Aspirina e tylenol podem reduzir a eficácia das vacinas

Se você é daqueles que corre pra farmácia ao primeiro espirro, não tenho boas notícias. Ainda mais quando levamos em conta o pérfido H1N1, o vírus que dizimará a humanidade, transformando as obras do Stephen King numa realidade assustadora. Não olhe para trás! Tem um cigano prestes a passar a mão no seu rosto e dizer “emagrecido…”

O problema foi identificado por pesquisadores da Universidade do Missouri, EUA. Segundo eles, a procura de vacinas em épocas quando resfriados e gripes passam a ser mais comuns; no entanto, medicamentos como a  aspirina e tylenol – facilmente comprados em qualquer farmácia, pois não precisam de receita médica – inibem certas enzimas, afetando com isso a eficácia das vacinas. Com essa, até o gato que eu enterrei no cemitério índio ficou assustado. Continuar lendo “Aspirina e tylenol podem reduzir a eficácia das vacinas”

Descoberto novo método para obtenção de corantes azuis

Vendo uma notícia me lembrei do passado. Não é pouco comum que muitas invenções e descobertas acontecem por mero acaso. Mas o caso que vou relatar é um acaso que já aconteceu antes e pelo mesmo motivo, resguardados alguns detalhes.

O químico Willian Perkin, trabalhava como assistente de um eminente cientista Felix Hoffman, descobridor a aspirina. Perkin trabalhava sem descanso em seu pequeno laboratório caseiro, estudando a oxidação da fenilamina, também conhecida como anilina, com dicromato de potássio (K2Cr2O7). Certa vez ao fazer a reação entre estes compostos, apareceu um estranho precipitado; após jogá-lo fora, e lavar os resíduos do frasco com álcool, Perkin se admirou com o aparecimento de uma bonita coloração avermelhada. Tratava-se de um novo o corante, que mais tarde o denominou “Púrpura de Tiro”.

Depois de 156 anos, cientistas da Universidade Estadual do Oregon fazem outra descoberta, também por acaso. Eles descobriram um modo de sintetizar uma bela cor azul, a partir de compostos aquecidos a mais de 1000 ºC. Continuar lendo “Descoberto novo método para obtenção de corantes azuis”

Cientistas israelenses resolvem problema erétil com choques elétricos

Essa doeu em mim, apesar de não ter motivos para preocupação (mas vai saber mais pro futuro, com meus 80 anos?). Um estudo realizado em Israel e apresentado em um congresso de medicina sexual em Lyon, na França, indica que a impotência pode ser tratada com… choques elétricos no pênis.

Não tente disfarçar. Você TAMBÉM colocou a mão lá e murmurou UFFF!

Imagine, que um belo (belo?) dia você percebe que não é mais o mesmo. Assim, como remédio para resolver a questão, você vai numa clínica subsidiada pelo DOPS e lá aplicam um choque no seu companheiro de longa data, ou seja, eletrocutam o seu pinto!

Esta eletrizante notícia recebeu qualificação QUARTA INSANA! Continuar lendo “Cientistas israelenses resolvem problema erétil com choques elétricos”

O aquecimento global pode ser contido?

Pesquisadores andam preocupados com o aquecimento global, apesar que outros cientistas não acham nada de tão alarmante. Como não pode deixar de ser, cria-se muito oba-oba sobre isso, mas também existem dados que mostram uma subida na temperatura de todo o planeta. Não se sabe até onde é por causa do próprio sistema climático da Terra, ou se a ação do homem tem uma parcela de culpa nisso.

Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, publicaram um artigo onde mostram que o aquecimento global deve deixar o planeta seis graus mais quente até o fim do século, e procura alertar sobre a necessidade de se buscar soluções com caráter de urgência. Continuar lendo “O aquecimento global pode ser contido?”

Pesquisadores da IBM desenvolvem computadores que simulam o córtex cerebral

A IBM anunciou um progresso significativo para a criação de um sistema de computador que simula e emula as habilidades do cérebro para a sensação, percepção, ação, interação e cognição, enquanto rivalizando com baixo consumo de energia do cérebro e consumo de energia e tamanho compacto.

A equipe de computação cognitiva, conduzida pela IBM Research, tem conseguido avanços significativos na simulação em grande escala cortical e um novo algoritmo que sintetiza os dados neurológicos – dois grandes marcos que indicam a viabilidade de construir um chip de computação cognitiva. Isso significa dizer que eles estão simulando os processos neurológicos mais comuns; ou ainda, que eles estão simulando um cérebro em tamanho reduzido. Recomendo chamar Sarah Connors e Thomas Anderson para averiguarem isso. Continuar lendo “Pesquisadores da IBM desenvolvem computadores que simulam o córtex cerebral”

Extinções em massa vs Genética

Os sinais geológicos de extinções em massa são muito distintos: a foto ao lado mostra a marcação geológica que ilustra o período onde ocorreu a famosa extinção Cretáceo-Terciária, também chamada Extinção KT, onde a letra “K” é a inicial da palavra alemã “Kreide” que significa “giz”, e descreve a camada sedimentária de calcário proveniente daquela época, enquanto que a letra “T” representa “terciário”, o período geológico seguinte.

A Extinção K-T ocorreu há aproximadamente 65 milhões de anos e aniquilou cerca de 70% das espécies na Terra, incluindo nossos amigos dinossauros. Esta foi a última extinção em massa, e seus efeitos sobre a vida da Terra é muito clara e dramática. Mamíferos têm evoluído e se propagado (“irradiado” é o termo usado em biologia evolutiva), ocupando muitos dos nichos ecológicos que outrora pertenceram aos dinos. Os dinossauros que restaram evoluíram até se tornarem nossas aves (O que não faltam são artigos sobre isso aqui), enquanto um grupo mamíferos – mais especificamente os primatas – evoluíram e desenvolveram inteligência, a qual foi responsável pela criação de telefones celulares, computadores e o Ceticismo.net. As marcas da Extinção KT são, portanto, encontradas em toda parte: em fósseis, em registros geológicos e de vida existente (não só animais, como vegetais também). Continuar lendo “Extinções em massa vs Genética”

Algas podem ser a chave para a produção de hidrogênio

Na busca de tornar o hidrogênio como fonte alternativa e limpa de combustível, os pesquisadores têm tido problemas sobre como criar hidrogênio utilizável, cuja combustão seria o ideal, já que não se produziria CO2, mas apenas água. Não se chegou a um modo eficaz de produzir grandes quantidades de hidrogênio, sem que se gasta uma grande quantidade de energia; mesmo porque, motos contínuos só existem na ficção e as Leis da Termodinâmica são invioláveis, mas contornáveis.

Isso não significa dizer que possa gerar energia do nada, mas pode-se otimizar processos, de modo a se obter fontes de energia usando outros tipos de fontes como a luz do Sol.

Novas descobertas de uma equipe de cientistas da Universidade do Tennessee, em Knoxville (preciso dizer o Estado?), e Oak Ridge National Laboratory, no entanto, mostram que a fotossíntese – processo pelo qual as plantas fabricam seus nutrientes – podem funcionar como fonte limpa e sustentável de hidrogênio. Continuar lendo “Algas podem ser a chave para a produção de hidrogênio”

Vovó Jedi coloca bandidos pra correr

E se já não bastasse a doideira nossa de cada dia, como no caso da computeira que resolveu fazer programas, chega até nós outro mimo de notícia, vinda das sagradas terras do Ulster, oque vocês costumam chamar (erroneamente) de Irlanda do Norte.

Maisie Chapman, de 82 anos, expulsou dois invasores de sua casa em Belfast, na Irlanda do Norte, usando apenas uma vassoura e uma Bíblia. Corre à boca pequena que ela era do IRA (não estou me referindo à banda de rock), mas ninguém sabe ao certo. Mas, que importa? Esta é sua SEGUNDA-FEIRA INSANA! Continuar lendo “Vovó Jedi coloca bandidos pra correr”

Cianobactérias: a origem do oxigênio na Terra

As principais formas de vida no planeta Terra – não necessariamente na cidade de Tóquio – necessitam de oxigênio livre para respirar, exceto alguns fungos e bactérias, que respiram e se alimentam através de fermentação. Erroneamente se pensa que as plantas respiram gas carbônico. O CO2, o vilão do momento, é usado unicamente para fotossíntese. Logo, em presença de luz, as plantas sintetizam seu alimento E respiram. Na ausência de luz (mais acertadamente, de emissões ultravioleta), as plantas somente respiram. Assim, esqueça aquela bobagem que plantas respiram CO2 de dia e O2 e noite.

Há cerca de 3,8 bilhões de anos, no período Arqueano, ainda não haviam plantas. Nessa época, no entanto, surgiram as primeiras estruturas fotossintetizantes: os ancestrais das algas azuis, também chamadas cianofíceas ou cianobactérias. Ainda hoje, estes seres são os responsáveis pela produção de oxigênio no planeta. Logo, esqueça também aquela bobagem que a Floresta Amazônica é o “pulmão do mundo”. Nunca foi e duvido muito que algum dia o seja. Continuar lendo “Cianobactérias: a origem do oxigênio na Terra”

Pesquisa afirma que dinossauros tinham sangue quente

Dinossauros sempre atraíram a atenção das pessoas. Se formos parar para pensar, realmente deveriam ser algo ímpar de se ver, tirando o fato que um T-Rex com fome não seria algo tão legal de se ter por perto. Ainda assim, foram criaturas maravilhosas, quase saída de um livro de contos-de-fadas, que nem unicórnios, dragões voadores, monstros marinhos, áspides e baleias capazes de engolir gente.

O biólogo inglês Richard Owen trabalhou com anatomia comparada e paleontologia, e foi ganhador de várias medalhas e comendas por seus trabalhos. Foi ele quem cunhou o termo “dinossauro”, para indicar os repteis de ossos gigantes que encontrara no sul da Inglaterra. Tal termo significa “lagarto terrível”; mas, infelizmente, Owen cometeu um pequeno erro aqui, posto que os dinossauros não tinham muito a ver com lagartos e sim com aves e mamíferos, como pôde comprovar uma pesquisa recente, demonstrando que dinos tinham sangue quente, ou seja, eram endotérmicos e não ectotérmicos. Continuar lendo “Pesquisa afirma que dinossauros tinham sangue quente”