ETs em Ipuaçu: A volta dos que nunca vieram

Este é um artigo em homenagem ao glorioso povo de Ipuaçu e Xanxerê, exceto os analfabetos funcionais que não sabem o significado das palavras Aborígene e Barnabé. Houaiss mandou lembrança, gente.

Eu fiquei tocado com o amor do pessoal lá, povo humilde, trabalhador e que respeita quem pensa diferente. Um povo honesto e bem educado, apesar de terem me xingado de tudo que é jeito, mas tudo bem. Não conheço um só dono de site cético que não tenha sua coleção de xingamentos e ameaças. Deve ser falta de “séquiço” (escrevi como se pronuncia pra ficar mais fácil compreender). Continuar lendo “ETs em Ipuaçu: A volta dos que nunca vieram”

Sinais em plantações suscitam boatos de visitas ETs em Ipuaçu

Já tivemos a presença do Sabino hoje, nada pode deixar a sexta-feira mais ridícula… Ou pode? A Fabi nos trouxe a resposta!

A maluquice aportou no movimentadíssimo município de Ipuaçu. Como vocês devem saber, considerando que é um imeeeeeeeeeeeenso lugar, Ipuaçu fica em Santa Catarina com vastos 6,8 mil habitantes!

Lá, os aborígenes moradores não comentam sobre outra coisa além dos “acontecimentos” que ocorreram de sábado para domingo: Apareceram, em duas plantações, círculos de aproximadamente 20 metros de diâmetro, cuja origem desconhecida suscitou os rumores de que a região tenha sido visitada por seres de outros planetas. E não, Mel Gibson não estava no local. Continuar lendo “Sinais em plantações suscitam boatos de visitas ETs em Ipuaçu”

Notebooks se tornam sensores de terremetos

Talvez não conste das especificações do seu notebook, mas ele certamente contém em seu interior um pequeno acelerômetro – um chip destinado a detectar movimentos bruscos e quedas, a fim de proteger as delicadas partes móveis do seu HD.

Acontece que esse acelerômetro é também um excelente sensor para detectar terremotos. Com os sensores de terremotos profissionais custando entre US$10.000 e US$100.000,00, uma pesquisadora teve uma idéia inovadora – usar milhares, ou até milhões, de notebooks ao redor do mundo como sensores para detectar e medir a intensidade dos inúmeros terremotos e pequenos tremores que acontecem o tempo todo. Continuar lendo “Notebooks se tornam sensores de terremetos”

Freud não explica (quase) nada

Por Reinaldo José Lopes

É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.

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A noite evanescente

Por: Verlyn Klinkenborg

Se os seres humanos se sentissem de fato à vontade sob a luz da Lua e das estrelas, atravessaríamos contentes a escuridão, com o mundo da meia-noite tão visível para nós quanto ele é para um vasto número de espécies noturnas. Mas somos criaturas diurnas, com olhos adaptados para viver sob a luz do Sol. Esse é um fato evolucionário básico, mesmo que as pessoas, em sua maioria, não se vejam assim, do mesmo jeito que também não costumamos nos pensar como primatas, mamíferos ou terráqueos. No entanto, é o único jeito de explicar o que fizemos com a noite: nós a manipulamos. Enchemos a escuridão de luz para que se tornasse mais acolhedora. Essa atitude não é diferente do represamento de um rio. Seus benefícios trazem conseqüências – a chamada poluição luminosa – cujos efeitos os cientistas só agora começam a estudar. Continuar lendo “A noite evanescente”

Happy Halloween

Bem pessoal, chegamos ao Réloin! O dia dos demônios, bruxas, fantasmas e da conta do meu cartão de crédito que toda vez me aterroriza.

Por causa disso, resolvemos aterrorizar vocês também, bano de mortais tolos BUIAAHAHAHAHAHAH!!!

De início, nós gostamos da participação, ainda que tímida, de nossos visitantes contribuindo com alguns artigos. Já postamos dois e postaremos mais. Caso ainda queiram participar, já sabem: basta mandar um e-mail para o endereço: sem spam, camarada. As regras para o envio foram postadas AQUI.

Como a maioria aqui é má e cruel, vocês ganharão presentinho: Uma comunidade (ohhhhhhhhhh).

Blogs não são o melhor lugar para se engalfinhar fazer amigos e nem para xingar a mãe discutir temas com muita profundidade. Os comentários são importantes e apreciamos muito. Mas, às vezes o tema acaba desviando do assunto.

Assim, senhoras, senhores e Sabino: Temos o orgulho de apresentar a sua, a minha, a nossa, a da vizinha… Comunidade Ceticismo.net.

Lá vocês poderão estabelecer novos contatos, discutir, xingar (mas não muito), sacanear os crentes (tudo bem, os crentes podem sacanear os céticos também) e debater qualquer tema que queiram trazer e que, não necessariamente, tenha sido postado aqui no site.

Agradecemos as visitas e nos recomendem. E se não nos recomendarem, que Satanás arranque suas almas e Belzebu pise em suas unhas encravadas.

Jordanianos dizem que encontraram mina do Rei Salomão

PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ-PÉÉ

O alarme do Ceticismo.net está soando, isso significa que vem besteira por aí. POSTOS DE COMBATE!!! POSTOS DE COMBATE!!!

Um arqueólogo encontrou os restos de uma antiga mina de cobre na Jordânia e alega que esta pertenceu ao lendário Rei Salomão, famoso por apartar briga de lavadeiras.

Escavações na Jordânia sugerem que a extração de cobre em escala industrial no antigo reino de Edom – região que, segundo a Bíblia, teria sido vassala dos reis de Israel – coincide, em seu auge, com a época do filho de Davi. Em outras palavras: as célebres “minas do rei Salomão” podem ter existido do outro lado do rio Jordão.

Gostou? Legal, eu espero você parar de rir. A pesquisa, coordenada pelo arqueólogo Thomas E. Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego, está na edição desta semana da prestigiosa revista científica americana PNAS, e tenta refutar aqueles que que vaicinam que Salomão é tão real quanto a Fada do Dente, como o arqueólogo israelense Israel Finkelstein, da Universidade de Tel-Aviv. Continuar lendo “Jordanianos dizem que encontraram mina do Rei Salomão”

Considerações sobre o Espiritismo

Por H. Gil

O Espiritismo, atualmente, possui um número considerável de adeptos pelo Brasil.Vamos conhecer um pouco mais sobre a referida doutrina, que proclama como seu diferencial ter “a ciência andando lado a lado com suas proposições”. Abro um pequeno parêntese aqui, deixando claro que esse texto trata-se de um artigo simples e que não tem como objetivos um estudo exauriente de modo que os conceitos aqui apresentados, são os mormente encontrados dentro do conhecimento popular.

Tem-se como ponto inicial o caso das irmãs Fox, pelo que encontra-se em livros e matérias relacionadas, as irmãs Fox (Margarida e Catarina) faziam parte de uma família canadense que emigrou para os EUA, passando a morar em Hydesville um vilarejo do condado de Rochester, a casa onde foram morar era alugada e segundo algumas fontes, já era tida como assombrada.

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Aventureiros dizem ter encontrado pegadas do Yeti

O Detector de Bobagens do Ceticismo.net apitou alto hoje. Uma equipe de idiotas aventureiros japoneses acreditam ter descoberto nada menos que as pegadas feitas pelo lendário Yeti, conhecido como “Abominável Homem das Neves”, ao percorrer regiões do Nepal e do Tibete. Informou a agência AFP.

Caso você não saiba, e tenha preguiça de pesquisar, Yeti é o nome ocidental para uma criatura que supostamente mora na região do Himalaia, perto o Nepal. O nome deriva do tibetano Yeh-Teh. Segundo o mito local, o Yeti é (gargalhadas) filho de um rei macaco com um ogro (gargalhadas). Ele é um bicho grande, forte, peludo e… inexistente! Mas, tem sempre um otário que acredita nestas idiotices. Continuar lendo “Aventureiros dizem ter encontrado pegadas do Yeti”

Cientistas evidenciam evolução de espécies de peixes africanos

A Natureza é mais uma vilã! Ela, em conluio com os perversos cientistas, resolveu atacar as pobres Ovelhinhas do Senhor, defensoras da maravilhosa hipótese criaBURRIcionista. O que a Natureza fez de tão grave? Forneceu mais uma evidência para o fato do processo evolutivo! Se nem na Natureza podemos confiar, o que mais nos resta? Oh, Céus!

Pundamilia é uma palavra derivada o dialeto Swahili que significa “zebra”. Obviamente, vocês, meus caros leitores, estão maravilhados com esta briosa informação, cuja luz revela um novo horizonte em suas vidas. Contudo, se você é daqueles chatos que não sabem apreciar as maravilhas lingüísticas, talvez se interesse em saber que mudanças na visão de espécies do Pundamilia alteram preferência de fêmeas. As que vivem em água funda querem vermelhos; as de água rasa, os azuis. Continuar lendo “Cientistas evidenciam evolução de espécies de peixes africanos”