Neurobiólogos alemães estudam como se pode melhorar a visão de dispositivos robóticos. Como ainda não dispõem de cérebros positrônicos de platinirídio, ainda está cedo para termos um senhor Data, mas podemos ter pequenos robôs voadores, capazes de se deslocarem pelo ar tranquilamente. O problema é na questão do campo visual. para tanto, o estudo se direcionou para uma das melhores ferramentas visuais existente no mundo natural. Não o olho humano, notadamente uma gambiarra evolutiva com um tosco ponto cego divinamente planejado por um desenhista míope. O órgão escolhido foi o olho de um himenóptero m particular: abelhas.
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Em 16 de dezembro de 2008, a astronauta da NASA Heidemarie Stefanyshyn-Piper perdeu sua bolsa de ferramentas, que saiu de seu alcance, iniciando uma órbita ao redor da Terra; e, não. Nada flutua no Espaço. Qualquer corpo está em queda livre. O que pode parecer apenas um irritante contratempo (Stefanyshyn-Piper teve que dividir as ferramentas com seu colega, a fim de continuar o conserto na ISS) pode significar um grande problema futuro. Desde que se iniciouy a corrida espacial, milhares de corpos (entre ferramentas, restos de foguetes, satélites velhos, parafusos e a bolsa de Heidemarie) estão em órbita ao redor da Terra. Isso pode parecer insignificante, mas não é. Para saber mais sobre isso, convém consultarmos o Livro dos Porquês.
Muito provavelmente, você está tendo uma das duas reações: 1) Legal! Mais um pouco sobre cientistas que são pouco divulgados ; 2) MacGyver? O da série? WTF?
Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Somos muito dependentes de nossa visão. Achamos que é o principal sentido do corpo (não é), pois estamos acostumados a procurar com os olhos e esquadrinhar o ambiente em que vivemos com uma varredura de olhar. Só que nada é perfeito nos organismos vivos, apesar do que querem que você acredite; e nossa percepção prega truques em nosso olhos, fazendo surgir as chamadas “ilusões de óptica” (não me esqueçam do P). É por causa disso que sempre nos assombramos com o que vemos, que na verdade não vemos. Apenas somos enganados quando o cérebro preenche lacunas com as poucas informações que recebe.
Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza,
O importante, quando ensinamos Ciências, é quando os alunos extrapolam a barreira teórica e aplicam os conceitos aprendidos numa, digamos, utilidade real. Um perfeito exemplo disso é o do estudante britânico Hibiki Kono, de apenas 13 anos. Ele criou um sistema de vácuo móvel, transformando-o num conjunto pneumático com chave liga-desliga, cujo poder de sucção é capaz de aderir em superfícies lisas, mantendo um corpo suspenso. Em suma: o treco que ele inventou o permite subir pelas paredes igual o Homem-Aranha.
Arquimedes é conhecidíssimo de quem estuda História da Ciência, mesmo que por alto. Ao que se sabe, ele teria nascido em cerca de 287 A. E.C., em Siracusa, na Sicília e, antes que você pense besteira, ele não era mafioso. Muitas histórias rondam Arquimedes, mas sabe-se que ele era um notável matemático e inventor. Uma das mais conhecidas é quando Hierão, rei de Siracusa, mandou fazer uma coroa e ficou desconfiado do ourives. Daí, chamou Arquimedes para resolver o problema. Arquimedes, ao tomar banho de
O mundodas substâncias é muito esquisito. Tão esquisito que algumas pessoas acham que isso é sinal que tem alguém (tão esquisito quanto) por trás disso tudo. Com a água não é diferente. E#la sempre foi um mistério, mas não tão misterioso assim, e suas propriedades físicas e qu[ímicas s]ão incríveis. Obviamente, toscos aegarão que ela foi “desenhada” para ser assim, logicamente. Mas quem dá ouidos a pessoas que costumam acreditar em cobras falantes?
Muitas pessoas possuem dúvidas sobre coisas esquisitas que vêem na Natureza, onde algumas são realmente bizarras! O mais comum é alguém perguntar como um besouro pode voar, se isso viola algo hermético chamado “Leis da Aerodinâmica”, o que impediria o nosso amiguinho hexápode de conseguir realizar tal feito. Além disso, sabe-se que as suas (do besouro) asas são finas, o que impossibilitaria que seu corpo pesado conseguisse se sustentar no ar. Muitos então partem pra falácia do Apelo à Ignorância alegando que já que não se sabe porque isso é possível que alguma força misteriosa ou design “inteligente” seria a causa disso. Mas não é. E se não é, como os besouros conseguem voar, então? Hora de abrir o Livro dos Por quês!