No artigo anterior, expusemos os fatos sobre o caso do desabamento da Igreja Renascer. Em notícia divulgada há pouco tempo pela Folha (quentinha pra vocês, pessoal), são trazidas mais informações, com direito até mesmo a vídeozinho.
Pelo que estamos observando nas notícias divulgadas nesta semana, estamos presenciando tudo aquilo que já vimos várias e várias vezes em Terra Brasilis, o velho jogo do empurra-empurra, politicagem, acusações de um lado para outro, incidentes, muita conversa fiada, contradições, sensacionalismo, testemunhos ardoroso, má-fé, aproveitamento das coisas para proveito próprio, etc. Isso demonstra muito bem o caráter (ou falta dele) por parte de muitos idiotas que fazem por onde aparecerem como “bons moços”. Mas, como veremos, não é assim como a banda toca e que tem muita sujeira por trás disso tudo. E não estou me referindo aos escombros. Continuar lendo “O Caso Renascer: Novas Informações”

A ideia (agora, com essa chatice de acordo ortográfico, é sem acento) é produzir circuitos e telas para uso em roupas “inteligentes”, por exemplo. Uma nova técnica permite produzir chips mais maleáveis, inovando no que costumam chamar de “eletrônica flexível” – o tipo que pode ser usado em em telas dobráveis (como as da foto ao lado) capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso – ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coréia do Sul (um lugar que não é insano em cortar verbas de pesquisa no ramo tecnológico como aqui) relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.
Eu vi esta notícia, trazida pelo
Normalmente, eu não faria uma postagem sobre Blogs. Tem muita gente pela internet ensinando o que são blogs, para que servem, como se usa etc etc. Mas, tem hora que a coisa passa do limite e temos que ensinar também para que servem blogs.
Ficou comprovado: O Imperador Chico Bento XVI, Comandante-em-chefe das
Ao longo de todo este ano a humanidade terá a oportunidade inédita de reafirmar uma profunda conexão com o Universo, estimulando a consciência de sua origem cósmica. A matéria que forma o corpo de cada um de nós, por exemplo, por familiar que possa parecer, na realidade foi forjada no interior de estrelas de grande massa que explodiram ao final de sua vida. Elas fertilizaram o espaço com os elementos químicos que elaboraram em seu interior, os tijolos básicos para a construção do mundo: de estruturas vivas a formas inanimadas.
Admirada por muitos como um fenômeno que embeleza a paisagem durante o inverno, a neve também é um espetáculo à parte se observada bem de perto, com a ajuda de câmeras de alta resolução. Por meio de um microscópio, um cientista britânico conseguiu fotografar as mais diferentes variedades de flocos de neve e publicá-las em um novo livro que desvenda a vida secreta desses cristais de gelo. As informações foram publicadas pelo The Guardian.
Ao longo de todo este ano a humanidade terá a oportunidade inédita de reafirmar uma profunda conexão com o Universo, estimulando a consciência de sua origem cósmica. A matéria que forma o corpo de cada um de nós, por exemplo, por familiar que possa parecer, na realidade foi forjada no interior de estrelas de grande massa que explodiram ao final de sua vida. Elas fertilizaram o espaço com os elementos químicos que elaboraram em seu interior, os tijolos básicos para a construção do mundo: de estruturas vivas a formas inanimadas.
A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.
A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.