A Terra não tem nada de especial em relação aos outros planetas. Eles simplesmente deram um azar danado. Marte tomou tanto no quengo que acabou perdendo sua atmosfera, já que sua baixa gravidade não conseguiu segurar o ar lá. Vênus, por outro lado, acabou com um efeito estufa tão sinistro que nenhuma sonda dura lá mais que alguns minutos, dada a altíssima temperatura em sua atmosfera densa e corrosiva (a saber, Vênus é o planeta mais quente do sistema solar, mesmo não sendo o que está mais próximo do Sol). Algum planeta teria (mas não obrigatoriamente) que estar numa zona de conforto. No caso, é este planetinha aqui, por mais que tenha passado por percalços, seguidos de inúmeras extinções em massa. Estamos aqui por pura sorte, entretanto.
Agora, cientistas de várias universidades estudam se a existência de duas estrelas principais (como o nosso Sol) poderia ajudar que possa haver vida em planetas extra-solares.
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Existe uma verdade em termos de Divulgação Científica. A verdade que dividiu todos os documentários em AC/DC: Antes de Cosmos e Depois de Cosmos. Carl Sagan foi, é e ainda será por muito tempo inigualável, mas tão certo como acontece com todas as estrelas, o brilho de Carl não mais nos acompanha em tempo real. Temos apenas o vislumbre graças aos efeitos da Relatividade e Mecânica Quântica que propiciaram o vide tape e os computadores, onde hoje podemos vê-lo e revê-lo quantas vezes quisermos. Mas se isso ainda é pouco, ainda temos seus herdeiros, como Neil deGrasse Tyson.
O Everest é por si só uma maravilha. Ele pode ser apenas uma montanhona gigantesca, intransponível, inexpugnável, mortífera e um desafio para qualquer mortal insano suficiente para tentar domá-la. Muitos tentaram, poucos conseguiram. Ao ser perguntado por que subir no Everest,
Tão antigo quanto o próprio Homem é a necessidade de medir o tempo. Enquanto éramos caçadores e coletores, até que não fazia muita diferença, mas saber quando chegava o inverno já fazia diferença. Quando passamos a plantar nossos próprios víveres, conhecer a época certo de plantio e colheita era vital. Pensamos que no foi no Crescente Fértil que todas as grandes invenções começaram, mas não é bem assim. Enquanto Egito, Assíria, Babilônia e Hititas estabeleciam uma guerra fria (não, aqueles povecos semíticos não entram nesta lista), na região que os romanos mais tarde chamariam de "Britânia" os povos já mediam e contavam o tempo, construindo megalitos, calendários e megalitos que eram calendários, como Stonehenge. Mas agora, arqueólogos descobriram o que está sendo considerado o calendário lunar mais antigo do mundo.
Os buracos negros são um dos mais interessantes "objetos" no Universo. Eles são invisíveis e só podem ser detectados por causa dos eventos ao seu redor. A forma como a luz se desvia, devido à intensa força gravitacional do lugar indica que ali tem algo muito, muito poderoso. E este lugar é o Buraco Negro. Nada pode chegar perto de um buraco negro (e de minha parte, "perto" seria algo mais próximo do que eu aqui e o buraco negro do outro lado da galáxia). Entretanto, somos seres curiosos e gostaríamos de saber como seria se pudéssemos orbitar um buraco negro.
Vamos ser sinceros. O ensino de Ciências no Brasil é uma sonora bosta. Nem tanto por culpa de professores, apesar que muitos dos "professores" são pedagogos e pedagogo falando de Ciência consegue ser algo pior que jornalista do G1. Poucos se salvam. Só que chineses gostam de Ciência, e, por isso, mantém um projeto onde astronautas dão aulas para crianças direto do espaço. Aqui no Brasil? Bem, vamos para a notícia da chinesa.
Imponderabilidade é a condição onde o corpo está em contínua queda livre. É o que muitos chamam de "ausência de gravidade", mas isso é errado.Não existe um ponto sequer no Universo que não haja força da gravidade. Ela existe, mesmo que seja muito pequena e é por isso que costuma-se chamar "imponderabilidade" ou "microgravidade".
Eu sempre reforço a ideia que nosso senso comum vota e meia apronta das suas, e normalmente ele nos dá indicações e conclusões errôneas. Uma delas é o conceito de "deserto", como eu expliquei no artigo sobre o
Quando as coisas dão errado (e muito!) em termos de ensino, eu meto o malho, mas quando há iniciativas boas, aliás, excelente, aliás, incrivelmente fantásticas, temos a obrigação de divulgar.
A Lua não é feita de queijo e é mais esburacada que rua de subúrbio. Todos os anos, a Lua é bombardeada por trocentos asteróides (sim, trocentos. Não encha o saco), fazendo-a ter aquele aspecto. A Natureza é uma mãe psicopata que está disposta a nos mandar pra vala de qualquer jeito; haja vista o que aconteceu em 17 de março, quando um pedregulhão cósmico se chocou com Jaci com um impacto que não acontecia há cerca de 8 anos.