
Essa construção não é uma construção alien, nem uma planta 3D de alguma instalação maligna de um vilão de James Bond. É tão-somente um formigueiro.

Essa construção não é uma construção alien, nem uma planta 3D de alguma instalação maligna de um vilão de James Bond. É tão-somente um formigueiro.

Ano passado (já?), eu postei um vídeo em timelapse da Noruega. É um lugar magnífico, ainda que seja um país pequeno. Pequeno, mas com paisagens exuberantes, misteriosas e fantásticas. Não apenas isso, as auroras à noite são um outro show à parte. Então, sem mais delongas, solte o vídeo e aprecie.

Volta e meia eu coloco uns timelapses aqui. Como devem ter percebido, normalmente são de paisagens ou do céu, mas tem outros timelapses muito legais. O timelapse a seguir mostra coisas triviais, como um ovo deixado exposto ao tempo, mostrando como a clara é a primeira a se desnaturar. Também mostra fruitas estragando, aparecendo mofo, formigas pegando seu almoço entre outras coisas.

Diz-se que quando se fala coisas sem sentido, está se falando abobrinhas. Mas e quando se fala coisas importantes? estão falando abobrões? Mistérios! E sim, eu sei que abobrinha não é uma abóbora pequena, mas o artigo é meu e começo escrevendo o que quiser, mesmo que seja abobrinhas.

Não se pode falar muito mal dos alemães (Ninguém que fale alemão pode ser má pessoa). São muito legais eles, principalmente quando não meteram mais de 7 gols no Brasil na Copa.
Enquanto isso, brasileiros — ingratos como sempre — estão enchendo o saco porque o museu não quer devolver o fóssil do dinossauro batizado de Ubirajara jubatus. Poxa, por que não deveriam devolvê-lo?
Continuar lendo “Alemanha faz favor à Ciência e não devolve fóssil ao Brasil”
O corpo lívido, sem vida, estava submerso na água serena numa casa às escuras e só a luz trêmula do banheiro banhava de uma luz amarelada o que ocorrera. Seu corpo nu e belo, alvo mesmo quando era viva, não veria a luz do sol novamente, mas em contrapartida não indicava sinais de violência. Uma morte em paz, sem dor ou desespero… ou assim parecia. Sapatos engraxados adentraram o banheiro, sujando-o. Outra pessoa, com o pijama encharcado, mostrara a cena. O homem do sapato engraxado parou em frente à cena; sim, ela está morta, senhor. Outros sapatos chegaram, analisaram criticamente o que estavam vendo. Não havia sinais de crime, mas algo não parecia certo perante aquela visão que poderia ser vista como uma foto artística, mas era um acontecimento bizarro por causa dos detalhes que pareciam não se encaixar.
Eram 23 horas e 30 minutos do que parecia ser uma noite calma do dia 3 de maio do ano de nosso Senhor de 1957. Elizabeth Barlow então desprovida da luz de seus olhos, jazia morta em Bradford, Yorkshire, no Reino Unido. E ninguém sabia como… ou por quê. Se era um crime, era um crime perfeito. Continuar lendo “O crime perfeito na ponta de uma agulha”

Eu gosto do jornaleirismo do Brasil. Aquela mistura de erro, ignorância, desinformação e cara de pau, principalmente na hora de encher o saco que a assinatura garante boas reportagens, o que sabemos não ser bem o caso.
Um exemplo disso é o Metrópoles, o jornal que ainda está no tempo do Levítico e acha que morcegos são aves. Continuar lendo “Jornaleiro acha que morcego é ave”

Então, meu amigo, minha amiga. Eu sei que seu trabalho é estressante, você tem que dar duro longas horas, estar sempre aberta pros chefes querendo mais e mais, trabalhando arduamente a ponto de se esfolar todo, gastando muita energia, pronto pra receber tarefas árduas e ter que rebolar para cumprir as metas. Natural que você fique estressado. Já pensou se seu chefe desse permissão para você dar aquela aliviada no banheiro, fazendo aquela briga desleal mandando 5 contra um? Pois é, algumas chefes acham que é um direito do funcionário se masturbar para dar aquela aliviada e depois voltar ao trabalho.
Revirando os olhinhos com as notícias que aparece, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Trabalho estressante? Escolha um que deixe você se masturbar”

O marfim é um maravilhoso, lindo e fantástico material para se fazer obras de arte e joias. O problema dele: é obtido por meio de presas de elefantes, dentes de hipopótamos e dentes de narvais (aquilo que parece um unicórnio, é um dente). Ele foi o responsável por mandar muitas espécies – principalmente de elefantes – à extinção, e seu comércio é atualmente proibido, salvo para obras de artes antigas, o que abre um precedente pra vagabundo deitar e se esbaldar. No caso do Brasil, em 2017, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou o substitutivo ao Projeto de Lei 7332/17, que proíbe qualquer forma de comércio ou transporte de marfim e de queratina existente nos chifres de animais em extinção. Recebeu parecer favorável e a lei está na dança das cadeiras esperando o que vão decidir, já que está aguardando designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O marfim era usado para uma miríade de peças magníficas, mas não falarei delas de um modo geral e sim de um caso particular. Imaginem que se encomendava peças anatômicas detalhadas feitas de marfim. Mas quando eu falo “detalhadas” eram detalhadas MESMO, com direito a órgãos internos e até bebês no útero da mãe. Continuar lendo “Os magníficos modelos anatômicos de marfim”

Em dezembro de 2020, eu tinha escrito que vocês podiam me chamar de paranoico. As vacinas estão um perrengue até hoje, com vários políticos se estapeando para saber quem vacina quem. Eu falei que ia ficar na minha, bem acastelado, além de continuar saindo na rua de máscara. Adorei não pegar resfriado em ônibus lotado. A máscara ajudou bastante e vou continuar com ela.
Já Portland, no Oregon, achou que esta é uma excelente ideia e vai continuar com as medidas restritivas, como distanciamento social e obrigatoriedade de máscara. Sim, pessoal está chilicando. Continuar lendo “Portland quer manter as normas de distanciamento e uso de máscara. Pessoal chilicou”