Equipe de Fórmula 1 patrocina mão biônica a fã de 14 anos

Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), solicitando uma verba altíssima (10 dólares da época) para a construção de um… foguete. Ernest Allen, chefe do Departamento de Verbas de Pesquisa, apresentou a carta em uma reunião e os cientistas lá resolveram fazer uma vaquinha e mandaram os 10 merréis pros garotos. Eles ficaram felizes e conseguiram construir o foguete. Leiam o texto do Cardoso ou quebro as suas pernas.

Leram? Ótimo. Alguns de vocês devem estar pensando que isso é coisa de antigamente, e que hoje bilionários não gastam rios de dinheiro em entidades filantrópicas. Entretanto, um menino de 14 anos e fã de Fórmula 1 (coisa que eu não vejo a menor graça) resolveu pedir uma mão biônica ao chefe de equipe da Mercedes e…

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O “DNA” veio do espaço

Pronto, agora um bando de toscos já acham que somos alienígenas e teremos reedições de besteiras como "Eram os Deuses Astronautas?", do Daniken. A mídia adora um sensacionalismo, já que conseguem ver nada de muito sensacional nas notícias. Com isso, quando os pesquisadores do Goddard Space Flight Center, na NASA, publicaram uma pesquisa onde afirmam terem encontrado vestígios de moléculas que servem de base para o DNA em alguns meteoritos, a conclusão da mídia é que a vida se originou no espaço e, portanto, somos todos aliens, sem a graça de chegar perto da Sigourney Weaver. Mas o que foi encontrado mesmo?

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Morcegos vampiros podem captar radiação infra-vermelha em busca de sangue

Convenhamos, ninguém gosta de morcegos. Aquilo que parece ser o anjo da guarda dos ratos mete medo até em criminoso de Gotham (salvo algumas espécies que proliferaram nos anos 1960). Os filhotes de Lúcifer são tudo o que não queremos ter por perto, ainda mais os pertencentes à família Phyllostomidae, subfamília Desmodontinae. Como qualquer um dos seus primos quirópteros, morcegos-vampiros despertam medo, aversão e sói serve de tira-gosto para roqueiros mais radicais.

Mas o que é feio para Narciso, posto que não é espelho, pode ser a chave para muitas informações. Pesquisadores da Universidade da Califórnia estudam o modo que os tão odiados morcegos vampiros captam o calor do sangue de suas vítimas, de forma a se orientar até seu alvo e poderem fazer o seu banquete. Mantenham as estacas e os crucifixos a postos, pois Nospheratu esta na sua cola, mortal idiota.

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Microfluidos permitem exame de sangue com laboratório num único chip

Eu adoro ver o bando de geeks (segundo a definição de uma amiga, geek é um nerd metrossexual) dizendo o quanto amam a tecnologia. Mal sabem eles que "tecnologia" não começo quando inventaram o Windows e sim quando o Homo habilis resolveu usar os primeiros utensílios de pedra lascada. Para isso, foi preciso inteligência e a criação de ferramentas. Pouco tempo depois, estávamos cruzando o céu em supersônicos e mandando espécies inteligentes para o espaço.

A tendência é o aperfeiçoamento dos equipamentos, e a miniaturização e simplicidade deles. Isso é conveniente para quando se precisar em lugares bem afastados e selvagens, sem meios eficientes de transporte e cercado de aborígenes estranhos. Algo como onde o Lealcy mora. Hoje, temos à nossa disposição um laboratório para efetuar exames de sangue de forma simples, e num único aparelhinho. Tudo começa com os microfluidos, mas que diabos são microfluidos?

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Sueco metido a McGyver tenta criar fissão nuclear e vai em cana

Sim, eu sei. Parece notícia do Jornal Meia Hora. Richard Handl (e não Häendel) cismou que tinha que usar seu "vastíssimo intelecto" (Disclaimer: isso é sarcasmo, caso não notaram) em prol da Ciência. Assim, ele reuniu vários compostos químicos e pesquisou sobre os problemas energéticos do mundo. O que acarretou é que ele acabou no xilindró, vendo a Greta Garbo nascer quadrada (eu mesmo não sabia que era tão velho a ponto de me lembrar da Greta). Qual o problema? Talvez porque ele estivesse co material radioativo e quisesse fazer uma bomba atômica.

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Grandes Nomes da Ciência: Báskara

Os olhos curiosos da menina estão impacientes. Ela olha a água se esvaindo e tenta conter a sua natureza, mas é inútil. O que ela fará em seguida selará o seu destino, mas não sabemos o quanto podemos interferir nele e o quanto esse nosso destino é fatídico para que não escapemos dele. Ela não se contém mais e o que a menina de doces olhos faz lançou seu nome na imortalidade e sagrou seu pai como um dos maiores matemáticos da história… E tudo por causa de uma pérola.

Esta é a história de Báskara, o sábio.

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O ataque da Lula Zumbi

Eu, sinceramente, nunca fui atraído por cozinha japonesa. Não vou com a cara de sushi, fico longe de sashimi e detesto o cheiro de yakisoba. Sem falar que eu odeio miojo; Nihil que coma aquilo. Eu sou um maldito gaijim que prefere um bom bife e danem-se as vaquinhas. Não satisfeito ainda tenho que ver que depois de anos jogando lixo de qualquer jeito pelo mundo afora, os japoneses agora são vítimas do dr. Gori. Chegou a hora do poder dos seres das profundezas tomarem o lugar e exterminarem a humanidade, onde lulas mortíferas voltarão à vida e seus tentáculos… bem, você não vai querer saber o que acontecerá.

Este é o levante das Lulas Zumbis. É mais um capítulo do Livro dos Porquês.

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O voo divino de Helios

Hélios é a personificação do Sol. Embora, às vezes, associado a Apolo (que chegou a perder a cabeça por Aquiles), Helios é uma divindade que retrata o poder do Sol, tal qual Guaraci. Filho dos titãs Hipérion e Teia, Hélios tinha como irmãos Eos, Aurora e Selene, a Lua (ou Jaci, dependendo do mito que você mais goste). Ele está a serviço de Zeus, o deus pegador, e com seu carro de fogo percorre os céus. Se fosse um barco, ele teria outro nome, seria outro mito e este artigo não teria o menor sentido, então, vamos deixar Tolkien descansando de lado um pouquinho.

À semelhança de Hélios, outro veículo voa pelos céus usando unicamente o poder dos feixes energéticos e das emissões eletromagnéticas do Sol. Por muita justiça, a NASA batizou o protótipo com o nome do Deus Sol dos gregos.

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Da beleza que nós não vemos

O cérebro é um projeto inteligente que demonstra como o projetista andava bêbado durante a sua criação. É um dos mais porcos sistemas jamais criados, incrivelmente feito na base da gambiarra macgaiverista. Qualquer dia, um exame mais profundo demonstrará que ele foi feito com chiclete, fita veda-tudo e cortado ao meio com um canivete suíço.

Nossos avós diziam que a beleza está nos olhos de quem vê (pergunte a qualquer mulher de jogador de futebol), mas o inverso também é verdade. Nossos olhos, tão malfeitos quanto nossos cérebros, são capazes de ver coisas que não existe, pois a Gambiarra-Mor processa tudo de qualquer jeito.

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Porcas, parafusos e pernas de insetos

Imagino que você tenha visto alguma vez um esqueleto. Nem que seja aquele esqueletinho de plástico cujas peças vêm em fascículos. Mesmo os mais desligados perceberam que os encaixes em boa parte das articulações são do tipo bola e soquete. Num mundo divinamente planejado, isso seria o bastante e nada afetaria as articulações; o problema é que as articulações resolveram ser ateístas e sacanear o Projeto Divino, onde até mesmo ombros saem do lugar.

Como se isso não bastasse, pesquisadores da Universidade Estadual de Baden-Wuerttemberg descobriram que a Natureza não só pode apresentar articulações de uma determinada forma, como ainda pode apresentar algumas surpresas, como algo similar a um parafuso.