A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.
Em 25 de março de 2020, o governo indiano meteu o louco e colocou sua população em quarentena severa, com direito a maravilhosas imagens da polícia solicitando educadamente que o povo fosse para casa. Isso acarretou numa redução drástica no tráfego de carros, ônibus, caminhões e aviões. E isso foi bem detectado pela NASA.
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Eu nem vou perder meu tempo explicando que nossa atmosfera é composta por 78% de nitrogênio. Todo mundo sabe isso, pois isso é ensinado no Ensino Fundamental. A não ser que você seja astrônomo formado no Brasil, aí é capaz de nem saber o que é ar, água e o Círculo de Fogo. Só tem um probleminha: esse nitrogênio teve que vir de algum lugar. De onde veio esta bagaça?
Talvez por culpa de nossos livros de ciência, pensamos que nossos ancestrais formaram uma escadinha evolutiva. Aquela fila não é bem a realidade; na verdade, os ancestrais estão em diversos galhos evolutivos, e muitos desses galhos cresceram juntos, um paralelo ao outro, e o mínimo que podemos esperar é que vários hominídeos tenham convivido.
A brutal extinção em massa no final do período Permiano, há 252 milhões de anos, mandou pra vala 95% de toda a vida na Terra. Pero dela, a extinção que aniquilou os dinos não foi nada. Mas tem um detalhe: evidências sugerem que esta extinção foi muito mais severa na terra seca do que nos ambientes aquáticos, de acordo com os novos leitos fósseis da África do Sul e Austrália.
Sim, você deve ter esquecido do rover Curiosity. Ele continua vivo e bem. Subiu no topo de uma colina, e para registrar tirou uma selfie no dia 26 de fevereiro de 2020, capturando o cenário em volta. Essas imagens são usadas para preservar a cena em que o veículo espacial perfurou amostras da superfície. Mas você já se perguntou como essas selfies são do ponto de vista do Curiosity? E por que o braço do veículo espacial não está na foto?
Nevascas são perigosas, mas, mesmo assim, mesmerizantes. Um bailar hipnótico de pequenos flocos dançando ao sabor do puro deslocamento regido pela inércia e as variáveis não-determinísticas de um sistema caótico e imprevisível. Agora, some isso a um mundo que não é bem um mundo, mas um cometa.
O Spitzer é um telescópio espacial, cuja missão é fornecer uma visão única do Universo usando a invisível radiação infravermelha. Com ele, é possível observar regiões do espaço ocultas dos telescópios ópticos, já que o Spitzer vê, basicamente, calor dos corpos.