Surdos e pessoas que escutam interpretam sinais de forma diferente

Pessoas com deficiência auditiva e as que não possuem têm algumas diferenças. Além da óbvia, é claro. O modo como nossos cérebros interpretam linguagens de sinais é diferente, a começar pelo comportamento dos olhos, principalmente quando esperamos pela próxima palavra, tanto para idiomas que dominamos para novos idiomas.

Uma pesquisa estudou esse comportamento dos olhos para “observação de sinais”, bem como eles são afetados pelo conhecimento do idioma do usuário e pela inteligibilidade da entrada de sinal.

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6 novas tecnologias da NASA para explorar Marte

Volta e meia aparece algum idiota relinchando ao perguntar para que a pesquisa espacial com tanta gente passando fome… bláblábá. Também não entendo por que ele gasta com um celular ao invés de gastar tudo em comida para dar aos pobres.

Já a NASA está desenvolvendo muitas tecnologias para enviar astronautas a Marte já nos anos 2030. O bom é que nenhuma delas irá se perder. Sempre damos uma utilidade, que nem quando compramos alguma tranqueira que não sabemos direito para o que, mas arrumamos um uso rapidinho. Aqui estão seis coisas nas quais estamos trabalhando agora para possibilitar futuras missões humanas ao Planeta Vermelho.

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O fim magnífico de uma relíquia espacial

Na década de 1960, a NASA estava estudando a atmosfera terrestre. Para isso, criou o programa Observatório Geofísico Orbital (Orbiting Geophysical Observatory – OGO). Foram seis satélites lançados pelos Estados Unidos. OGO-1 foi lançado em 4 de setembro de 1964; OGO-2, em 14 de outubro de 196; OGO-3, em 7 de junho de 1966; OGO-4, em 28 de julho de 1967; OGO-5, em 4 de março de 1968 e OGO 6-foi lançado em 5 de junho de 1969.

Todos eles já tinham terminado seu serviço há muito, muito tempo. Todos caíram e viraram caquinha na atmosfera terrestre. Todos, menos o OGO-1, que teve seu fim glorioso em 29 de agosto último, devidamente registrado.

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Perseverance pesquisa as crateras marcianas

Você curte o Curiosity, né? Então, que tal mais um rover? Pois é, o próximo rover que a NASA vai mandar para o Planeta Vermelho é Perseverance. Já que design que funciona é mantido, pois não há sentido em bater cabeça com algo do zero, o Perseverance possui design bem parecido com o do Curiosity. Mr. P levará sete instrumentos científicos para estudar a superfície marciana na cratera Jezero, totalizando 23 câmeras, e dois microfones. O veículo espacial também será acompanhado pelo helicóptero (eu vou chamar de helicóptero. Tô nem aí) Ingenuity, que ajudará a Perseverance a procurar locais para estudar.

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Um passeio pela Cratera Korolev

Este filme, baseado em imagens tiradas pelo Mars Express da ESA, mostra a cratera Korolev com 82 km de largura em Marte. A cratera recebeu o nome do engenheiro-chefe de foguetes e designer de naves Sergei Pavlovich Korolev, pai da tecnologia espacial russa. Este filme foi criado usando um mosaico de imagens feito de observações em órbita única da Câmera Estéreo de Alta Resolução (HRSC) no Mars Express.

A imagem em mosaico foi então combinada com informações de topografia dos canais estéreo do HRSC para gerar uma paisagem tridimensional, como em uma câmera de filme, para simular o voo mostrado no vídeo.

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Pesquisa japonesa garante: Bactérias conseguem viver no Espaço. Só não garante que não nos escravizarão

Vida em outros planetas é sempre uma possibilidade, mas é preciso entender uma coisa básica: será que eles conseguiriam sobreviver? Volta e meia alguém aparece com a teoria da panspermia, que efetivamente não soluciona como a vida surgiu na Terra; afinal, ela teve que surgir de algum jeito em outro lugar. Como? Será que o que temos aqui seria capaz de sobreviver lá fora?

Uma pesquisa japonesa que começou em 2015 parece ter algumas respostas e mais um zilhão de perguntas. Uma das respostas? Sim, bactérias podem viver no espaço, tomando radiação ultravioleta no quengo. O “como” foi uma das perguntas.

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Fogo no rabo da Ariane e gritaria para mandar tudo pro Espaço

O Ariane 5 é um veículo de lançamento espacial de carga pesada desenvolvido e operado pela Arianespace para a Agência Espacial Europeia (ESA), mas eu vou é chamar de foguete mesmo. Não gostou, tô nem aí. Esta gracinha tem cerca de 52 metros de altura, 777 toneladas de massa e dois estágios, sendo ótimo veículo para colocar no Espaço coisas que avoam, como satélites geoestacionários (sim, eu sei que eles não voam nem avoam. Não enche o saco).

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Artigos da Semana 27

Enquanto está todo mundo aqui no Rio congelando a temperaturas glaciais de  17ºC, com mínima de 10ºC, o que está prestes a transformar o Rio em filial do reino da Elsa, estou aqui com duas calças, meia, camisa, casaco e cachecol e uma canecona de chocolate quente, já que velho sente muito frio. Ao aproveitar este domingo, junte-se a mim dando uma lida no que saiu durante a semana. De preferência, com o aquecedor no máximo!

Um retratinho mágico do Sol

O Sol é uma estrela fascinante. O mais fascinante do Sol é ser uma estrela e estar bem próximo de nós, sem nos queimar de forma horrível. Por isso, podemos apreciá-lo, observá-lo, estudá-lo e, claro, admirar as maravilhas que só uma bolona de átomos sendo fundido a milhões de graus celsius poderia proporcionar. É um mundo só seu, sem ninguém pisar lá ontem, hoje e provavelmente pelo resto dos seus 5 bilhões de anos que ainda lhe restam.

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Como exoesqueletos realmente funcionam quando presos às pernas

Eu não preciso falar de exoesqueletos. Além de ser eugenia, como alguns idiotas falam, eles são um passo para o futuro, em busca de um mundo melhor. Estou falando de exoesqueletos, não de inúteis formados em Filosofia. Claro, nada é tão bom que não possa ser melhorado e, convenhamos, exoesqueletos ainda têm muito o que melhorar, mas cientistas estão fazendo a sua parte.

Uma recente pesquisa mostra como um sistema de rastreamento óptico (OTS, na sigla em inglês) – similar aos equipamentos empregado nas técnicas de captura de movimento usadas no cinema – ajuda a fazer modelagem computacional com o os procedimentos e forças envolvidas no uso de um exoesqueleto.

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