
Existe uma máxima não escrita no mundo da arqueologia: cave fundo o suficiente e você vai encontrar merda. Literalmente. Mas raramente essa merda vira manchete internacional, é avaliada como “tão insubstituível quanto as Joias da Coroa” e acaba exposta num museu com toda a pompa que normalmente reservamos para relíquias sagradas e tesouros perdidos. Esta é a história do Coprólito do Lloyds Bank, possivelmente o cocô mais famoso da história ocidental; e não, não estou falando do sistema financeiro em 2008.
Ah, e quando falei “essa merda”, não é ofensa ou xingamento, é exatamente o que um coprólito é. Continuar lendo “A Saga do Coprólito Viking”



Cientistas da Universidade de Hiroshima estão radiantes com o que encontraram. Foi identificada uma nova espécie de parasita que infecta um peixe de água doce invasivo na ilha subtropical de Okinawa, no Japão. Ou seja, o invasor que invade outro invasor tem 100 anos de perdão. Isso é muito legal! Além de me ajudar a fazer trocadilhos impróprios, nos ajuda a entender como parasitas saem parasitando por aí, indo parar em outros lugares que normalmente não deveriam estar lá.
Enquanto você está aí preocupado com a espionagem da NSA, se borrando de medo por causa do Skynet e se armando contra o Apocalipse Zumbi, saiba que estamos mais que ferrados. Nossas táticas bélicas estão sendo há muito usadas por elas, a criação de Satã, mensageiras do Senhor das Trevas, guerreiras de Lúcifer e criação sábia de um projetista inteligente que mantém a Natureza boa, pacífica e ética.
Vemos o mundo lindinho da natureza, como campos verdejantes, flores silvestres de enebriante perfume e plantinhas cuja flor tem cheiro de gente morta. Todo o tempo. É o caso da Rafflesia cantleyi, mais conhecida como flor-cadáver porque ela tem cheiro… bem, tem cheiro de carne podre, o que atrai muitos insetos que servirão como agentes polinizadores.
Sempre tem alguém propalando que a Natureza é maravilhosa, e eu concordo! Nada tão lindo e maravilhoso quanto o mundo natural, onde vemos espécies co-existirem pacificamente (ou nem tanto), construindo uma biodiversidade fabulosa, com seus mistérios, segredos e um amplo espectro de novidades prontas para serem descobertas. Um belo exemplo acontece em Jersey, retratada na foto ao lado.