Um barulho no meio da noite. Um farfalhar. O medo se faz presente nas crianças pequenas. Pazuzu resolveu aterrorizar as pobres crianças, pois assim elas dariam o melhor que ele poderia ter: suas almas. Mas um demônio não pode simplesmente arrancar a alma de alguém, sem mais nem menos. Almas têm que ser ofertadas, principalmente no suicídio, já que a alma torturada no inferno é facilmente possuída pelos seres das Trevas. Pazuzu então encontra uma brecha incorporando na avó das crianças. As crianças com medo fogem e pulam pela janela. Pazuzu conseguiu o que queria… ou quase!
Infelizmente, isso não é filme do Wan e não tem bonecas amaldiçoadas. É apenas mais um surto religioso levando a um desfecho trágico por pura imbecilidade. Continuar lendo “Vó encapetada assusta crianças”

O Felipe do Café e Ciência resolveu entrevistar um velho blogueiro das antigas, daqueles que têm muita história pra contar e causos maneiríssimos. Daí ele o convidou, mas o miserável mandou o Lima; daí acabou me entrevistando mesmo.
O Brasil é um Estado que segue os princípios que todos são iguais perante a Lei, desde que você faça parte de certa parcela da sociedade. Como exemplo podemos citar a democrática participação de direitos e deveres da população, mas que segmentos religiosos não precisam cumprir, como ser obrigado a pagar impostos, serviço militar entre outras facilidades. Já a sua decisão de não ter religião na sua vida é respeitada… pero no mucho.
Os hindus são meio esquisitos com seus deuses, mas eu não vou nem criticá-los muito com isso, quando muitos cristãos acreditam em cobras falantes. O que eu acho maneiro mesmo é que hindus realmente viajam na maionese com seus deuses de múltiplos braços… e tem o Ganesh, o Deus-Elefantão. Diz o hinduísmo que ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, esposo de Buddhi e Siddhi, considerado removedor de obstáculos, proporcionador do sucesso e da fartura, mestre do intelecto, da sabedoria e chefe do exército celestial, e por isso também, esta divindade é encontrada sempre na porta de todos os templos hindus e na
Deus não é bom. Talvez nem seja mau. Se ele é um deus acima de tudo, como dizem os religiosos, ele não deveria ter características humanas. Você não se preocupa com o que nasce no ralo do seu banheiro, não é mesmo? Por que um deusão poderosão teria um mínimo de sentimentos característicos dos seres humanos? Isso não faz sentido do ponto de vista lógico, não é mesmo?
Léo Montenegro era um articulista do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Em suas crônicas, sempre tinha alguma situação engraçada, com personagens diversos. Desde a senhora gorda, até um negão e um sujeito com capacete de Jim das Selvas. Era o cotidiano insano de subúrbio que, em quase todas as histórias, acabava com pessoal saindo na porrada.
O Paradoxo de Epicuro nos faz pensar sobre as nuances mais básicas de Deus. Onisciente? Onipotente? Onipresente? Bondade absoluta? Se colocarmos isso a 80km/h, será que dar para ficar tudo junto? Lino, do jeito que está o mundo, eu acho que não. Os preceitos acabam indo um de encontro ao outro. Aliás, nem sei por que deveríamos achar que Deus é bondoso, mas isso nem vem ao caso neste vídeo.
Que o ser humano não aprende, é público e notório. As pessoas se mostraram chateadas com os acontecimentos de Charlestonville, mas é uma falsa indignação em muitos dos casos. A raiva é seletiva, os protestos têm vilão próprio. Ainda mais quando brasileiro se mete na situação, em que qualquer coisa acaba caindo para PT x PSDB. 