Cientista japonês estuda parasita em peixe invasor por falta do que fazer (sério!)

Cientistas da Universidade de Hiroshima estão radiantes com o que encontraram. Foi identificada uma nova espécie de parasita que infecta um peixe de água doce invasivo na ilha subtropical de Okinawa, no Japão. Ou seja, o invasor que invade outro invasor tem 100 anos de perdão. Isso é muito legal! Além de me ajudar a fazer trocadilhos impróprios, nos ajuda a entender como parasitas saem parasitando por aí, indo parar em outros lugares que normalmente não deveriam estar lá.

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Banhos públicos não livraram antigos romanos de parasitas

O grande diferencial do Império Romano para outros reinos, como Cartago – em quem Cipião, o Africano, sugeria que lhe passasse o cerol – foi a vida social dos cidadãos. Grandes banhos públicos garantia que você, pobretão, tomasse banho ao lado de um tribuno. Isso garantia que todo mundo ficava de olho em todo mundo. Eles tinham até privadas públicas, literalmente públicas, com um “troninho” ao lado do outro. Homens e mulheres em papo animado enquanto faziam o número 2.

O problema é que pesquisas recentes mostram que nos banhos públicos se compartilhava de ideias, fofocas e até parasitas.

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Vermes intestinais podem proteger cérebros de bebês

Bebês tem sérios problemas. Além de serem máquinas de chorar e fazer cocô, são muito suscetíveis a infecções, ainda mais no cérebro. Qualquer infecçãozinha pode ser um desastre a longo prazo. Só que pesquisadores estão buscando uma forma um tanto quanto inusitada para impedir isso. Sua arma secreta? Vermes. Sim, vermes! Daqueles que ficam felizes no seu intestino. Eles podem ser uma arma contra inflamações crônicas, autismo e Alzheimer, porque toda descoberta que envolva o cérebro precisa mencionar Alzheimer e autismo, duas doenças arroz-de-festa.

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