
Estamos em época de exacerbar o empreendedorismo. Há muitas formas, mas tem uma que dispensa CNPJ, plano de negócios e qualquer traço detectável de vergonha na face; não, não estou falando de tráfico de drogas, e sim ter uma batina, uma expressão de quem conversa diretamente com o Altíssimo em grupo de WhatsApp e um QR Code estrategicamente escondido na manga. É o Capitalismo da fé em sua forma mais pura, onde Deus entra com a aura, o Espírito Santo com a legitimidade e o fiel entra com o saldo da conta corrente, feliz da vida por ter contribuído com a obra divina.
Pequenas Igrejas Grandes Negócios, e alguns resolveram encurtar o caminho para a riqueza. Continuar lendo “O hábito não faz o monge, mas ajuda o golpista”








Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.