jun 14
Muitas pessoas possuem dúvidas sobre coisas esquisitas que vêem na Natureza, onde algumas são realmente bizarras! O mais comum é alguém perguntar como um besouro pode voar, se isso viola algo hermético chamado “Leis da Aerodinâmica”, o que impediria o nosso amiguinho hexápode de conseguir realizar tal feito. Além disso, sabe-se que as suas (do besouro) asas são finas, o que impossibilitaria que seu corpo pesado conseguisse se sustentar no ar. Muitos então partem pra falácia do Apelo à Ignorância alegando que já que não se sabe porque isso é possível que alguma força misteriosa ou design “inteligente” seria a causa disso. Mas não é. E se não é, como os besouros conseguem voar, então? Hora de abrir o Livro dos Por quês!
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jun 12
A Arqueologia não é unicamente encontrar um monte de velharia perdida no tempo, em algum rincão remoto. O nome disso é explorar a casa do meu irmão. Os artefatos que são encontrados contam histórias, tais quais as estradas de Stephen King. Conhecemos o modus vivendi de pessoas há muito tempo mortas, conseguimos ver, com fabuloso Óculos da Ciência, como os apetrechos eram usados e como era a sua relação com seus donos. Um perfeito exemplo disso foi um sapato encontrado numa caverna da Armênia, com idade estimada de 5500 anos.
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jun 11
Cientistas da Universidade de Harvard utilizaram uma câmera de alta velocidade para filmar o momento em que uma bolha estoura sobre uma superfície líquida. Dessa forma, puderam estudar a dinâmica que ocorre, onde milhares de “bolhas-”filhas”, verificando que a referida bolha não “desaparece” simplesmente, coisa que qualquer um com bom senso poderia deduzir, já que as coisas não desaparecem sem mais nem menos.
O estudo de filmes líquidos são muito importantes na pesquisa dos fenômenos de transporte e processos físico-químicos. Quando a interface de uma bolha de gás em um líquido se rompe, a bolha não desaparece simplesmente. O que acontece é que o filme rompe-se e se retrai rapidamente até que se torne parte da interface, um evento que normalmente ocorre dentro de milissegundos.
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jun 11
Todos nós conhecemos pessoas que possuem algum amigo (senão, nós próprios) com alguma mania que age como fonte de sorte. São os chamados “amuletos”. Desde pés-de-coelhos, passando por figas, galhinho de arruda, ferraduras, estátuas de corujas ou até da foto da sogra enquanto chupava um limão, amuletos são uma constante presença na história humana, desde os antigos egípcios até o seu vizinho que fica 1 mês dias sem tirar a camisa da seleção (de 1970), para garantir que o Brasil chegue à final da Copa. É meio como promessas. Conheço um que chegou no serviço com um pé com meia e outro sem meia. Indagado o porque daquilo, ele falou que tinha prometido a Deus que se o Flamengo ganhasse, ele andaria assim uma semana inteira (sim, eu sei o que você pensou. Foi a mesma coisa que EU pensei). Eu ainda respondi por causa de que uma entidade (ê-ê) tida como hiperpoderosa estaria se importando se ele andaria com um pé fedido, espalhando chulé por todo o ambiente de trabalho, só por causa de um time ridículo. É tudo questão de fé.
No tocante aos amuletos e outros unga-bungas, as pessoas tendem a achar que tais objetos realmente ajudam, embora devêssemos refletir que se pé-de-coelho desse sorte, os pobres mamíferos não seriam mortos por pedradores. No entanto, uma pesquisa realizada pela Profª Drª. Lysann Damisch – professora assistente do Departamento de Psicologia da Universidade de Colônia, Alemanha – (que por sinal é uma gata e eu, como bom cientista que sou, sei o telefone dela e o e-mail. Bem, não só eu. O Google também sabe) demonstra o porque alguns cobaias voluntários conseguem um êxito melhor quando estão com seus amuletos do que os que estão sem os mesmos.
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jun 09
Muitas vezes, eu recebo sugestões de notícias de mais de uma pessoa sugerindo a mesma coisa. Algumas vezes, eu até já sabia dessa notícia ou mesmo já tinha até postado. Agradeço a todos da mesma forma.
O Guz e o Abbadon mandaram para mim um mimo de notícia. Eu tinha visto, mas acabei me esquecendo de postá-la. Obrigado pela lembrança, pessoal. Trata-se de uma notícia fantástica vinda do avançadíssimo continente africano, onde tribos locais estão usando seus unga-bunga para fazer previsões, o tipo de coisa que deve despertar a atenção dos Juscelinos da Luz que existem por aí. A façanha é feita depois do seguidor da palhaçada religião muti fumar um cachimbinho, não com crack, mas com cérebros de urubus. Resumindo, miolo de urubu dá barato e nos faz entrar em contato com “ispritus”. I see dead buzzaaaaaaaaards.
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jun 08
Filosofia, por definição, é a arte e a técnica de procurar um gato preto que não existe no escuro. O Teólogo diz que encontra o gato. O psicólogo entrevista os dois. O Diabo carrega os três e a mulher trai os quatro (ok, a piadinha não era assim, mas quem resiste?).
Eu sempre disse que psicologia era pseudociência, a ponto de chamá-la de “possocologia” (segundo o possocólogo, ele “pode” resolver todos os seus problemas, bastando dizer que a culpa é sua e você tem que aceitar isso. Meio como nas religiões que tentam te convencer que a culpa é sua, pois você é um pecador safado). Agora, vemos a grande “utilidade” dos distintos profissionais ao saber que eles resolveram analisar ninguém mais, ninguém menos que Bertold Brecht.
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jun 07

Eu realmente tenho que me desculpar. Por causa de meu desleixo, eu deixei de fazer menção ao dia de ontem, 6 de junho, dia que no ano de 1944 os Aliados resolveram ser mais bravos que os loucos (ou mais loucos que os bravos) e desembarcaram na Normadia. Foi o chamado Dia D, o dia que as tropas desembarcaram nas praias de Omaha e Utah (se você não sabe o porque destes nomes, é sinal que você não estudou História. Compre um livro), no que chamaram Operação Overlord.
Erwin Rommel, a Raposa do Deserto, avisara ao Estado Maior alemão que os aliados não iriam para Pas-de-Calais e sim para a Normandia, mas os “ixpertus” acharam que só um louco faria isso (graças ao espião duplo com codenome Garbo). Mas de loucos, aqueles homens não tinham nada. Tinham disciplina e coragem de sobra, apesar que a maioria não voltou pra casa. Não morreram em vão, pois aqueles soldados realmente saíram da vida entraram para a História, mesmo sem escrever uma carta estúpida (e falsa).
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jun 06
O problema na pesquisa científica é quando que ela diga mais do que ela diz, tentando reforçar o que outros dizem.
Obrigado, André. Agora, pode fazer o favor de falar de modo que nós, mortais, possamos entender?
Tudo bem, perclaros súditos. O que eu vi foi uma notícia relatando que em uma pesquisa sobre a resistência da bactéria Deinococcus radiodurans em ambientes extremos seria uma prova que validaria a teoria da panspermia. Mas não será exagero?
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jun 06
Não, este artigo não tem nada a ver com sacanagem. Robert Boyle, um dos mais célebres cientistas da Inglaterra (e estupidamente chamado de Pai da Química pela agência EFE, sendo repetida pelo Terra) deixou um legado de trabalhos meticulosos. A partir desta segunda-feira, a Royal Society comemora seus 350 anos com uma exposição de vários documentos, como os primeiros trabalhos de Charles Darwin e o manuscrito original do Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), de Isaac Newton, o livro de maior peso científico e considerado uma peça-chave para o desenvolvimento científico. Procurei alguma obra publicada pelo Behe lá, e o sistema caiun na gargalhada, sem eu nem saber o porquê.
No tocante a Robert Boyle, a Royal Society publica uma lista de “desejos” que o autor de The Sceptical Chymist (O Químico Cético) teria pensado para o futuro.
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jun 04
Entra semana, sai semana e sempre o bando de toscos achando que possuem algo similar a um cérebro dentro da cabeça. A bem da verdade, é uma espécie de “daltonismo mental”, já que acham que possuem massa cinzenta, quando na verdade é massa marrom pastosa. O mais curioso é que a maioria é menina, com baixa capacidade de escrita. Não sei se falar isso é machismo por inferir que a maioria das mulheres crentais são burras ou se é porque os homens são incapazes até mesmo de usar um teclado. Bem, sem mais delongas, o meu, o seu, o nosso: VOZ DOS ALIENADOS!
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