Aristóteles, grande sábio da Antiguidade, disse que a Lua era maciça, sólida e totalmente perfeita. Ela não tinha nenhum defeito, totalmente lisinha como a bunda de um bebê. Claro, o tosco de Estagira tinha problemas em olhar pra cima e olhar pra Lua, que mesmo a olho nu dá pra ver que ela não é lisinha, mas estamos falando de um sujeito que foi casado duas vezes e achava que mulheres tinham menos dentes que homens. O mundo sopralunar era perfeito, lindo, maravilhoso. Uma pena que Aristóteles fosse tão ignorante ao ponto de escrever um mundaréu de bobagens, enquanto Aristarco de Samos já tinha dito que a Lua tinha crateras e girava ao redor da Terra, assim como a Terra girava ao redor do Sol. Aristarco não tinha o reconhecimento de Aristóteles e seus escritos padeceram ignorados por séculos.
Só com Galileu é que tivemos certeza da imperfeição da Lua, com seus vales, “mares”, montanhas e crateras. Muitas dessas crateras possuem milhões de anos, outras, algumas centenas, mas delas, 111 possuem idade de cerca de 1 bilhão de anos.

O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?


Você vê um acidente. Claro, como você não é cego, você sabe dizer muito bem o que aconteceu, certo? Você viu, está ali. Você é capaz de dizer a gravidade do acidente, não é mesmo? Bem capaz de você achar que sim, mas não é verdade. Você pode ser facilmente influenciável já na hora de tomar depoimento.
Você conhece esse tipo de pessoa. Aquelas pessoas que possuem um extremo sucesso, todos as adoram, verdadeiros ícones, embora sejam verdadeiras toupeiras. Pessoas sem nenhum motivo galgaram a escada do sucesso com seus master, minors e minions. Pessoas que apenas estão lá dando zilhões de palestras falando um monte de bobagens, mas parecem ser Moisés trazendo as tábuas da Lei.
Ouvimos toda hora que Astrologia é pseudociência, assim como esses “tratamentos” médicos como reiki, toque terapêutico, acupuntura etc. Têm este nome porque não possuem nenhum respaldo científico, isto é, não segue o mínimo dos preceitos que classificam o que é ciência, restando a serem tidos apenas como uma mera enganação. A questão é que, para se fazer isso, é preciso separar o que é Ciência e o que não, sendo esse “o que não é” chamado de Pseudociência.
Veio a celeuma do Artigo 13, com um monte de babacas dizendo que seria o fim da internet, que o YouTube, coitadinho, ia fechar as portas, o Facebook iria acabar, voltaríamos ao tempo das cavernas, todo mundo comendo carne crua e grunhindo.