É como diz o poeta: Nada mais maluco que pessoas loucas totalmente ensandecidas. Isso fica evidente quando temos mais um exemplo da capacidade nata de certas pessoas de agirem feito idiotas. O LHC – a máquina construída por Satã que destruirá os valores cristãos e transformará o mundo, criando várias nações pobres, famintas e em guerra – volta à baila. Walter Wagner, que tem nome de ator de pornochanchada brasileira da década de 70 (e não tem nada a ver com artistas plásticos), entrou com um processo contra a máquina de Satã alegando que as experiências no LHC têm “potenciais consequências adversas”. Quais, ele não disse. Você esperava que ele dissesse?
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Eu uso óculos com lentes multifocais. Uma maravilha da tecnologia, onde eu posso enxergar longe e perto sem precisar trocar de óculos. Melhor do que isso, só ficando em casa, tranquilamente, mesmo sob uma forte tempestade, com raios ribombando por todos os lados e mesmo assim me sentir seguro. Essas são as mais famosas invenções de um grande inventor. Ele não foi um grande inventor porque inventou invenções que ninguém inventara. Ele inventou invenções que ninguém pensaria até então inventar, inventando até mesmo um modo novo de inventar novas invenções. As invenções de Benjamin Franklin eram tão abrangentes que iam desde um simples móvel de escritório até culminar na invenção de um país totalmente do zero.
Conhecedores de métodos industriais, donos de um governo com uma burocracia organizada (eu disse “burocracia” e não “burrocracia”) e bibliotecas bem guardadas, com inúmeros documentos muito bem acondicionados, com sistemas de energia otimizados para trabalharem em níveis otimizados e com um processo criativo excelente. Estes são os chineses, mas não estou me referindo aos chineses dos dias de hoje. Me refiro aos chineses da Antiguidade. Tudo o que você vê hoje, os chineses foram os precursores. Desde a sua agenda até o odômetro do seu carro, passando por sismógrafos, observatórios astronômicos, máquinas computacionais, sistemas hidráulicos, fábricas metalúrgicas e todo um desenvolvimento tecnológico que nos faz inveja ainda hoje, além de um dos mais significativos inventos da Humanidade. Estes são os baluartes de uma antiga civilização. Esta é a brevíssima história da Ciência Chinesa da Antiguidade.
Neurobiólogos alemães estudam como se pode melhorar a visão de dispositivos robóticos. Como ainda não dispõem de cérebros positrônicos de platinirídio, ainda está cedo para termos um senhor Data, mas podemos ter pequenos robôs voadores, capazes de se deslocarem pelo ar tranquilamente. O problema é na questão do campo visual. para tanto, o estudo se direcionou para uma das melhores ferramentas visuais existente no mundo natural. Não o olho humano, notadamente uma gambiarra evolutiva com um tosco ponto cego divinamente planejado por um desenhista míope. O órgão escolhido foi o olho de um himenóptero m particular: abelhas.
Em 16 de dezembro de 2008, a astronauta da NASA Heidemarie Stefanyshyn-Piper perdeu sua bolsa de ferramentas, que saiu de seu alcance, iniciando uma órbita ao redor da Terra; e, não. Nada flutua no Espaço. Qualquer corpo está em queda livre. O que pode parecer apenas um irritante contratempo (Stefanyshyn-Piper teve que dividir as ferramentas com seu colega, a fim de continuar o conserto na ISS) pode significar um grande problema futuro. Desde que se iniciouy a corrida espacial, milhares de corpos (entre ferramentas, restos de foguetes, satélites velhos, parafusos e a bolsa de Heidemarie) estão em órbita ao redor da Terra. Isso pode parecer insignificante, mas não é. Para saber mais sobre isso, convém consultarmos o Livro dos Porquês.
Muito provavelmente, você está tendo uma das duas reações: 1) Legal! Mais um pouco sobre cientistas que são pouco divulgados ; 2) MacGyver? O da série? WTF?
Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Somos muito dependentes de nossa visão. Achamos que é o principal sentido do corpo (não é), pois estamos acostumados a procurar com os olhos e esquadrinhar o ambiente em que vivemos com uma varredura de olhar. Só que nada é perfeito nos organismos vivos, apesar do que querem que você acredite; e nossa percepção prega truques em nosso olhos, fazendo surgir as chamadas “ilusões de óptica” (não me esqueçam do P). É por causa disso que sempre nos assombramos com o que vemos, que na verdade não vemos. Apenas somos enganados quando o cérebro preenche lacunas com as poucas informações que recebe.
Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza,
O importante, quando ensinamos Ciências, é quando os alunos extrapolam a barreira teórica e aplicam os conceitos aprendidos numa, digamos, utilidade real. Um perfeito exemplo disso é o do estudante britânico Hibiki Kono, de apenas 13 anos. Ele criou um sistema de vácuo móvel, transformando-o num conjunto pneumático com chave liga-desliga, cujo poder de sucção é capaz de aderir em superfícies lisas, mantendo um corpo suspenso. Em suma: o treco que ele inventou o permite subir pelas paredes igual o Homem-Aranha.