Muito provavelmente, você já deve ter ouvido falar de Stonehenge, um monumental círculo de pedras localizado no condado Wiltshire, na Inglaterra, datando pelo final do Neolítico e início da Era do Bronze. Um lugar incrível, onde idiotas criaram toda espécie de mito, como uso para balizamento por OVNI’s, que possuem uma tecnologia tão avançada que os faz ter que usar recursos visuais para poder pousar. Entretanto, a imagem de abertura do artigo (mais abaixo tem uma ampliação) não é “O” Stonehenge, mas o que chamam de “Stonehenge Brasileiro”, localizado cidade de Calçoene, no interior do Amapá. Acreditem, é tão interessante quanto o seu irmãozinho inglês.
Quem conhece um pouco da minha história sabe que eu moro no Nordeste, apesar de ser paulista então como radicado na Paraíba, eu vejo que existem muitos outros mitos na cultura popular do Interior dessa região – e outros mitos que os paulistas acreditam que aqui não acredita-se.
Como curiosidade, vou mostrar alguns mitos que o pessoal daqui do Interior acredita:
Enquanto as tropas Jedi avançam em seus ataques contra Coruscant, eis que aparece um Lord Sith para defender o Imperador e justificar todo o mal que emana do Lado Negro da Força, com a intenção de que a gente engula as desculpas esfarrapadas e que nos os perdoemos, na infinita misericórdia de Mestre Yoda.
Não, você não está no artigo errado. É uma introdução ficcional para que possamos falar das ficções malucas de um padre esclerosado e tão encarquilhado quanto o Papa, que só conta mentira que até o Pinóquio ficaria com inveja.
Na Ciência não existe nada que não desperte perguntas. Quem se baseia em verdades absolutas é a fé (e normalmente mostra-se errada). Sabemos que fêmeas e machos são diferentes morfologicamente (não! Sério?). A isso, damos o nome de “dimorfismo sexual”. Mas fica a pergunta: Se eles são formados pelos mesmos genes (ou quase) de crescimento, por que as diferenças? Entomologistas da Universidade do Arizona estudaram esse enigma em mariposas e encontraram indícios que haviam sido ignorados. Mas que seria da Ciência sem os mistérios? Aí está agraça, pois sempre há algo escondido, esperando para ser descoberto.
O artigo que mais faz sucesso entre os crentes, fazendo-os xingar e esbravejar, além de jogarem mil e uma ameaças não é sobre o FATO que Jesus Jóquei de Jegue não existiu. Por alguma maluquice, eles se sentem muito mais incomodados com o artigo do Dilúvio Desmascarado. Eles ficam enlouquecidos e babando. Talvez por saberem lá no fundo que o deus deles é mais mitológico que o Saci e a Mula-Sem-Cabeça (mulas com cabeça de camarão é o que mais aparece aqui nos comentários). Algumas respostas deles são muito, muito toscas, que nem pro Voz dos Alienados serve. Entretanto, sempre tem uma alma bondosa que contribui para que esta coluna prospere cada vez mais. Este é só o início da sua SEXTA INSANA!
Algumas pessoas acreditam em milagres. Feitos ditos como impossíveis e atribuídos a entidades mágicas. Mas a Ciência é a arte de fazer o impossível tornar-se possível. Se antes não sabíamos o que era responsável por cada uma das características dos seres vivos, hoje sabemos que é o DNA. Se antes não sabíamos como ordenar este DNA, hoje sabemos. Se antes não tínhamos como extrair o DNA de criaturas mortas há séculos ou mesmo milênios, hoje já podemos.
Não só isso, mas cientistas executam coisas que é impossível mesmo no ramo do impossível: a extração do DNA do pássaro pertencente ao gênero Aepyornis da família Aepyornithidae, família de aves extintas conhecidas por pássaros-elefante, aves-elefante ou vorompatras. Onde está o impossível? Os pesquisadores extraíram a informação genética de cascas de ovos do referido pássaro!
Cristãos fundamentalistas são um pé-no-saco. Como ninguém dá muita bola pra eles (o que pode ser perigoso), eles resolveram deixar o coitado do Darwin em paz (por enquanto) e resolveram atacar climatologistas que estudam os efeitos do chamado Aquecimento Global. Adivinhem só a principal “arma” de argumentação dos toscos? Que o AG é apenas uma teoria e não foi provado ainda, sem nenhuma base científica. Pois, é. Vocês já ouviram essa história antes.
Os débeis mentais que se acham no direito de criticar o ensino da Evolução, mesmo sem saber NADA de biologia, resolveram entrar em ação em alguns Estados norte-americanos (claro, sempre eles, sob o comando da ridícula Fundação Templeton e do Discovery Institute) alegando que o tema do aquecimento global deveria ser abordado de duas maneiras diferentes e contraditórias, deixando os alunos escolherem o que melhor lhes aprouver. Sim, eu sei: mais do mesmo.
Bem, o título é autoexplicativo. Estamos no mês de março, é dia 8 e comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Pensem sobre o que isso significa. Pensaram? Eu vou lhes dizer o que significa: Nada! Enquanto o mulherio clama pela minha cabeça (não façam piadinhas), eu observo e questiono o motivo. Eu sinceramente acho que não deveria haver Dia Internacional de qualquer coisa, e para as mulheres não tem porque ser diferente.
Durante centenas de milhares de anos, a humanidade caminha para o futuro. Uma excelente frase que não quer dizer nada, pois é óbvia demais. Entretanto, se formos analisar, conquistamos muito pouco como sociedade, ou até regredimos em alguns pontos. Com as mulheres não é diferente. Elas conquistaram muita coisa? Mas tomemos todos esses milhares de séculos e observemos com cuidado.
Até agora havia uma certa dúvida sobre o tema, mas ao que parece, os cientistas chegaram a um consenso: a extinção dos dinossauros foi causada por um gigantesco asteróide que caiu na Terra. Cientistas responsáveis pela maior revisão dos estudos sobre a extinção dos dinossauros afirmam que podem confirmar que este impacto, na região do México, teria sido responsável pelo desaparecimento dos animais, há 65 milhões de anos. Há 30 anos, a teoria domina os estudos sobre os dinossauros, mas permanecia sem confirmação, com alguns especialistas afirmando que a extinção poderia ter sido causada por uma erupção vulcânica na Índia. Entretanto, uma revisão de 20 anos de estudos sobre o assunto realizada por um grupo de 41 cientistas de 12 países sugere que há provas suficientes não apenas para apoiar a teoria do asteróide, mas para descartar outras teorias vigentes sobre a extinção dos animais.
Vende-se de tudo na televisão. Uma das coisas mais “interessantes” são os chamados “feromônios”, hormônios que, segundo a propaganda, faria qualquer mulher (ou homem, dependendo do gosto e da utilização) cair doidinha por você. Assim, enganadores metidos a perfumistas vendem cosméticos prometendo atração fatal para qualquer um que dê uma cafungada em você. Muitos pesquisadores assumiram que certos produtos bioquímicos desencadeariam tais comportamentos no sexo oposto,por meio de respostas comportamentais e endócrinas. Acontece que estes agentes nunca foram identificados quimicamente; são os chamados “feromonas”. O que isso significa? Que não há nenhuma prova sequer que tais substâncias existam, não se sabe qual seria sua composição teórica nem como se daria as reações bioquímicas que propiciariam. Resumindo: Feromônios são engôdo, besteira e pseudociência!



