Celebridade mascarada diz que vacinar pessoas é fascismo. Sim, pode rir

Jim Carey já teve seus momentos de fazer as pessoas rirem. Normalmente em seus filmes. Pena que Hollywood esqueceu dele, dando chance a outros atores sem graça, de preferência que não copiem Jerry Lewis. Só que Jim quer contar suas insânias para fazer as pessoas rirem de novo. Pelo menos, é assim que eu interpreto, pois ele não pode ser tão estúpido em voltar com aquele lenga-lenga que vacinas têm mercúrio.

Numa sequência de twits idiotas, Carey alegou que o governador da Califórnia não passava de um "fascista corporativo", já que ele sancionou a lei que torna a vacinação compulsória no referido estado. É tudo o que precisamos, Jim.

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Pesquisa lança mais luz na optogenética (sim, trocadilho)

Imaginem se pudéssemos controlar os seus genes com luz. Apenas luz. Tá, ok, não é apenas luz, mas seria legal mesmo assim. Isso pode beirar a ficção científica, mas tem sólida base científica. Isso é chamado "optogenética", em que podemos usar canais ativados pela luz, com comprimento de onda bem definido, de forma a a conseguirmos uma expressão de alguns genes. Com isso, podemos usar a optogenética para analisar neurônios de alguns animais, controlando os seus eventos elétricos e bioquímicos, modulando comportamentos. Mas antes que pergunte, não. Usar ligar uma lanterna na cara do seu cunhado não o fará ir buscar cerveja. Tente ameaçá-lo com violência física apelando para uma lanterna pesadona.

Então, vem a grande pergunta: Como a optogenétca funciona? Ninguém sabe todos os detalhes, sorry. No máximo, sabe-se que tal técnica se baseia em proteínas derivadas das rodopsinas, proteínas encontradas nas células bastonetes, encontrados no epitélio pigmentar da retina dos olhos.

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Voz dos Alienados 80: o Concorde (não, péra!)

Sim, eu sei que vai ter mimimi porque não farei vídeos de novo. Como coisa que eu tenha todo o tempo do mundo. Não importa. Eu poderia dizer que o conteúdo é melhor que a forma, mas serei honesto e darei o verdadeiro motivo: Esta porcaria de site é meu e faço o que eu quiser.

Bem, as insanas criaturas que escapam do Tártaro vez por outra, quais almas errantes, não se tocam das besteiras que falam, num balbuciar de palavras que não fazem o menor sentido para o mundo das pessoas normais. Favor educarem melhor os seus filhos, ou usem a solução espartana. Enquanto isso, fiquem com mais uma edição do seu VOZ DOS ALIENADOS.

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Terapia genética apresenta bons resultados contra fibrose cística

Fibrose cística é uma doença genética, hereditária, autossômica e recessiva, em que o gene que deu bug é transmitido pelo pai e pela mãe, já que não estamos falando do Gene X. Esta desgraceira, obra de um projeto inteligentíssimo, é responsável pelo mal funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas e de difícil eliminação. Os ductos pancreáticos são inundados pela secreção mais viscosa, o que impede as enzimas digestivas atuarem no intestino, acarretando má absorção de nutrientes, maior número de evacuações diárias e eliminação fezes volumosas, com odor forte e gordurosas. O fígado acaba sofrendo inflamação por causa do acúmulo de bile e se desgraça pouca é bobagem, o aparelho respiratório se ferra de vez, com o pulmão produzindo um muco espesso que pode obstruir as vias aéreas e virar um viveiro de bactérias.

2% da população mundial são portadores assintomáticos de mutações no gene associado à fibrose cística. Muitos indivíduos com fibrose cística morrem jovens, em torno de 25 anos de idade. As crianças são mais afetadas e a expectativa de vida é de, aproximadamente, 15 anos. Mas agora, quem sabe não poderemos ter a chance de resolver isso com terapia genética. Ou termos meta-humanos bem legais.

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Brasil, um país de “professores” (não como você está pensando)

Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.

Entre pedagogas, psicólogas e palpiteiros em geral, antes de ler o presente artigo, responda mentalmente a seguinte pergunta: "Você já colocou os pés numa sala de aula de colégio ara ensinar?"

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Embrião de lagarto troca de sexo quando está calor

Qualquer criatura minimamente esperta sabe que a Austrália é que nem o Brasil: não é para principiantes. Fora quase toda a sua fauna ser venenosa (principalmente as australianas, notáveis fofoqueiras), qualquer coisa lá é perigosa, mesmo sem precisar de veneno, em que até o Batman entra pelo cano. Lá, o absurdo é corriqueiro, como é o caso desse nosso amigo aí do lado. Ele é o dragão barbudo, um réptil australiano. Como tudo que é australiano, é esquisito, só não é tão esquisito com a comida pseudoaustraliana do Outback.

Uma pesquisa sobre a vida selvagem da Austrália mostrou que dragões barbudos são capazes de trocar de sexo em meio ao calorão.

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Alunos escolhendo currículo a ser ensinado nos colégios. O que pode dar errado?

Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.

Um projeto MAAAAAAARAVILHOSO do governo de São Paulo visa deixar a critério do aluno a escolha das matérias que comporão o currículo escolar, na reforma do Ensino Médio, a qual deve começar em 2016 em um número pequeno de unidades. Sinto o cheiro de vitória no ar.

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Juízes, gays e sociedades. O que aprendemos com o último fim-de-semana?

Na sexta-feira, os juízes da Suprema Côrte dos Estados Unidos determinaram que, sim, a Constituição garante direitos civis a todas as pessoas, independente quem sejam essas pessoas. Partindo disso, o pessoal reclamou, chilicou, se rasgou todo; mas o que significa isso? Qual o paralelo que podemos traçar com Martin Luther King e a luta pelos direitos civis dos negros? É o que você vai assistir em mais um vídeo.

Senta e aproveita (ops!).

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Japoneses criam hologramas de plasma sensíveis ao toque

O Castelo dos Cárpatos (Le Château des Carpathes) é uma obra de Júlio Verne de 1893. Alguns acham que é graças a ele que Bram Stoker se inspirou para descrever a morada de Drácula, publicado em 1897, já que a história se passa no aldeia de Werst, nas montanhas dos Cárpatos da Transilvânia. Os aldeões temem o lugar, pois coisas misteriosas acontecem naquele castelo, alegadamente obra de Chort, o Diabo. O conde Franz de Télek, está intrigado lá investigar. Ele encontra o proprietário, o Barão Rodolphe de Gortz, com quem disputou o coração da bella La Stilla, que se julgava morta. Mas sua imagem misteriosa aparece lá.

Uma das principais taras da ficção científica são os hologramas. Desde Guerra nas Estrelas (Star Wars my ass) até holodecks, é maravilhoso pensar que manipularíamos objetos virtuais projetados bem à nossa frente. O Google Glass prometeu, mas até agora nada. O hololens é uma aposta arrojada, mas não é para agora. Mas e seu eu tivesse um holograma com o qual eu pudesse manipular fisicamente. Ficção? Não, Ciência!

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Pesquisa indica nova forma de combater bactérias patogênicas

Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.

Infelizmente, cientistas ateus satanistas que querem se casar com gays e dançar polka em cima dos doentes não levam isso em consideração e continuam pesquisando. E dessa pesquisa talvez venha uma solução de como mandar bactérias patogênicas pra vala, estragando o velório delas.

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