Salamandras gigantes não são uma novidade. Em 2013, eu tinha publicado um artigo sobre a salamandra gigante japonesa, uma das maiores de seu tipo, que mudou muito pouco se compararmos com um fóssil de 300 milhões de anos. A China também tem das suas, sendo as salamandras gigantes chinesas classificadas como ameaçadas de extinção. Até pouco tempo atrás, elas eram consideradas como sendo uma única espécie (Andrias davidianus). No entanto, novas análises de 17 espécimes históricos de museus e amostras de tecidos de salamandras selvagens mostram que não é bem assim.
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A magnífica estátua equestre de Luis XV, esculpida por Edme Bouchardon, demorou muito tempo para ser feita. Ela foi esculpida ao longo de vinte anos, numa técnica fantástica, tendo sido instalada na Praça da Concórdia, em frente ao Champs-Élysées, em 1763. Foi destruída em 11 de agosto de 1792, em plena Revolução Francesa.
Todo mundo gosta de dinossauros, e não é pra menos! São verdadeiramente monstros que existiram, e mesmo que milhões de anos separem a Era dos Dinossauros e a Era dos Homens, vemos com fascinação do que estes seres malvadões eram capazes, em especial o Tiranossauro rex, o rei dos lagartos tiranos, que algum revisionista miserável resolveu dizer que ele tinha penas.
Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.
De acordo com a OMS, há cerca de 300 milhões de pessoas afetadas pela depressão. Entre os muitos problemas que podem levar, estima-se que a depressão é responsável por cerca de 800 mil suicídios todos os anos, sendo a segunda principal causa de morte em jovens de 15 a 29 anos. Um dos principais antidepressivos receitados é o cloridrato de sertralina (também conhecido como “sertralina”).
Já não é fácil aturar ver os amados fios de cabelo irem embora. Tem sempre um miserável para lhe lembrar que você está ficando careca, e com voz de assombro, como se você fosse estúpido o suficiente para nunca perceber isso. Meu amigo, se você é pouca telha e quer dar u fim ao seu aeroporto de mosquito, um japa tem a solução: eletrocutar a sua cabeça!
O mundo é louco e desmedido. Por mais que eu fique zuando às vezes, tem notícias que me faz pensar “que merda deu na humanidade?”. Se bem que eu paro mais dois minutos e chego na conclusão: “Çaporra sempre foi assim, principalmente depois que surgiu a Humanidade”. Não que outros animais não ajam feito animais (DSCLP), mas animais não inventam merda de desculpa furada, como é um caso de um maníaco de 54 anos que achou uma excelente ideia estuprar a neta de 7.
Sentir dor não é legal. Ninguém gosta de sentir dor. Médicos não gostam que seus pacientes sintam dor. Dor não é doença, dor é sintoma, e se a pessoa está sentindo dor, tem algo de errado. Claro, a necessidade primária é minimizar ou erradicar o sofrimento da pessoa, enquanto se busca o caminho para evitar o que está causando este sofrimento, e é aí que entram os analgésicos. O problema é: quais e quantos analgésicos deve-se administrar? Quanto de dor o paciente está sentindo? Como mensurar isso, pois todo remédio tem efeito colateral em maior ou menor grau, mesmo que seja imperceptível?