A perspectiva de comprar o azul para levantar o caído

Estava pensando ontem. Há bastante tempo eu já falei com vocês coo blogs estavam morrendo, e apesar dos meus esforços de fazer mais pessoas escrevendo, é tampar o sol com a peneira ao não reconhecer que redes sociais tomaram este nicho, ainda mais com o Shadowban do Google. Cliquem nesse link e vejam. Google é o motor de busca mais tosco de ridículo, mas ainda vai demorar pro Bing tomar o lugar dele, mesmo sendo turbinado com IA. Até a busca pelo Twitter está eficiente. O que fazer, então?

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Artigos da semana 157

A preguiça tá batendo forte este fim de semana. Ontem não pus artigo, e hoje tive que me forçar a postar o resumão da semana. Ando pensando algumas coisas. Eu sempre penso muito, e sobre coisas que já mencionei aqui. Surgiu-me uma outra ideia, mas comentarei depois. Hoje só vou colocar o que eu postei durante a semana:

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Motorista esquece como passa a marcha e usa o câmbio de maneira não natural

Dizem que quando a vontade aperta, tem que atendê-la de qualquer jeito. Isso vale pra tesão? Bem, eu acho que até pode ser, desde que a outra parte esteja de acordo. E quando a outra parte não tem condições de falar, é justo? É lícito? E quando a outra parte não tem voz para negar e permanece imóvel? Aí pode? Bem, um motorista de aplicativo resolveu que limites é pra municípios, então ele resolveu se locupletar numa relação sexual não consentida com a… alavanca do câmbio.

Sim, da forma como você tá pensando!

Passando a marcha da tara, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Os apitos de cachorro da idiotice

Virou modinha – como tudo o mais – a expressão “dog whistle” ou “apito de cachorro”. São mensagens codificadas que um determinado lado usa para conseguir reações positivas aos seus interesses. A referência é que cães ouvem frequências que humanos não conseguem ouvir, e os apitos para cães são inaudíveis para as pessoas, mas são muito bem perceptíveis aos ouvidos caninos. Da mesma forma, a função do “apito de cachorro” visa como objetivo não ser descoberto nem divulgado, mas são facilmente compreensíveis para uma determinada classe.

Se você parar para pensar de forma ampla e detidamente, (algo como 5 segundos), percebera a idiotice disso.

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Xamãs faziam reuniões da lata oferecendo veneno de sapo que dá barato

Religiões normalmente são muito zuadas. O problema é quando a religião é tão tosca que finge que não é religião, pois até para religiões esquisitices tem limite! Enquanto católicos ficam comendo e bebendo o seu deus e judeus e muçulmanos implicam com bacon, essas religiões doidas da linha Nova Era ri e diz “segura meu santo daime”. Um exemplo disso é uma seita xamânica que deu chá de sapo da lata para geral tomar e ficar doidaço, sem sequer avisar antes.

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Artigos da semana 156

A semana foi de muita notícia WTF. Parece que os portais da Insanidade foram abertos e toda maluquice de todas as dimensões vazaram pra cá. É vaca policial, peituda passeando, robô dildo e  até bunda de rei criando novas especialidades médicas. Ah, e teve timelapse!

Este são os artigos da semana!

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Mulher mostra que peita o sistema, mas vai em cana

De vez em quando, a gente tem que sustentar uma posição, irmos com a cara e a coragem, mantendo o peito erguido. Foi o caso de uma certa dona dando um rolê com seu cachorrinho, livre, leve e solta, mas os meganhas acharam um abuso e prenderam a criminosa, algemaram-na e a carregaram para a delegacia. O motivo da prisão? Ela estava fazendo topless, uma loira de peito e forma, seminua, do jeio que deus a fez. (aqui, Google, aqui, rapaz).

Peitando o preconceito, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Corre que o Robô-Dildo vai te pegar

A todo momento, surgem diferentes tipos de robôs. A rigor, robôs estilo humanoide são péssimos de se trabalhar, dado o volume de processamento que se requer para já de início mantê-lo em pé. Um robô com rodas é ótimo, mas só se for para pistas retas, não terrenos acidentados ou estradas brasileiras. Então, um engenheiro teve uma ideia: e se ele se movimentasse como uma foca?

Quase conseguiu. Continuar lendo “Corre que o Robô-Dildo vai te pegar”

O Longo Braço da Lei não pega bandidos na Carolina do Norte, mas vacas não dão mole

Você ficou mal-acostumado com filmes policiais, eu fiquei mal-acostumado, todo mundo ficou mal-acostumado. A gente pensa em frenéticas perseguições pela cidade, carros saltando nas ladeironas de São Francisco, o desvio alucinante de carros e transeuntes em Nova York, as corridas pelas vias expressas e coisas do tipo. No final, a vida real é um pouco frustrante, a polícia não chega junto e precisa até mesmo da ajuda de vacas para prender os bandidos,

Peraí! Vacas? Sim, vacas! Continuar lendo “O Longo Braço da Lei não pega bandidos na Carolina do Norte, mas vacas não dão mole”

Dilemas filosóficos: se você morrer, seu crime prescreve?

Este é um artigo delicioso para imprimir, amarrar numa pedra e atirar pela janela do Departamento de Filosofia de uma universidade. Afinal, quando acaba a vida, acaba tudo inerente a ela, inclusive nossos crimes? Bem, é o que Benjamin Schreiber argumenta. Ele foi condenado à prisão perpétua depois de ter espancado um homem até a morte com o cabo de uma picareta em 1996. Problema que ele morreu na prisão. Acabou a pena, certo?

Problema que reviveram ele. E aí?

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