
Tem muitas coisas sem-noção no mundo. Algumas delas são engraçadas. É um "sem-noção do bem". Nada é mais sem-noção do bem que o Monty Python, o grupo humorístico inglês. Sendo assim, convidaram o Stephen Hawking para gravar uma das suas musicas. Claro, o físico na cadeira mais badass de todos os tempos (estou falando do lugar de Isaac Newton,mas a cadeira de rodas dele também é maneiríssima!) topou na hora. E o vídeo com a música Galaxy Song segue a seguir, seguindo minhas desculpas por um pleonasmo horroroso!
Ouça o seguinte (letra embaixo)

Hoje é Páscoa, o dia em que o Coelho Mágico deu respawn no Carpinteiro Hiponga. Normalmente, eu não postaria nada. Mas, que Diabo! (pode falar "Diabo" hoje?), não custa nada compartilhar algo legal, enquanto você ouve sua tia Etelvina contar pela milésima vez sobre como era a páscoa quando ela era menina, enquanto você saboreia um horrível chocolate caseiro.
No lindo mundinho da Natureza, com unicórnios saltitantes, fadinhas volitantes, flores desabrochando e todo mundo cantando música-tema da Noviça rebelde, há certas criaturas vindas das profundezas que não dão a menor bola pro seu coraçãozinho puro, de vestidinho azul e um cachorrinho nos braços. O mundo das criaturas das Trevas, como caranguejos, por exemplo.
Eu já postei vários time lapses de auroras. Esses vídeos estão acelerados, mostrando uma profusão de movimentos coloridos fantásticos. No mundo real não é daquele jeito. São bem mais lentas… mas podem ser bem mais rápidas. Flashes, piscadas, uma explosão de cores acontecendo bem na sua frente, sem a uniformidade fabricada pelas edições de vídeo.
Nessa longa estrada da vida, estamos caminhando por algumas dezenas de milhares (e não milhões) de anos. Quando aparecemos, os dinossauros já não eram mais tão impressionantes. No máximo, algo que similar àquilo que põe ovo e faz cocó. Hoje, estamos em, mais ou menos, na soma de 7,28 bilhões de seres humanos. Como chegamos nesse número? Para onde vamos? Quem somos nós? Quem matou Odette Roitman?
O ruim de estar de férias é… nada. É muito ótimo. Estou aqui num lugar que não é bem todinho meu, mas ainda assim tenho uma rede preguiçosa pr deitar. Dando uma olhadinha displicnte pela Internet, vi este video a seguir. Não é nada demais, só um avião ao Sol. Existem trilhões de fotos e vpideos assim. Mas este é diferente. Uma combinação de filtros, exposições e sorte. 
Já caiu a noite do dia 25 de dezembro. Fiquei com vontade de dar um pequeno presentinho de Natal, antes que ele acabe, se bem que eu nunca acho que acaba. Presentear e ser presenteado é algo muito legal, então eu posso fazê-lo a qualquer momento; então, escolhi o vídeo abaixo, um timelapse mostrando as luzes, naturais e artificiais, de nosso planeta.

Estou agora de pé, olhando para fora, pela janela de minha sala. Eu vejo um bonito céu azul, algumas nuvens e o vento balançando as folhas das árvores. Eu sei que está calor lá fora, mas estou com ar-condicionado ligado. Por causa das Leis da Física, a camada de ar que envolve a Terra refrata a luz do Sol. O ângulo de inclinação dos raios e absorção de energia faz com que o céu azul seja visto agora, ao invés do escuro firmamento, salpicado de estrelas. A luz do Sol, tão forte, me impede de ver essas mesmas estrelas. O Sol é um astro muito ciumento.