
E assim se encerra mais uma semana (ok, foi ontem), iniciando mais uma outra semana (no caso, hoje). Sei lá. Não tenho muito o que escrever. É só um blábláblá pros artigos da semana.

E assim se encerra mais uma semana (ok, foi ontem), iniciando mais uma outra semana (no caso, hoje). Sei lá. Não tenho muito o que escrever. É só um blábláblá pros artigos da semana.

Eu gosto das fotos da Lua e Terra juntas. Dá uma sensação de proximidade muito legal, mas essas fotos são enganosas. A Lua está, em média, a 384 mil km de distância, e isso é MUITO longe.

Eu adoro os vídeos do Sean Dóran. Eu devia compartilhá-los mais. São simplesmente fantásticos, já que ele pega as fotos cruas, sem compressão, trata cada uma, ajusta a sequência de fotos num tempo adequado para que todo o conjunto da obra flua, o que ele consegue majestosamente.

O lançamento e a implantação do Hubble em abril de 1990 marcaram o avanço mais significativo na astronomia desde o telescópio de Galileu. Graças a cinco missões de serviço e mais de 30 anos de operação, nossa visão do universo e nosso lugar dentro dele nunca mais foi o mesmo.

Eu já postei anteriormente sobre as nuvens noctilucentes AQUI e AQUI. Ela são mágicas, incríveis e maravilhosas. Os cometas também são; entre eles o Neowise. Agora, fantástico mesmo é poder registrar estes dois eventos de uma tacada só.
Continuar lendo “Um cometa, algumas nuvens, muitas maravilhas”

Dia hoje foi de trabalho aqui (sim, a ironia do dia). Quase não tive tempo de postar os artigos que foram ao ar na semana. Sabe aquele lance de trabalhar muito porque a alternativa é trabalhar mais ainda no dia seguinte? Pois é, eu não tenho isso, já que eu já tenho bastante coisa pra fazer amanhã.
Bóra pros artigos!

As perguntas mais simples são as mais complicadas de responder. As respostas em si até são simples, mas demanda certa abstração. Quando adultos, nos acostumamos a certos “fatos” da vida. O Sol brilha de dia, a Lua aparece de noite. O Sol é responsável pelo dia, por causa do brilho intenso e fim, acabou. Mas porque a Lua não tem dia claro, se é iluminada pelo Sol? Crianças não têm pudor de perguntar coisas simples, mesmo que nos pareça idiota. Nenhuma pergunta é idiota se é movida pela curiosidade. Mas, afinal, o que a noite, padres e a evolução do Universo tem a ver com o dia claro?
Olhando para o Céu Azul, inspiro-me em mais um capítulo do Livro dos Porquês!

Eu adoro as Missões Apollo. A maravilha que foi terem que criar tecnologia que não existia para um grande feito. Todas as missões foram uma prova de quando se quer, se consegue, ainda mais quando se tem dinheiro, obviamente. Nenhum problema em engenharia é insolúvel tendo tempo e dinheiro! A Apollo 16 não é uma exceção.

Medir é um problema sério. Já começa que todos os sistemas de medida são arbitrários. O cara pega algo que usa como padrão e pronto, tudo tem que se encaixar ali, e é daí que começam os problemas. Nos múltiplos, tudo uma maravilha. Nos submúltiplos e fracionamentos em geral é que começa a dor de cabeça.
Quando o comércio marítimo se intensificou no século XVI-XVII, estava cada vez mais necessário saber em que parte do mundo você estava. Não apenas isso, como chegar em determinada parte do mundo. Levando em conta que a Terra foi dividida em trópicos e meridianos, e estes levam em conta medições em ângulos, era de suma importância ter instrumentos capazes de trabalhar com frações de ângulos e arcos de ângulo. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Jesse Ramsden”

Estamos acostumados a astros orbitando o Sol, assim como a Lua orbita a Terra. Pensamos que est órbita é delicada e suave, e até pode ser, mas aos nossos olhos. A Lua tem uns “tremeliques”. Chamamos isso “libração”, do latim “librare”, que significa “balançar”, porque é esta a impressão que tempos: a Lua está dando umas sacodidas.