Bem, pessoal. Acabou a moleza. Hora de voltar ao batente. Esqueçam o que andaram fazendo durante o carnaval (coisa que muitos querem realmente fazer, ainda mais quando descobrem que algumas marcas de cerveja causam dor na região anal). Agora, começa a Quaresma, isto é, os quarenta dias antes da Páscoa, que é uma data muito legal. Quando Jesus nasce, ganhamos presentes; quando ele morre, ganhamos chocolates, como diz o Kentaro Mori. Bem, vamos à notícia: Por pura falta do que fazer, os gloriosos líderes da Igreja Anglicana estão exortando os fiéis a abrir mão de seus iPods durante a Quaresma, em lugar de vícios mais tradicionais como o chocolate, para ajudar a salvar o planeta. Só não tenho certeza se isso é aplicável aos xing-ling de dez merréis, adquiridos no seu camelô favorito.
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Pois, é. O mundo é bem irônico às vezes. Sempre acabo ouvindo bobagens de pseudodefensores de animais falando que não podemos permitir que animais sejam privados, encarcerados, mal-tratados e servirem de almoço (hummm, o bife que comi hoje estava delicioso). Assim, temos que protegê-los, de modo a garantir que eles vivam felizes e saudáveis. (isso já começou a parecer comercial de ração para cães)
É curioso que eu não tinha intenção de fazer nenhuma série de artigos sobre saúde, emagrecimento etc. Deve ser alguma confluência astral, mas estou achando que foi aquele acidente em meu laboratório, onde fui abalroado por algumas emissões nucleares. Estou até ficando com a pele azul…
A vaidade é algo que acompanha os seres humanos desde o neolítico, quando adornos eram produzidos, como brincos, colares e pulseiras. O tempo passa, os séculos voam e os milênios viajam. As pessoas não só aprenderam a se enfeitar, como dar um jeito em suas próprias partes do corpo. Assim, aprenderam a pintar as unhas, usar maquiagem e tingir os cabelos. Ainda assim, é pouco. Vieram as cirurgias estéticas, remoção de “pregas” (não estou me referindo àquelas pregas), aumento e diminuição de determinadas partes do corpo, ajeitar nariz torto, tirar papadas e deixar lábios mais volumosos e sedutores.
Este é um mimo de notícia, trazido até nós pela amiga Gabrielle: Vereadores do município de Carazinho, no norte do Rio Grande do Sul (favor não fazerem piadas, como a dos 3 punhais) estão envolvidos numa polêmica bíblica. Isso porque há uma ridícula
De boas intenções, o Inferno tá cheio… ou as igrejas (se bem que uma coisa não se distingue de outra). Um grupo de missionários batistas foi preso e julgado pela justiça do Haiti (sim, alguma coisa está funcionando lá). A acusação é que eles tentaram levar 33 crianças sem documentos para a vizinha República Dominicana. O grupo, de cinco homens e cinco mulheres, é ligado a uma igreja batista e levava as crianças, com idades variando entre 2 meses e 12 anos. Eu custo a ver algum ato de bondade, ainda mais sabendo que eles estavam fazendo na surdina. Segundo a porta-voz do grupo, os missionários não pagaram pelas crianças, que foram entregues pelo pastor Jean Sanbil, com a desculpa que isso seria para coibir o tráfico de crianças.
Antes que os engraçadinhos comentem, Alexandre Viana da Silva se afogou numa tina do chá que passarinho não bebe. O que aconteceu foi que ele tava ligadão por causa das ervas contidas no “chá da lata”, ficou doidão e resolveu pular no rio. Alexandre tava tão doidão que esqueceu um pequeno detalhe: ele não sabia nadar. O resultado? Dor para a família, pois ele não sabia nadar, nem devia estar em condições caso soubesse. Morreu afogado no dia 30 de janeiro último.
Céticos. Ô raça danada, essa que somos! Essa nossa mania de querer provas e evidências das besteiras propagadas por aí nos coloca em sérios riscos, às vezes, como demonstrou a Sociedade Merseyside de Céticos (MSS, na sigla em inglês). Nossos mártires correram risco de morte (risos) por tomarem uma overdose de água, digo, remédios de homeopatia em frente de unidades de uma rede de farmácias que vende água, digo, remédios homeopáticos, nas cidades de Londres, Liverpool, Manchester, Edimburgo, Glasgow entre outras. Vamos, companheiros! Vamos arriscar nossas vidas tomando um monte de placebos, digo, remédios homeopáticos!
Se você já viu algum filme com submarinos, você deve ter ouvido falar do sonar. Submarinos não podem usar radares embaixo d’água, por causa do meio envolvente. Assim, usam algo melhor: ondas sonoras. A velocidade do som é diretamente proporcional à densidade do meio no qual ele se propaga; e é por causa disso que o som não se propaga no vácuo, pois o som é uma onda mecânica e não eletromagnética.
Nada mais nesse mundo é sagrado, se é que algum dia foi. Depois de beberem água benta durante uma celebração religiosa da Epifania, da Igreja Católica Ortodoxa, mais de cem fiéis russos baixaram enfermaria. Eu não sei, mas meus pais me ensinaram a não beber água diretamente da torneira, e olhem que a água daqui pelo menos é tida como potável (apesar de sabermos que não é bem assim). Mas a água de torneira de lá é tida como completamente não-potável.