República da Gâmbia é um pseudopaís localizado na região leste da África. Esta tristeza tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mais ou menos a população do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, com uma densidade populacional de 140 hab/km² o que não é tão ruim assim, pois o pessoal meio que fica longe de você. Seu PIB é de ridículos 1,3 bilhão de dólares e lá na rabeira do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aquela porqueira não produz nada que preste a não ser ditadores, como acontece em 99% da África e se você nem tem o direito de achar ruim, pois sequer sabe localizar num mapa mudo e muito menos o nome da capital (é Banjul, mas eu tive que consultar).
Em 1765, a Gâmbia tornou-se colônia britânica, só se tornando independente do Reino Unido em 1965, tendo 3 “presidentes”. Um governou por 20 anos, o segundo foi eleito para em seguida ser derrubado num golpe de Estado por Yahya Jammeh, que também ficou no cargo por 20 anos, tendo saído ano passado. Jammeh fez muitas coisas dignas de nota, e nenhuma delas pode ser considerada legalzinha, como obrigar milhares de pessoas portadoras do HIV a se submeterem a tratamentos com uma mistura de ervas que ele mesmo inventou.
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A religião é baseada em fé. O bom religioso tem uma fé inabalável, e os cristãos tem a sua fé direcionada a Cristo Jesus. De acordo com a própria Bíblia, para aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda, nada será impossível (Mateus 17:20). Não só isso, o próprio Jesus disse que o que lhe pedirem, ele atenderá “para que o Pai seja glorificado no Filho.” (João 14:13,14, Marcos 11:24, João 16:23,24).
E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.
Vocês podem falar o que quiser sobre Jacó, Gideão, Josué, Moisés ou Elias. Todos eles são foda, mas mais fodástico mesmo é Caim. Nem mesmo Jesus chega aos pés de Caim, que esse sim, é cabra hômi. Caim é tipo aquele samurai sem mestre, é praticamente um ronin, ou jagunção, mesmo, de andar com o parabelo na cintura, cigarro de palha no canto da boca, com aquele olhar de pistoleiro. Sempre boladão.
A religião caminha com o Homem há séculos. Vimos até agora vários fenômenos psicológicos, e eles explicam por que as pessoas estão em alguma religião, e, mais importante, por que tudo lá, para elas, faz sentido, e como elas agem enquanto religiosos.
Todo mundo critica ensino religioso nos colégios. Eu até entendo o motivo (e já falarei sobre ele), mas eu até sou favorável. Não, espere. Termine de ler, seu 92%, antes de me xingar! Eu, leitor de ensaístas, historiadores, mitologistas (os de verdade) e tantos outros autores, pesquisadores e acadêmicos, até acho que deveria ser ensinado a respeito das religiões. O que eu sou contra é o que o Brasil (pensa que) entende por ensino religioso, isto é, Cristianismo e mais nada, de preferência e unicamente, versão evangélica. Se você, entretanto, ma tricula seu filho num colégio católico, ora bolas!, É ÓBVIO que será ensinado mediante o catolicismo. Se você matricular seu filho num colégio adventista, o que você acha que eles ensinarão? A visão dos Testemunhas de Jeová? Agora, um colégio público de um Estado laico (que tem bancada evangélica que manda e desmanda no Congresso, Assembleias Legislativas e Câmara de Vereadores) deveria se manter longe disso, já que não temos professores de Ensino Religioso. Temos? Me mostrem o currículo. No máximo será alguém formado em Teologia, e se formos ver que algumas faculdades não preparam nem professores de Matemática, imaginem… (risos)… teólogos.