As Filipinas é um país católico. Mas MUITO católico. Tão católico que alguns filipinos chegam ao fanatismo de se crucificarem no Dia de Surrar Jesus, mais conhecida como Sexta-Feira Santa. O povo lá consegue ser bem estranho, e a ICAR adora muito tudo isso! Assim, qualquer coisa que faça as pessoas pensar é vista como inimiga pelos lords Sith do Império do Mal. E um bom exemplo foi o arranca-rabo que arrumaram quando o Ministério da Saúde das Filipinas distribuiu preservativos gratuitamente para a população.
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Cristãos fundamentalistas são um pé-no-saco. Como ninguém dá muita bola pra eles (o que pode ser perigoso), eles resolveram deixar o coitado do Darwin em paz (por enquanto) e resolveram atacar climatologistas que estudam os efeitos do chamado Aquecimento Global. Adivinhem só a principal “arma” de argumentação dos toscos? Que o AG é apenas uma teoria e não foi provado ainda, sem nenhuma base científica. Pois, é. Vocês já ouviram essa história antes.
Bem, o título é autoexplicativo. Estamos no mês de março, é dia 8 e comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Pensem sobre o que isso significa. Pensaram? Eu vou lhes dizer o que significa: Nada! Enquanto o mulherio clama pela minha cabeça (não façam piadinhas), eu observo e questiono o motivo. Eu sinceramente acho que não deveria haver Dia Internacional de qualquer coisa, e para as mulheres não tem porque ser diferente.
Bom, diz o adágio que feliz foi Adão, que não teve sogra. Os decanos do Império do Mal Vaticaniano, apesar de terem pouca experiência com isso, acham que, realmente, tem sogra que é um pé no saco. Assim, com a finalidade de prevenir crises conjugais, uma arquidiocese italiana decidiu abrir um curso na cidade de Udine, no norte da Itália, para ensinar sogros e sogras a não fazer algo que nunca deveriam ter feito de princípio: Interferir na vida de casal de seus filhos, deixando-os em paz e sem reclamar se o marido bebe fito um gambá e a esposa só gosta de ver novela da Globo e não da Record. Ao que parece, o curso vai fazer sucesso.
Vende-se de tudo na televisão. Uma das coisas mais “interessantes” são os chamados “feromônios”, hormônios que, segundo a propaganda, faria qualquer mulher (ou homem, dependendo do gosto e da utilização) cair doidinha por você. Assim, enganadores metidos a perfumistas vendem cosméticos prometendo atração fatal para qualquer um que dê uma cafungada em você. Muitos pesquisadores assumiram que certos produtos bioquímicos desencadeariam tais comportamentos no sexo oposto,por meio de respostas comportamentais e endócrinas. Acontece que estes agentes nunca foram identificados quimicamente; são os chamados “feromonas”. O que isso significa? Que não há nenhuma prova sequer que tais substâncias existam, não se sabe qual seria sua composição teórica nem como se daria as reações bioquímicas que propiciariam. Resumindo: Feromônios são engôdo, besteira e pseudociência!
Quem não segue uma religião tem o costume de culpar os religiosos por atitudes estúpidas, violentas e de culpá-los pelos males do mundo, mas e se não existisse religião?
Eu sempre tenho que ouvir a mesma ladainha. Principalmente a
Para você, que acompanha o Ceticismo.net, tem um QI acima da média, se interessa por ciência e não fica me xingando, tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia, promovido pelo
O mundo dos Camelinhos de Alá não é o menos louco. Está de igual para igual em toda doideira mundial, quando a religião está no comando. A sharia é a lei islâmica contida no Alcorão e que regula a vida de homens, mulheres e crianças nos países muçulmanos. Alguns são mais liberais que outros, mas alguns são extremamente rígidos. No caso das mulheres (como em muitos outros) há problemas por causa de simples interpretações. O Alcorão diz que as mulheres devem cobrir o colo dos seios e esconder-se, deixando apenas sua beleza aparente sobressair. Mas, o que significa? Para alguns, cobre-se o cabelo e pronto. Para outros, como no caso do Egito e Arábia Saudita, usa-se o niqab, um véu que só mostra os olhos. Isso pode ser um acicate às mulheres, mas algumas delas transformam a desvantagem em vantagem (ou quase). Um diplomata dos Emirados Árabes arrumou (provavelmente, ao termo seria “comprou”) uma noiva. Só que ela só se mostraria a ele na noite de núpcias. Quando o cara descobriu a garota, viu que ela era estrábica e tinha excesso de pelos no rosto. Em suma: mais feia que Shtan chupando tâmara!
Eu preciso dizer DE NOVO que jornalista escrevendo sobre ciência é o mesmo que tartaruga tentando costurar? Pois, é. Em mais um cópia/cola do Terra, com uma tradução tosca e mal feita, nós “aprendemos” muitas coisas (erradas). Ficamos “sabendo” que orcas são baleias e são homossexuais. E isso é dito por uma revista. Uau!