A programação infantil televisiva praticamente acabou no Brasil. Ou se tem programas para donas-de-casa ou programas evangélicos. Um dos culpados é efetivamente não ter patrocinadores para programas infantis, pois a legislação brasileira proíbe publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos na Constituição, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Resolução 163/2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Se você não pode veicular seus produtos, por que você iria patrocinar um programa a um público-alvo que não é o seu. É tipo no intervalo da novela Aventuras de Jesus, da Record, tiver propaganda do Terreiro de Umbanda Caboclo Feliz. Uma emissora só mantém programação mediante financiamento por patrocinadores e audiência. Se não tiver nenhum dos dois, já era, vai pra vala.
Agora vem o mais engraçado. Esse esforço contra publicidade na TV não está dando muito resultado, já que – SURPRESAAAA!!! – temos outras formas de mídia, essas “outras formas de mídias” (leia-se: redes sociais) estão afetando negativamente na alimentação de crianças.
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Vocês se lembram da primeira vez que eu escrevi sobre
E depois de ontem, o arranca-rabo foi formado. Pessoal teve ataque de pelancas sobre a cartinha que o MEC mandou, junto com o e-mail sugerindo (nunca foi em tom de “faz essa merda aí”) que se cantasse o hino, o que, como eu falei e provei, já é lei desde 2009, pelo governo fascista. O governo do Lula é fascista? Bem, sei lá. O ponto que pessoal reclamou foi sobre a parte da possibilidade de filmar as crianças cantando. Pessoal reclamou que isso violaria o ECA. Depois desta trabuzana toda, o Ministro da Educação entrou em modo Contenção de Danos.
A rigor, Nada. Mas pessoal ainda acredita na bondade do YouTube. Sim, eles realmente estão removendo as monetizações (e não propaganda) de vídeos que promovem conteúdo anti-vacinação, citando a proibição de material “perigoso e prejudicial”. O Tubo foi lá nas empresas que anunciam em canais de anti-vaxxers para dar aquele toquezinho camarada. Obviamente, você é burro e comprou esta ideia, né? Se comprou, não se preocupe, você não foi o único.
Lixo espacial é um problema. Desde foguetes até uma
Shameema é uma millenial, e millenial só faz merda. Como sabemos, jovem tem que acabar, mas a vantagem de gente como a Shameema é que eles mesmos dão um jeito de se auto-acabar. Shashá, por exemplo, meteu a louca e cismou que tinha que ser soldado do ISIS, malvadona e se mudou do Ocidente decadente e povoado por infiéis para um lugar excelente para constituir uma vida de aventuras: A Síria. Por algum processo que não me entra na cabeça, ela achou que isso era uma atitude inteligente, e, bem, não era. O caldo engrossou lá, deu muito ruim, e agora ela quer voltar para a Inglaterra para ter seu terceiro filho, antes que ele tenha o destino dos outros dois anteriores e possa sobreviver.
Uma das propostas do atual governo democraticamente eleito (para meu eterno divertimento, já que um sujeito que tinha 8 segundos de TV conseguiu ser eleito graças a um monte de imbecis que o divulgaram de graça) é alterar o estatuto do desarmamento (Lei 10.826/03) para flexibilizar possuir e portar uma arma (ou seja, manda o estatuto do desarmamento pra vala). Eu acho que brasileiro é psicopata por natureza e se por causa de um sujeito com a camisa do time errada já dá muito ruim, imagina pessoal podendo andar armado, seja com um fuzil, um liquidificador ou mesmo um guarda-chuvas. entretanto, eu moro no Rio de Janeiro e… bem, é isso, eu moro no Rio de Janeiro. Isso já deve ser sinal de algo. Eu acho que pelo menos, as pessoas poderiam possuir armas não-letais, como spray de pimenta, taser (aquela maquinha que faz BZZZZZZZT e te dá um chocão) e aquele bastão retrátil que aparece em filme.
Ethan Hauschultz era um bom menino. Ele tinha 7 anos e tinha a feição de ser uma criança boa, amiga e gentil. Infelizmente, Ethan era uma criança apenas e isso foi o que lhe sentenciou à morte. Foi amarrado, surrado, espancado e enterrado vivo num caixão na neve. Ethan morreu de hipotermia.
Tá todo mundo tendo ataque porque a guria que foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do MEC é formada em Direito, com um TCC tosco sobre homeschooling, e é exatamente sobre ser defensora de dar aula para as crianças em casa que ela ganhou este cargo. Eu sinceramente não vi nenhum problema quanto a isso, quando até agora colocavam pedagogas, que entendem tanto de Educação quanto astrólogo entende de nebulosas espirais.