Nada é tão verdadeiro quanto as Leis da Termodinâmica. É difícil pensar como o mundo funcionaria sem elas; mesmo porque, conhecemos apenas um mundo onde elas não só existem como são invioláveis. Entretanto, a Termodinâmica não é bem o que pensam que ela é; e aqui aprenderemos sobre ela, sem detalhes desnecessários e/ou fórmulas matemáticas complexas, pois ela resguarda segredos que nos deixa atônitos, mesmo na beleza de sua simplicidade. O calor que moveu o mundo na Revolução Industrial, com todos seus prós e contras, foi um dos pontos de virada de nossa aventura na Terra. Desde a tecnologia até a política, o calor e seus usos tiveram um impacto fundamental na humanidade, a ponto de abrir uma nova era na pesquisa científica, a fim de dominar novas tecnologias. Isto criou uma nova área da Ciência, a qual denominamos Termodinâmica.
A Termodinâmica está em nosso dia-a-dia. Está presente tanto nas pequeníssimas coisas, como ferver água até uma usina nuclear. Desde riscar um fósforo até as explosões magníficas das supernovas. Suas leis regem desde o modo como o leite esquenta até o motor do seu carro, passando pelo ferro de passar roupa, a panela de pressão e até como estamos aqui, vivos, depois de bilhões de anos de evolução biológica.
Mas isso não é recente. Começou há muito, muito tempo. Muito mais tempo do que você pode imaginar e, acredite, tudo começa com dinheiro. Por causa de pura e simplesmente, dinheiro. Você viajará agora por vários estados energéticos, descobrirá o mínimo quantum de energia e verá transformações ocorrendo não só diante dos seus olhos, mas até mesmo dentro de você.
Pegue sua cadeira, ligue o ventilador, coloque o isopor com sua bebida preferida ao seu lado e fique sentado ao sol, pois há muito a ser dito. Esta é mais uma edição megamaster do Livro dos Porquês, edição exclusiva para colecionador. Tome um gole, sinta a frieza do gelo enquanto o calor e a luz do sol alimentam a grama à sua frente, e o isopor mantém a temperatura baixa no mesmo instante em que o ventilador rouba-lhe energia térmica, ao converter energia elétrica em energia cinética.

Mimas, o gigante filho de Gaia criado do sangue de Urano (ver Teogonia de Hesíodo) depois que este foi castrado foi morto por Hefesto, de acordo com Apolodoro. Hoje, Mimas não é muito mais que uma bola esquecida nos confins do Sistema Solar. Ao menos, esquecida por vocês, que sequer sabem de qual planeta ele é satélite se eu não disser (Saturno).
Há muitos milagres que vemos, mas não vemos. As estrelas do céu, os grãos de areia, como a vida é. São coisas fantásticas que têm explicação, e estas explicações são tão bonitas quanto o fato em si. Mas é tão legal ficar sentado numa praia ouvindo o ruído da arrebentação, sob um céu estrelado, com a Lua em foice parada no alto, que a gente não precisa saber do movimento das marés sob o efeito do vento e da atração gravitacional da Lua, com o basso brilho frio das estrelas, que muitas delas sequer existem mais.
Um dos principais problemas de formação universitária, no Brasil, é que os estudantes ficam nas salas e laboratório aprendendo apenas conteúdo. Não que isso não seja importante, mas seria muito mais produtivo se cada um estivesse mais envolvido com pesquisas em andamento (sim, eu sei que ciência e pesquisa por aqui é mal visto por 90%). Saber os fundamentos é ótimo, mas estar acompanhando o conhecimento se desenvolvendo ou, como costumam dizer, o "fazer ciência" é muito melhor.
O Deus da Guerra repousa plácido, indiferente a nós, humanos. Por eras ele estava lá, a nos observar com algum desinteresse. Hoje nós o vencemos.
Eu ainda não entendi essa tara por Plutão. Aquela porcaria de pedra coberta de gelo, localizado mais longe que a casa da sua sogra. Quando a União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês) resolveu que
Qual o segredo da vida? Quais as moléculas que estavam presentes aqui? Elas podem ser encontradas em algum lugar no espaço? São coisas que bioquímicos e cosmologistas procuram responder. Buscando a nossa história a 27.000 anos-luz de distância, cientistas descobriram o que parece ser a chave que abrirá um cofre cheio de surpresas. Trata-se de uma molécula orgânica que não é nada comum, mas estava escondida numa nuvem de gás interestelar.
Na noite da última terça-feira (23/09), a Índia conseguiu DE PRIMEIRA colocar uma sonda em órbita de Marte. A Índia, com todos os seus problemas sociais (na maioria das vezes causados pelos seus sistemas de castas e sua religião meio esquisitona) consegue algo fantástico. O Brasil? Infelizmente, não conseguimos construir um foguete (coisa que a Alemanha fez na década de 1940) nem colocar um satélite em órbita (coisa que a URSS fez em 1958).
Os dois deuses gelados estão em seus descansos. O deus Οὐρανός, Aquele que Cobre, está quieto em seus tons baços, esquecidos. Já o Senhor dos Oceanos, Rei de todos os Mares e pai da Ariel, junta-se a ele no esquecimento. Depois que a Índia esteve num balé gravitacional com o Planeta Guerreiro, esses dois, gigantes adormecidos, estão meio que esquecidos. Mas não por nós, cientistas.
Uma das maiores conquistas da humanidade foi, sem dúvida, a nossa chegada em outro mundo. Quando saímos de nossa querida Mãe-Terra e chegamos na Prima-Lua, nós ultrapassamos todas as fronteiras e inauguramos novas, e uma delas é a que nos separar do restante do Universo, mediante nossa ridícula existência em termos de morfologia e fisiologia. Não podemos viver no espaço sem ajuda. Fim.