesos. São as chamadas "plantas carnívoras", o pesadelo dos pobres e éticos vegans. Em termos de tamanho, as maiores são do gênero
Eu pensei em vários títulos quando eu vi a notícia sobre a qual falarei. Pensei também em "NASA traz o Inferno para a Terra", por exemplo. Mas vamos manter o título atual. Tudo porque a NASA procura entender como se dá o ecossistema venusiano (sem os incas). Os engenheiros do
Matírio. Um sofrimento sem propósito, na maioria das vezes (pra não dizer quase sempre). Grupos religiosos clamam para si que mártires jamais fariam a burrada de se submeter a sofrimentos por livre e espontânea vontade se não houvesse um propósito maior. Isso até tem um certo grau de fundamento, EXCETO se não prestarmos atenção aos detalhes. Não é uma questão de "fulano se matou em honra ao seu deus, logo seu deus existe". Fulaninho se matou (ou se deixou matar) por dois motivos: 1) É idiota; 2) Ele acreditava que estava honrando seu deus. Há vários exemplos na história da humanidade e um dos que mais gosto são os kamikases, que montavam no avião cheio de explosivos e se atiravam nos navios americanos, crentes que eram o vento sagrado (a tradução de "kamikase"), honrando o deus-vivo: o Imperador.
Esta eu vi no
Os noldorim choram. As Duas Árvores não mais existem, frente ao ataque brutal de Morgoth, o sinistro inimigo do mundo e suas hostes. O mundo escureceu-se. Mas a esperança, não, pois o grande deus Ilúvatar sabia que isso ia acontecer, mas o motivo que ele teve em não fazer nada é desconhecido até mesmo pelos sindarim. Em Eldamar, os elfos contemplam o firmamento e olham estrelas, muitas estrelas. Eles que uma daquelas incontáveis estrelas era Eärendil que, viajando em Vingilot, trazia o brilho de esperança a todos os elfos.
A prefeitura da cidade do Rio de Janeiro já está com o dito cujo na mão. Todo ano acontece as mesmas chuvas, com as mesmas perdas, com a mesma ação (ou inação) das autoridades. Todo ano as chuvas causam estragos, desabamentos, mortes e o máximo que as "autoridades" fazem é apelar para fundações da cobra sei-lá-das-quantas a fim de pedir, de pés juntinhos, que não chova 3 dias sem parar, independente de qualquer mágoa. O próprio ministro Aloizio Mercadante, afirmou que o
A presa tenta nadar o mais rápido possível, mas seu destino está selado. Não apenas um par de olhos, mas uma miríade está em cima dele e o predador não o deixará escapar. Visão em infra-vermelho? Muito futurista na ocasião. O lance era ter vários olhos trabalhando juntos, de forma que pudessem captar formas nas piores condições de visibilidade possível. Aranhas e seus ridículos 8 olhos é cegueta perto daquele monstro chamado Anomalocaris, o Senhor das Profundezas, dono de milhares de estruturas oculares, capazes de fazer qualquer vítima tremer de medo nos idos do período Cambriano.
Em qualquer debate em que se questione a veracidade do relato bíblico, em especial o Novo Testamento, esbarramos num simples pedido: evidências. Provas que atestem que os escritos evangélicos são verdadeiros, marcas encontradas ao longo do tempo, livros, manuscritos, relatos ou uma simples carta, peça de cerâmica, mapas etc que possam sustentar as histórias bíblicas. No caso de Jesus de Nazaré temos um sério silêncio. Não temos relatos, não temos indicações, a geografia no relato de Lucas está errada, as descrições de eventos não batem, Gerasa (ou Gadara) não fica próxima ao mar, como é dito em Lucas cap. 8, escrito pelo mesmo autor que no capítulo 5 disse que o telhado das casas era de cerâmica (ou barro cozido), quando Marcos diz que eram tetos normais, isto é, tetos de palha, já que cerâmicas eram algo meio caro na época.
Eu já disse que gosto da técnica de time lapse (ou lapso de tempo). Muitos efeitos bonitos podem ser obtidos com fotografias sequenciais.