
Há duas formas de sobreviver a uma catástrofe. A primeira é escapar dela. A segunda é não escapar, mas ainda assim atravessar dois milênios com uma história boa o suficiente para que alguém resolva contá-la. O cidadão de Pompeia que saiu correndo com um bacião de barro na cabeça claramente falhou na etapa prática da coisa. Mas, em compensação, venceu com folga na parte narrativa. Pouca gente consegue morrer de forma tão absurdamente humana e, ainda assim, reaparecer séculos depois com direito a “retrato” digital.
E aqui estamos nós, em pleno século XXI, usando a mesma tecnologia que produz gatinhos astronautas para devolver o rosto a um sujeito que só queria não ser atingido por uma chuva de pedras vulcânicas. É o tipo de ironia histórica que Pompeia adora oferecer: enquanto o Vesúvio transformava uma cidade em cápsula do tempo, a inteligência artificial, dois mil anos depois, tenta fazer o caminho inverso. Nem sempre com perfeição, mas com uma intenção curiosamente nobre. Continuar lendo “O homem que tentou fugir do Vesúvio, falhou e a IA o trouxe de volta”






Normalmente, as pessoas se borram de medo com cirurgias cardíacas. Só porque o coração é o órgão que bombeia sangue pro corpo todo, e faz parte do triângulo de calor (junto com o fígado), as pessoas ficam muito preocupadas, inclusive cirurgiões, que fazem de tudo para prejudicar tecidos cardíacos preciosos (pra mim, tudo meu é precioso).
O fenômeno da Superlua ocorre quando o nosso satélite se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra no percurso da sua órbita (o perigeu). Isso faz com que ela tenha um tamanho aparente no céu entre 10-14% do que costuma aparentar. Algumas pessoas tentam ver diferença, mas quando levamos em conta as dimensões aparentes, é querer muito ver algo imenso.
Pessoal se ofende por qualquer coisa; mas, convenhamos, mexer com a fé, dilapidar crenças, chacotear religiões e vilipendiar objetos sagrados é algo que não soa bem. Isso sem falar quando você persegue abertamente as religiões, como foi o caso dos cristãos que saem destruindo templos dos outros, agem feito alucinados, reclamam do templo evangélico do lado, reclamam da igreja católica ao lado, se juntam com os católicos e depredam o terreiro de macumba da esquina. Sim, essa intolerância religiosa é algo muito feio. Daqui a pouco o que teremos? Gente matando e escravizando outros povos, chicoteando as pessoas por suas crenças, torturando-as de maneira selvagem e cruzar todo um continente só para roubar terreno alheio?
Câncer não é algo legal. Apesar de 80% dos casos de câncer serem curáveis se descobertos a tempo, o problema é descobri-los a tempo. Ainda mais no caso do de próstata, em que homem retardado fica com vergonhinha de ser examinado. Até parece que médicos fazem bolão pra saber quem fez mais exames, com a descrição de cada examinado. Exame por imageamento seria mais eficiente e menos invasivo, mas temos que meter o dedo na ferida. O problema é que análises por imageamento não são lá muito sensíveis para a detecção de câncer de próstata metastático. Será que podemos mudar isso?