Ok, eu sei que você queria um. Quem não quer um exoesqueleto pronto para aniquilar qualquer coisa que apareça na frente? Provavelmente, quem não é psicopata… Enquanto isso, cientistas estudam técnicas que possam ajudar deficientes físicos ou com alguma lesão na medula espinhal (se definitiva ou não, não importa) para que possam andar novamente. É nisso que um grupo de pesquisadores suíços está trabalhando, e se você só conhece a Suíça por causa de queijo, chocolate e contas numeradas, tá na hora de rever seus conceitos…
Ah, sim. Tem os relógios também!
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Uma das maiores dissipações de energia da Natureza, e muitas vezes de forma violenta, são os vulcões. Se você estudou uma quinta série (6º ano) decente, você sabe que vulcões agem como verdadeiras válvulas de pressão, recobrando o equilíbrio isostático do manto. Essas "válvulas", muitas vezes, explodem de maneira fantasticamente destrutiva, levando consigo tudo oque tiver no seu raio de ação, lançando rochas derretidas a altíssimas temperaturas, fluxos piroclásticos, cinzas e toneladas de dor, morte e destruição.
É galo na cabeça. Nem que seja na cabeça do monte de retardados que escrevem besteira aqui. Eu já nem fico pensando que a insânia deixou de existir, pois sempre tem um animalzinho pronto para alegrar a vida de vocês, meus súditos! entre malucos espíritas, idiotas rosacruzes e faxineiros de univerçidádis que insistem em escrever besteira, mas saem correndo com o rabisteco entre as pernas quando eu pergunto coisas simples, o mundo continua o mesmo e vocês podem se deliciar com mais uma edição da sua, sempre sua, para sempre sua: VOZ DOS ALIENADOS!
O que mais engana as pessoas no processo de evolução por seleção natural é achar que ele é o que pensam que seria. Não é. Evolução é ardilosa e não pretende atender seus pensamentos pré-concebidos. A Evolução é o que é. Não tem nada a ver com melhoria, não está relacionada com poderes mágicos e nem com os antigos espíritos do mal.
Indo direto ao assunto, Jack Andraka é um burguesinho que, ao invés de estudar a moderna conjuntura sociológica e discutir o papel dos trabalhadores no processo produtivo e xingar a elite neo-liberal, fez algo um tantinho diferente: criou um método de detecção de tumores no pâncreas, melhor do que se tem atualmente. Ah, sim. Ia me esquecendo! O jovem cientista tem apenas 15 anos.
Se você não é desinformado, sabe do eclipse que ocorreu no último domingo. Infelizmente, a Veja, a Rede Globo e o seu Juca da padaria fecharam um acordo com o Universo e não transmitiram o evento no Brasil. Você está espumando de raiva e quer xingar muito no twitter, nem que seja a minha mãezinha, que teve a graça de não me matricular em nenhum colégio vagabundo que usa o método do Paulo Freire. Entretanto, ver um eclipse daqui do chão é coisa chinfrim. Maneiro mesmo é ver de cadeira cativa.
Antes de começarmos, uma promessa: eu farei de tudo para me contar nas piadinhas, já que vivemos no mundo politicamente retardado, e os imbecis se ofendem com tudo, o que eu acho muito ofensivo.
Pergunta corrente. Quanto de água temos no planeta água? Sabemos que 3/4 da superfície terrestre é coberta de água, e isso impressiona com a imensidão volumétrica que deve ser toda a reserva hídrica do planeta. Mas as coisas podem não ser assim, e a primeira impressão pode enganar às vezes.
A série Grandes Nomes da Ciência traz relatos de cientistas esquecidos, ou de "cientistas" que trazem conhecimento mediante seus próprios meios. Desde meninas curiosas até múmias, desde escritores a macacos, desde meninos pobres, mas curiosos, até programas televisivos, pessoas trazendo o saber e desenvolvendo o mundo, fazendo-o ter um pouco mais de sentido sempre foram importantes na humanidade, apesar dessa mesma humanidade sequer saber disso. Aqui temos a relação de cada um dos grandes nomes da ciência que fizeram a diferença no mundo… ou nem tanto assim.
O operário está pronto para entrar para a história. Mas ele não sabe disso. Ele olha o caminho que será feito ali e é muito pouco provável que ele sequer imagine o quanto aquela obra será importante para seu país, bem como um acontecimento fortuito escreverá seu nome em livros de medicina. O homem caminha calmamente até o rochedo de forma um tanto displicente. Em sua mão não há nada mais que um punhado de pólvora e uma barra de ferro. O homem não esboça medo, pois não havia nada a temer, em sua opinião. Mas acontece um acidente e uma explosão faz com que Phineas Gage seja um dos nomes mais conhecidos da neurociência.