Os noldorim choram. As Duas Árvores não mais existem, frente ao ataque brutal de Morgoth, o sinistro inimigo do mundo e suas hostes. O mundo escureceu-se. Mas a esperança, não, pois o grande deus Ilúvatar sabia que isso ia acontecer, mas o motivo que ele teve em não fazer nada é desconhecido até mesmo pelos sindarim. Em Eldamar, os elfos contemplam o firmamento e olham estrelas, muitas estrelas. Eles que uma daquelas incontáveis estrelas era Eärendil que, viajando em Vingilot, trazia o brilho de esperança a todos os elfos.
Outro brilho não era conhecido pelos mais sábios entre os sábios, somente os Valar conheciam o seu segredo. Só Manwë, o primeiro de todos os Reis, senhor do reino de Arda e governante de todos os que o habitam, sabia integralmente este segredo, pois a ele fora confiado pelo próprio Eru, o Único. Senhor do Alento de Arda, tendo poder supremo, ele controla os ventos e é admirador dos Céus. Em especial uma estrela-que-não-é-estrela. E antes que o mal sussurrasse aos ouvidos de Celebrimbor para que este confeccionasse os Anéis do Poder e Sauron forjasse às escondidas seu próprio Anel, o Universo já tinha um Senhor dos Anéis, que incontáveis eras depois seria chamado pelo nome de outro deus: Saturno.

Sempre achei os testes de fé algo bem idiota. Justino Mártir pode ser visto como herói e santo pelos católicos, mas tão-somente era um imbecil que resolveu encher o saco das autoridades, sendo executado não por ser cristão, mas puramente por ser um pé-no-saco. Passado um certo tempo, ciosos religiosos presunçosos resolveram que o hype de se sacrificar tinha passado, era mainstream demais. Então o lance era fazer os outros testarem a sua fé, de preferência arrumando um modo de passar os bens caso confessassem, digamos, que eram adeptos de bruxaria ou algo assim. Claro que uma tortura básica ajudava na pesquisa.
A prefeitura da cidade do Rio de Janeiro já está com o dito cujo na mão. Todo ano acontece as mesmas chuvas, com as mesmas perdas, com a mesma ação (ou inação) das autoridades. Todo ano as chuvas causam estragos, desabamentos, mortes e o máximo que as "autoridades" fazem é apelar para fundações da cobra sei-lá-das-quantas a fim de pedir, de pés juntinhos, que não chova 3 dias sem parar, independente de qualquer mágoa. O próprio ministro Aloizio Mercadante, afirmou que o
Eu fico pensando no ponto que o mundo chegou. Pensamos que os séculos e mais séculos de civilização fizeram as pessoas melhores. Tenho sérias dúvidas quanto a isso. A única coisa que ficou patente é a liberdade que não temos. Chegamos no pior pesadelo de qualquer autor de ficção científica ou que verse sobre aspectos sociais. 1984 já não é mais um futuro distópico. Não é nem uma coisa nem outra. É passado já, já está em nossas vidas, não temos como voltar atrás, só que é muito mais aterrador que qualquer coisa que Orwell ou Huxley pudessem imaginar. O Grande Irmão é exatamente seu irmão, aquele que está ao seu lado, lhe vigiando.
Se tem um animal que eu admiro muito são as formigas. Elas são a que melhor guardam semelhanças com o ser humano. São ruins, depravadas, assassinas, escravagistas, psicopatas, maníacas, autocráticas e mais maus que os pica-paus (sim, foi intencional). Aquelas desgraçadas devorariam cada um de nós, mal deixando os ossos pra trás. E como toda elite guerreira, elas se armam de toda forma possível para destruir seu inimigo. Cupins que o digam, pois normalmente são atacados por uma versão insecta de uma bateria antiaérea.
Estamos chegando no fim. Do ano, da minha paciência e da picada. As coisas naquela Terra de Ninguém chamada "Oriente Médio" nunca foram normais, ainda mais se levarmos em conta que o pessoal lá conversava com cobras falantes, ficava dando rolé no deserto por uma porrada de tempo só pra ver um terreno e um hippie andou fumando cigarrinho que Jeová não fuma e teve umas ideias estrambólicas. Com o passar do tempo, as coisas foram só piorando, já que o máximo em termos de "evolução" social que teve por lá foi… nenhuma! Ainda vivem como se vivia há uns 1000 anos, a despeito do óleo preto solto na pista.
Estamos em dezembro e todos estão escrevendo cartinhas pro velho tarado de vermelho (me refiro ao Papai Noel, aquele pedófilo comunista). Fico imaginando as pobres criaturinhas que acreditam em cobras falantes e pedem em tudo que é site por provas (mais?) da Evolução, pedindo trocentos elos perdidos. Papai Noel ainda não voa a jato pelo céu, e precisa alegrar os amados seres que puxam sua carroça, digo, trenó. Assim, o que temos? Temos, escondido no sapatinho, que pesquisadores da Faculdade de Medicina de Harvard (ou Harvard Medical School – HMS) desenvolveram uma técnica onde podem prever a estrutura de uma determinada proteína que será codificada por um trecho do DNA. Qual o processo que usaram para isso? Adivinhe!
Há uma certa ironia em nossa existência. Se realmente existe um deus, ele adora pregar das suas inclusive com seus seguidores. Aliás, seguidores estes que não seguem exatamente o que o próprio deus que eles veneram manda. Isso acaba em deliciosas vinganças, ainda que não intencionais, e o melhor exemplo disso aconteceu com a Igreja Católica das Filipinas, que mandou um link para que seus fiéis visitassem, sendo uqe o link é do site de um travecão, daqueles magnííííííííficoooooooooos.
O poeta toma no braços sua maior obra. De todas as suas composições, a textura, suavidade, delicadeza e o perfume exalado eram incomparáveis. O poeta recoloca o bebê no berço e o olha com indisfarçável afeição, mesmo sendo uma pessoa dissoluta, que tanto vagou pelo mundo encantando leitores e causando dor à sua esposa.
Neurônios, como toda criança problemática, às vezes surta e pensa que pode fazer o que quer, como coisa que células conseguem pensar. Eu sei que você pode achar que isso é algum tipo de piadinha, mas não é. Neurônio NÃO PENSA. O "pensamento" nosso de cada momento é formado por um fluxo de elétrons que fica saracoteando de lá pra cá, graças às propriedades físicas e químicas das células em questão. A estrutura do neurônio dependerá muito dos seus vizinhos, pois ele precisará estabelecer ligações sinápticas. Entenderam onde eu quero chegar? Não? Então continuem lendo.