
Saturno é o Senhor dos Céus. Um magnífico, enormemente gigante e maravilhoso planeta. Seus anéis e satélites são um sistema à parte e estudar Saturno é entender como o próprio Sistema Solar se formou e atua.
O Hubble está meio velhinho, mas sábio e enxergando como nunca. Ele a todo momento nos traz coisas que não tínhamos visto antes. É preciso uma confluência de geometria, óptica e sorte, também. Quando essas três componentes estão em sintonia, acontece do magnífico telescópio trazer até nós novas e incríveis imagens.
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As pessoas acham que locais congelados não passam de um blocão de gelo. Não é bem assim, e apesar de grande parte do território da Sibéria estar congelado, tem água naquela região. Nem que seja sob a forma de gelo (eu tinha que fazer esta piadinha!). Mas sim, tem água líquida ali circulando. Água corrente sob a forma de rios que circulam lá por baixo, num imenso fluxo de água constante. Isso, os cientistas sabiam. Mas ainda há algo a ser descoberto lá. Mitos “algos”.
Que as geleiras estão em franco derretimento, é de pleno conhecimento de todos (a não ser se você for o Molion, que insiste em dizer que não, apesare de todas as evidências). Novos vídeos de lapso de tempo das geleiras e camadas de gelo da Terra, obtidos por meio de fotos tiradas do espaço, estão fornecendo aos cientistas mais informações sobre a velocidade do processo. Na reunião anual da União Geofísica Americana em San Francisco, pesquisadores divulgaram novas séries imagens do Alasca, Groenlândia e Antártica usando dados de satélites, que ilustram muito bem as mudanças dramáticas das geleiras do Alasca
Uma pessoa traz em si as marcas de sua vida, de sua história. Algumas ficam bem visíveis, no rosto crestado de rugas; em outras, as marcas são internas, e bem mais profundas.As marcas de vida de uma senhora podem estar visíveis, mas ela ainda guarda elegância, charme e altivez.Suas marcas estão lá, mas se estradas têm histórias, algumas marcas são uma vida inteira, como é o caso da Lua e suas crateras.
NASA está terminando a construção do próximo rover que irá em direção a Marte. Este é uma espécie de Making Of dos bastidores do desenvolvimento e preparação do rover, incluindo extensos testes em ambientes espaciais simulados.
Todo mundo sabe que numa disputa pela sobrevivência, quem detém as melhores habilidades ganha; a isso soma-se a tecnologia, não só em feitura, como manuseio. Quem é senhor da melhor tecnologia, tem larga vantagem. Costumam alegar que os neandertais perderam a competição pros Homo sapiens pelo fato desses últimos dominarem o fogo, enquanto os neandertais eram broncos e não eram capazes de produzir, manter e dominar o fogo. Sim, faz total sentido pensar isso, só que recentes descobertas mostram que pode não ser bem assim, e neandertais sabiam se virar muito bem com o fogão. Mesmo porque, ainda não havia micro-ondas e nem… AIRFRYER!
Há 200 milhões de anos, deu muito ruim no planeta Terra (não que isso seja novidade ou exclusividade. Houve outras extinções em massa. Essa foi apenas mais uma num mundo perfeito, projetado por um desenhista inteligente). A Extinção do Triássico-Jurássico foi uma extinção das mais severas, intensas e das que abalaram geral, quase limando toda a vida na Terra.
Tio Trump já abriu os cofres e já mandou o recado que é pra mandar americanos de volta à Lua. O prazo é 2024 e o nome do projeto é Ártemis,a irmã de Apollo, a Deusa Caçadora que contemplava a Lua. O objetivo primário é voltar lá, mas se pensa em muito mais, como fincar uma residência lá em que cientistas passarão mais tempo na Lua para estudar e descobrir tudo o que tiver lá para ser descoberto. Uma missão como essa é audaciosa, mas audácia é algo que nossos antepassados já tinham desde que o primeiro hominídeo resolveu o que tinha além da soleira de sua “casa”.
Em maio de 2016, uma sombra redonda foi vista passeando na frente do SOL. A observação feita pelo Solar Dynamics Observatory foi feita em diferentes comprimentos de onda. Trata-se de Mercúrio, cuja orbita coincidiu em ser bem através das lentes do SDO, que registrou tudo por meio de fotos, que foram agrupadas para formar este time lapse.
Estudar bicho de hoje é legal, mas maneiro mesmo é estudar animais antigos, como rinocerontes e yo momma. Infelizmente, yo momma não estava a fim, então, foram examinar osso de rinoceronte morto há cerca de 1,7 milhão de anos. De posse disso, cientistas conseguiram extrair a informação genética , e, claro, já tem maluco achando que vai dar para trazer de volta espécies há muito extintas. O que poderia dar errado?