Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
Agora, os ateuzinhos fofuxos dos EUA querem dar uma de Grinch e cancelar o Natal em parques públicos. Acho que eles não ganharam presente do Papai Noel.

O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Fim de um mês, início do outro, 13º depositado, salário prestes a vir e as minhas merecidas férias se avizinham. O que poderia ser melhor que isso? Talvez um bando de lunáticos enchendo o saco, com as mesmas insanidades de sempre. Tem horas que eu realmente me pergunto se não é de propósito na base do "Mãe, ó eu na Vos dos Alienados!". Bem, se é isso, quem sou eu para criticar? Essa é a versão domingueira da sua série favorita: VOZ DOS ALIENADOS!
De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!
Nossos olhos são mal feitos. Eles insistem em brigar com nosso cérebro, outra gambiarra que mal funciona direito – e sim, eu sei que ele já é maravilhoso, mas mesmo assim é uma gambiarra mal acabada. Quando os dois se juntam, eles acabam saindo na porrada, pois um capta uma coisa, e o outro interpreta de outro jeito. Quando é mostrado que o outro jeito é errado, há quase um curto circuito cerebral, e isso podemos mostrar com um Cubo de Rubik, o famoso Cubo Mágico.
Deixe-me correr para corrigir o erro do título. Eu estava vendo a listagem de cabeça pra baixo. Mal aí, gente! Mais uma vez, nós mostramos a que viemos: sermos chacota no cenário mundial, mas parece que ninguém se importa. Por que alguém se importaria? Tal aconteceria se Educação fosse algo mais prioritário que verificar se acabou a lata de leite condensado.
O mundo é doido, sabemos disso. Hades tem hora que deixa as pessoas de rédea curta e Samhain esqueceu de pegar sus filhotes no dia 1º. O último exemplo de coisas doidas que acontecem por aí é o caso da sueca que está indo a julgamento. Sua relação com corpos não é bem no mesmo nível que os filmes do James Cagney fazem supor (pronto entreguei a idade). No caso, ela tem um caso com as ossadas e o pessoal quer a cabeça dela ("dela/dela" e não "dela/do esqueleto") por "perturbação dos mortos".
Eu gosto do Popular Science (Popsci). Eles praticamente são a Superinteressante versão gringa, onde começaram com bons artigos e degringolaram para a palhaçada pseudocientífica de artigos muito mal escritos, errôneos e totalmente disparatados. De qualquer forma, a Popsci não é composta por cientistas e sim o pessoal que deve encher a boca (sei lá do quê) para dizer que é jornalista com diproma.
Faz tempo que o Papa Palpatine XVI não dá as caras pela mídia. Cioso que ele tem que contribuir com o divertimento alheio e doido para aparecer, Bentinho, the 16th nos traz uma preciosa informação: Jesus teria nascido antes do que dizem que ele nasceu. Isso pode ser uma luz de êxtase em muitos corações, mas qualquer um que começou a ler a respeito hoje pôde comprovar isso, estando ao alcance de qualquer um que domine matemática de 2ª série (ou 3º ano) do Ensino Fundamental.
Tudo tem que ser verde, hoje em dia. Combustível tem que ser verde, casas têm que ser verdes, só podemos andar no verde, meu papagaio é verde e meu gerente recomenda o mesmo para a minha conta bancária (mas desejando ardentemente que não). Só que os atuais combustíveis verdes podem não ser tão verdes assim, como mostra um relatório que avalia a produção de combustíveis produzidos por algas e seu custo relativo.